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2018 - Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.

WIKI

"2018 MMXVIII, na numeração romana) é um ano comum do Século XXI que começou numa segunda-feira, segundo o calendário gregoriano. A sua letra dominical é G. A terça-feira de Carnaval ocorre a 13 de fevereiro e o domingo de Páscoa a 1 de abril. Segundo o Horóscopo Chinês, é o ano do Cão, começando a 16 de fevereiro."
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 24/9/2018

Sinceramente? Ainda bem que chegou ao fim essa novela! Foram 21 anos relembrados em 24 dias seguidos e sem pausa, de recordações, porradas revividas, dores e mágoas, e um pouco de alegria e sacanagem também, que ninguém é só dor ou de ferro. Nesses últimos 24 dias parei praticamente tudo, apenas me dedicando a coisas essenciais de trabalho. O restante do tempo, ao menos umas seis horas por dia no mínimo, fora as outras gastas forçando a cabeça para lembrar de fatos, não esquecer de ninguém importante, e procurar ser o mais justo e honesto possível nos relatos. Noites e noites de insônia, litros e litros de café, quilos de cigarros que resultaram, até agora antes de terminar este último capítulo, em 166 laudas, quase 80.000 palavras, 450.000 caracteres digitados, divididos em 900 parágrafos totalizando 7.000 linhas. Tudo isso pronto e editado em forma de livro impresso daria um volume de quase 400 páginas. Um calhamaço parrudo, não é mesmo? E com que motivo e com qual objetivo? Afinal quem além de meia dúzia de amigos, no máximo teriam a pachorra de ler a historia de um escritor, poeta e um monte de coisas, que nem é famoso, nunca cometeu nenhum ato que pudesse colocá-lo numa rede de televisão, e muito menos nunca deu o rabo a políticos e se meteu em conchavos para conseguir sucesso.

È simplesmente deprimente perceber que estes textos, que são imediatamente publicados em A Barata depois de concluídos, sem nem mesmo uma revisão mais apurada, são lidos e especialmente comentados por tão pouca gente. É deprimente saber que tanto trabalho passa em brancas nuvens e que provavelmente nunca serão lidos. É deprimente perceber que todas as histórias e fatos que contei, fossem contados por algum astro instantâneo de televisão mereceria entrevistas, matérias em grandes jornais, e até poderia virar filme. Especialmente se por trás disso existisse um ex alguma coisa muito podre, ou que pertencente a alguma minoria que nem minoria é. Estas histórias poderiam interessar, caso as pessoas com quem me envolvi fosse famosas de alguma forma.

Desisti de tentar entender por que o tanto que realizei, especialmente nos vinte e um anos relatados aqui, nunca me rendeu ao menos um pouco de conforto, sendo que para mim esse termo tem uma conotação bem simples, como ter mais que duas calças e um único par de tênis, e não ser humilhado pela família por chegar a sessenta anos e não ter aposentadoria gorda, casa, carro. Se humilhado não usar cabelos e barba compridos, mas por não ter dinheiro para ir à praia no final do ano, encher a lata e ficar de papo pro ar.

Já desisti de entender por que meus pais e meu irmão não aceitam, ao menos respeitam a minha forma de ser, me vestir e falar; do mesmo que já desisti de entender por que meus filhos, aos quais deis os primeiros livros, mostrei as primeiras musicas e ensinei a sempre questionar, simplesmente ignoram tudo aquilo que faço, penso e escrevo, como se nada daquilo que fiz fosse ao menos digno, fruto do meu pensamento e do meu trabalho.

Desisti também de tentar entender por que fui enxotado feito cão de rua, da casa que construí, a maior parte com minhas próprias mãos, embora no terreno e com o consentimento deles, sem direito a uma moeda, mesmo tendo gasto cerca de quarenta mil reais, e ainda por cima com o apoio de meu irmão, cuja única obra foi casar com a filha de alguém que lhe deu, entre outras coisas, a casa onde mora.

Sim, já desisti de entender a essas e a outras coisas, como o que acontece com a cabeça de um ser humano, uma pessoa de muito estudo, e a quem sempre fui respeitoso, dando oportunidades num momento em que ninguém lhe oferecia e que tinha escrito um prefácio altamente elogioso de um livro meu, simplesmente me escorraçar e pedir que eu esqueça tudo o que tinha dito de mim, por ser petista e saber que não aceito os crimes desse partido, como fez o professor Viegas Fernandes da Costa.

