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2006 - - "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

WIKI

"2006 (MMVI, na numeração romana) foi um ano comum do Século XXI que começou num domingo, segundo o calendário gregoriano. A sua letra dominical foi A. A terça-feira de Carnaval ocorreu a 28 de fevereiro e o domingo de Páscoa a 16 de abril. Segundo o Horóscopo Chinês, foi o ano do Cão, começando a 29 de janeiro. Correspondeu aos anos 5766-5767 no calendário judaico, 5107-5108 no calendário hindu, 1426-1427 no calendário islâmico, 1384-1385 no calendário iraniano, 4703 no calendário chinês, e 2759 a.U.c.. Foi designado como: O Ano Internacional dos Desertos e Desertificação, O Ano de Mozart, celebrando o 250º aniversário do compositor austríaco Johann Chrysostom Wolfgang Amadeus Mozart, O Ano de Rembrandt, comemorando o 400º aniversário do nascimento de Rembrandt Harmenszoon van Rijn, maior pintor holandês do século XVII; O Ano de Ibsen, comemorando o 100º aniversário da morte de Henrik Ibsen, dramaturgo norueguês; O Ano de Beckett, comemorando o 100º aniversário do nascimento de Samuel Beckett, dramaturgo irlandês; O Ano de Agostinho da Silva, comemorando o 100º aniversário do nascimento de Agostinho da Silva, filósofo português; O Ano do Cachorro da astrologia chinesa; Ano da cidade de Patras como Capital Europeia da Cultura; O ano do Rato."
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 12/9/2018

Depois de um ano e meio, como se diz, "loucura pouca é bobagem", então, que se faça mais algumas. E então, convencido de que o melhor seria estar junto de minha antiga família, e por argumentos emocionais usados como chantagem por minha ex-mulher, decidi tornar ao lar. Creio que no fundo o que eu queria era descansar depois de tanta loucura dos tempos anteriores, mas logo percebi que aquele descanso seria muito cansativo, e três meses depois eu comecei a ficar arredio, amuado, só queria ir pra rua. Eu tinha tomado uma péssima decisão, e antes que as coisas ficassem piores, era preciso acabar com aquilo. Fui honesto e confessei a ela que eu não tinha sido desonesto, que acreditava mesmo que poderia dar certo. No começo ela pareceu concordar, mas logo, por pressão de família, passou a agir de forma rude. Eu não tinha onde morar, pedi que me deixasse um pouco ali, até que eu encontrasse um quarto, coisa parecida. A casa era muito pequena, e foi uma tortura estar ali, naqueles meses.

Durante o tempo, nove meses ao total, eu tinha tido uma ideia de manter A Barata respirando, mas como não tinha Internet, a ginástica era grande. EU comprava jornais na banca em frente, todos os dias pela manhã, e depois de ler as notícias, escrevia uma ou duas croniquetas, editava e queimava um CD - na época os pendrives ainda eram, ao menos para mim, desconhecidos -, e ia até uma lanhouse atualizar o sitio. Eram cerca de dois quilômetros até a mais perto, e ainda tive que convencer o dono a me deixar instalar o programa para atualizar. Eu ainda vendia bem as camisetas com a "barata hippie" do Baraldi, mas não tinha praticamente nenhuma outra forma de trabalho, o que era, especialmente naquela situação, torturante.

A Barata respirava por aparelhos, já que eu não tinha como pagar as despesas de hospedagem, e então acabou ficando um mês fora do ar. Foi a única vez que ficamos off-line em todos esses anos. Eu não tinha nem dinheiro para meus cigarros, chegando ao ponto de catar bitucas em pontos de ônibus para fumar, mas o que eu não poderia admitir era que ficasse fora do ar. Falei com Marcio Baraldi, que se propôs a ajudar, em troca de anúncios de seus produtos, e também a Belvedere Bruno, uma escritora carioca que publicava há muitos anos seu "Baú da Belvedere" colaborou com algum dinheiro.

Um dos fatores que também colaboraram para que A Barata deixasse de ser uma referência, coisa que aconteceu com a imensa maioria dos sites, aos menos os "alternativos", foi o crescimento, primeiramente com a moda dos blogs, agora com as chamadas redes sociais. A base espetacular por trás dessas redes, é fazer todos pensarem que são criadores de conteúdo, que são formadores de opinião, que detem o poder do pensamento. Uma tática socialista, sem dúvida, que no final das contas nivela todo o pensamento por baixo, já que, de fato, a grande maioria das pessoas não tem absolutamente o que dizer, ao menos não publicamente. Essa tática, esperta por parte de seus criadores, reflete bem o socialismo moderno, onde a corrente política é de esquerda, mas a corrente econômica é bem de direita, desde que entendamos por direita o capitalismo mais "selvagem". E o capitalismo do socialismo (nunca ouvi esse termo, mas deve existir, ao menos como conceito) é bem mais cruel e selvagem que o "outro", já não oferece as pessoas a possibilidade de ascensão individual, já que tudo, dentro da teoria marxista, é coletivo. No final das contas, fica-se com o coletivo mais pobre, dividindo migalhas, enquanto o individual complemente morto por inanição. E dentro desse conceito, não poderia existir um "Barata", ou outro qualquer, produtor de conteúdos, que de alguma forma influenciava o pensamento de outros, devem apenas existir bilhões de "baratas", cada uma produzindo seu próprio conteúdo para si próprio, no final das contas. Os articuladores do socialismo moderno pensaram muito bem nisso, e assim ganham muito dinheiro e poder. Eles criam mecanismos para manter as pessoas dentro de suas redes, aprisionar dentro de seus conceitos, fazendo assim com que todos os princípios que nortearam a Internet se desfaçam. E isso ainda estou dentro do contexto de 2006, quando no Brasil, o Orkut dominava e muito pouca gente conhecia o monstro chamado Facebook. Portanto, as coisas aos sites independentes, como A Barata ainda piorariam muito.

