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AH QUE SAUDADES DA GONORRÉIA!
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com

Durante a Era Pré-Internética também existia desejo, tesão, sacanagem, putaria. O sexo não foi inventado depois da Internet. Mas acontecia de uma outra forma, feito de um outro jeito, em outros lugares. Não existia Motel, ao menos não da forma e quantidade de agora. E o sexo era feito em Hotel, na garagem, no mato... Em muitos lugares, menos em telas de computador. A mão era "naquilo" ou "naquela", nunca em teclado.

Em outro texto falei sobre as revistas de sacanagem da Era Pré-Internética, mas a conversa agora é outra. Sabia que não existia AIDS na Era Pré-Internética? Que portanto a gente não usava camisinha, a não ser
como contraceptivo. O único medo que a gente tinha era da gonorréia, que dava uma ardência no canal da urina e uma purgação, mas que com um bom antibiótico e em poucos dias o problema estava sanado. Aliás, nem era tanto medo, porque na verdade a gente exibia aquilo como uma espécie de troféu, a prova cabal de que tinha mesmo transado.

Ah, mas existiam putas e puteiros, prédios sujos e fedorentos do centro de São Paulo, com 3, 5 até 10 andares em que a gente subia até o último em um elevador de porta pantográfica e depois descia a pé pelas escadas, escolhendo a "mercadoria". E foi em um desses que apanhei a minha primeira: o famoso "69". Uma transa sem "camisola" e lá fui eu para a farmácia. E não é que ainda me apaixonei por aquela "prima"! Mas aí é uma outra história da Arca do Barata.

O bom da Era Pré-Internética é que existiam pessoas - putas ou não -, que faziam - cobrando ou não -, sexo de verdade. Nada de pixels amontoados formando imagens retocadas com efeitos de computador; nada de mentiras digitadas em negros teclados; nada de falsidades cibernéticas. Falsidades e mentiras aconteciam mesmo ao vivo.

Na Era Pré-Internética não existia nem AIDS nem Internet.... Ah, que saudades da gonorréia!
22/10/2008
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.861 - Livro 974 - Folha 209

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