Como as dificuldades persistiam, fui obrigado a procurar uma empresa de hospedagem mais barata, sem trocadilhos infames, por favor, e em função disso ter um plano mais em conta, e o que mais me doía, que era reduzir o espaço utilizado, o que representava cortar várias páginas e seções. Inicialmente eliminei, com uma imensa dor no coração, as páginas das bandas, depois as colunas menos produtivas. Fui cortando até que o espaço ocupado fosse o suficiente para um custo bem menor.

Foi então que uma daquelas coincidências que sempre nos acontecem se fez presente. Pesquisando, encontrei uma que se adequava ao que eu podia pagar. Naqueles tempos ainda era um parto de elefante transferir um site, então precisei quase um dia inteiro numa lanhouse, para fazer isso. E estava ali, com uma série de problemas por causa da plataforma nova, quando chamei o atendente da empresa para me ajudar. Ele me atendeu muito solícito e depois me chamou de "Barata", sem que eu tenha me identificado assim. Hein? Logo em seguida me perguntou se poderia pegar algum material do Marcio Baraldi... Hein? Hein? Aí descobri que o tal "atendente" era na verdade o dono da empresa de hospedagem, e que conhecia muito bem o meu trabalho. Era o Pedro Vicente, vocalista da banda Máxima Culpa, que inclusive tinha tido a capa de seu CD desenhada pelo Baraldi. Disse até que tinha ficado muito contente que eu houvesse escolhido a empresa dele, que era um orgulho ter A Barata hospedado ali. E, o melhor de tudo, foi que me deu um desconto nas hospedagem.

Pedrão, como é conhecido, é um sujeito fantástico, e logo em seguida participaria, com minha presença, claro, de outro "Festão do Baraldão", evento anual que o Marcio Baraldi fazia para divulgar seus trabalhos e naquele ano foi a Máxima Culpa a banda convidada.

Aos trancos e barrancos a coisa ia andando, mas eu não conseguia trabalho e o clima dentro da casa, com razão, ia esquentando. Nesses meses, meus pais tinham comprado uma casa muito velha e começaram a reformar, então comecei a ir para lá todos os dias trabalhar como servente de pedreiro e mestre de obras, eletricista e tudo mais, em troco de comida e um maço de cigarros. Nos primeiros dias, como a casa não tinha condição, ia jantar e dormir na casa de meu irmão, mas depois, mesmo que precariamente, comecei a dormir na obra, em cima de uma tábua forrada com um desses colchonetes de acampamento. Minha intenção, corroborada por meus pais, é que quando se mudassem eu teria um canto para morar.

Eu trabalhava duro ajudando o pedreiro, carregando tijolos e ao mesmo tempo dando as orientações necessárias ao pedreiro, já que meu pai morava ainda no Litoral. Das sete da manhã as 7 da noite, comendo sanduíche, mas mirando na condição de logo ter ao menos uma cama para dormir, mas parece que a ideia de eu ficar ali não agradou a algumas pessoas, e fui, digamos, despedido das minhas funções, tendo que me humilhar à minha ex, e voltar para a casa dela. Foi a derrocada final, que me jogou na lona, Nocaute? Ainda não, mas logo foi.

Uns dois meses depois, sem maiores explicações, e debaixo de gritos, ela e meus filhos me mandaram para o meio da rua, apenas com a roupa do corpo. È complicado e constrangedor falar sobre essas coisas, quando a proposta e contar as histórias sobre A Barata, mas não tem como ser diferente. É preciso que o leitor entenda, a parte tanta coisa contada atualmente, quando a Internet atingir um patamar em que, seguindo a profecia de Andy Warhol, todos são famosos por quinze minutos. Uma fama que é baseada não em esforço, em trabalho, mas apenas em dinheiro e jogo de poder. Os americanos usam, corretamente um jargão "No pain, no gain", que significa algo como "sem dor, sem ganho", coisas que atualmente ninguém quer.

E no quesito "pain", sempre fui campeão, e naquele momento, final de 2006 a coisa atingiu o ápice. Estava na rua, literalmente, sem dinheiro e sem para onde ir. Passei quase a noite inteira andando, pensando as piores merdas que um ser humano pensa numa situação dessas. Por volta das cinco da manhã já não aguentava andar mais. Estava próximo ao centro da cidade, e parei em frente a um desses hotéis de curta permanência, com a fachada imunda e ainda, duas putas retardatárias na frente. Perguntei a elas se ali tinha algum quarto par eu dormir umas horas. Eu estava num estado deplorável, e imagino que até elas ficaram penalizadas, já que uma delas me puxou pelo braço e disse que ali não, mas que no quarto dela, ali próximo, tinha. Fui com ela até lá, me deitei, enquanto ela bem ao lado tirava toda a roupa e exibia um monte de pelancas e cicatrizes, manchas roxas, coisas assim. Não consegui ficar ali. Levantei-me e saí, agradecendo a ela.

Retomei o caminho para algum lugar que eu não tinha como saber aonde. O amanhecer é sempre mais gelado, e naquela noite parecia que todos os ventos frios do mundo queriam me congelar, me empurrar, me matar. É, me matar. Era a única coisa que eu tinha na cabeça. Andei mais uma dúzia de quilômetros, em direção a um território que ao menos eu conhecia, que era a região da Penha. No caminho tomei uma decisão: Não lembro onde foi, que naquelas horas estava aberto, mas comprei um envelope de Racumin, veneno de ratos, e quando cheguei ao bairro encontrei um hotel caindo aos pedaços. Olhei a placa com o preço na porta, vasculhei meus bolsos. Eu tinha exatamente o suficiente para um período de quatro horas e mais uns trocados, que eu pretendia comprar alguma bebida bem forte.

Entrei, paguei, peguei a chave e fui, por um corredor escuro e fedorento até chegar ao quarto, que também fedia sujeira. A cama era antiga, manca, e não o banheiro era apenas uma pequena pia e um vaso, com o chuveiro em cima dele praticamente. Sentei-me na cama, peguei o interfone e pedi um conhaque. Poucos minutos depois, a portinhola abriu e eu apanhei o copo americano, sentei novamente na cama, abri o envelope e despejei o conteúdo. Naquele momento o único pensamento que me ocorria era o de terminar rapidamente, mas quando apanhei o copo e encostei na boca, ele despencou da minha mão e se espatifou no chão. Espiritualistas decerto irão afirmar que aquilo foi a "mão de um anjo", ou de algum espírito do bem, mas foi a minha cabeça me dizendo que se era tão forte a ponto de fazer aquilo, seria também para me erguer e continuar.

E foi assim que fiz. O dia clareava e deixei hotel e comecei a andar pelas ruas. Parei num telefone publico e liguei para meu amigo João K., contando sobre minha situação. Ele se ofereceu para, novamente, me receber na casa dele, mas só poderia ir no final da tarde, já que ele estava indo para o trabalho e não tinha ninguém lá. Perambulei o dia inteiro, sem comer desde o café da manhã do dia anterior, e no final da tarde aportei na frente da casa dele. Ali eu ficaria por três meses, como na vez anterior, quando uma oportunidade de trabalho e moradia chegou junto, logo nos primeiros dias do ano de 2007, que seria marcado por uma descoberta sobre mim mesmo que até então ficara escondida. E antes que os mais engraçadinhos possam soltar uma risadinha infame, não, eu não saí do armário, muito pelo contrário.

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

Face da Morte
Barata Cichetto

Ontem um sonho estranho que possa parecer
Que nem era bem um sonho de qualquer jeito
Eu sem notar a presença de meu próprio ser
Não tinha coração nem sequer tinha um peito.

Caminhando por um caminho sem rua nem calçada
Eu não podia respirar porque também não tinha ar
Sem pedras nem terra, sem água e sem mais nada
Não existia o futuro, um sonho sem nada a sonhar.

Eu não sentia fome nem sede, roupas nem corpo para usar
Pecados não eram pagos e as virtudes não eram percebidas
Nada, absolutamente nada a pagar nem a receber nem recusar
Nem dinheiro ou valores ou coisas a serem dadas ou recebidas.

Eu não tinha pensamentos e nem sequer uma lembrança
Sem corpo e sem mente, sem alma e sem sequer religião
Eu não era homem nem mulher, nem adulto nem criança
Nem anjos existiam, sequer um católico, crente ou pagão.

Não era escuro ou claro, não tinha cheiro nem cor
Absolutamente nada existia e eu mesmo não havia
Eu não sentia nem o prazer e nem mesmo sentia dor
Ninguém havia comigo e nem a vida eu mesmo a via.

Não era o vazio nem o cheio, não era o nada nem era o tudo
Apenas não era e não existia, não era o não e nem era o sim
Não tinha objetos nem de desejo, não tinha amor nem estudo
Apenas e também não era o começo nem o meio e nem o fim.

27/9/2006

 

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)

Marcio Baraldi; Belvedere Bruno; Pedro Vicente; Máxima Culpa; Racumin ; João Kraciunas; Solange Viático;

Trilha Sonora: David Bowie - Rock'n'Roll Suicide
http://www.orkut.com


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POSTAGEM



1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.

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