Desisti de entender a mente perversa e egoísta, mesmo que genial, de alguém sempre fui leal, fiel e amigo, além de ter realizado três trabalhos majestosos juntos, ter escrito sua biografia e ter lhe dado espaços gigantescos tanto em programas quando emissoras de webradio que dirigi, e que mesmo sabendo que toda a concepção das obras realizadas em parceria era minhas, simplesmente praticamente eliminar meus nomes dos créditos, modificar a arte que eu tinha feito e colocar um misero a venda no blog por dez mangos, isso depois de me bloquear no Facebook, possivelmente para eu não descobrir a tramoia, e ainda me chamar de maluco quando eu disse que queria apenas o que era meu, como fez o Amyr Cantusio Jr.

E ainda desisti também de entender por que alguém, a quem eu tinha grande respeito e admiração, mesmo sem conhecer pessoalmente, e que quando conheci, e depois de uma única conversa pessoal, aparece para minha alegria e orgulho no meu aniversário e, mais ainda, compra meu livro, mas poucos dias depois, sem qualquer motivo aparente, me bloqueia no mesmo Facebook, como fez o Valdir Montanari.

E também desisti de entender, como um escritor, um filósofo a quem eu admirava pelos escritos e pensamentos desde 1974, e que foi responsável pelo meu gosto por letras apuradas de Rock e, especialmente, por filosofia, me ofende quando mostro indignação por uma postagem onde exibe elogios e a fotografia do criminoso argentino Che Guevara, defendendo veemente o ataque de puxa sacos que estão ali falando da beleza do desgraçado, como fez o falecido Luiz Carlos Maciel.

Desisti, sim de entender essas e outras injustiças, de tentar entender a desonestidade intelectual, a falta de respeito ao meu trabalho, e especialmente o fato de ser ignorado, mesmo que eu faça um milhão de coisas além da um milhão que já fiz.

Talvez seja melhor entender coisas e pessoas, como a Adriana Ferreira dos Santos, cujo Trabalho de Conclusão de Curso, que tinha por titulo:"Memória e Rock and Roll na Paulicéia Desvairada: a Apropriação do Rock Pela Juventude Paulista na Década de 1970" foi quase que totalmente embasado em minha vivência na época, e meus testemunhos.

Ou talvez seja melhor entender atitudes respeitosas e de demonstração de amizade e respeito, como as que recebi de Joanna Franko durante os últimos sete anos, incluindo pagando por uma edição de um portfólio luxuoso meu, chamado "Imprinting"; ou a do escritor Eduardo Amaro que me lembra de um fato ainda em 2006, onde A Barata foi citado também num TCC, mas recusado pela Banca, com a alegação de conteúdo impróprio.

Talvez seja mesmo melhor será entender Antonio Dimas Simão de Oliveira e Maria Irles de Oliveira Mayorga, que num fórum denominado "Os Impactos do Atravessador na Economia do Setor Agrícola", ainda em 2002, citaram um trecho de um texto meu, ou mesmo entender jovens como Crisberg Luan que publicou matérias belíssimas sobre meu trabalho num blog sobre literatura.

Ou quem sabe é bem melhor e mais saudável, entender o respeito que pessoas como Eliton Tomasi, Suzy dos Santos têm por mim, que mesmo sem pertencer a algum órgão de imprensa importante, ou mesmo sem mesmo ser jornalista, é sempre convidado a coquetéis de imprensa de lançamentos das bandas que trabalham.

É, realmente, talvez seja melhor tentar entender uma pessoa que me convidou ainda em 2001 a participar de um evento, porque leu minha assinatura em A Barata como "Criador de Baratas", e entendeu a coisa literalmente, me convidando para a exposição, que era sobre criadores de bichos estranhos.

Talvez seja mais saudável, entender pessoas como Gilberto Santana, que desde o Nordeste, e com equipamento precário me faz uma entrevista emocionante e emocionada, ou como meu amigo, um real irmão, como Genecy Souza, que além de comprar tudo o que coloco a venda, numa clara posição de apoiar e pagar pelo que gosta, dessa forma fazendo o que maioria ruidosa, de discurso político ideológico na ponta da língua dentro de facebooks da vida é incapaz de fazer. Da mesma forma, como talvez seja mais importante entender atitudes como o de Sérgio Alberto Bauchiglioni, que guarda há dezesseis anos, uma camiseta que comprou na 1ª Fest'A Barata em 2002, e a exibe agora com orgulho.

Ou ainda bem melhor entender pessoas como Marcio Sauer, e os amigos do Clã Almas Libertas, que mesmo seu eu ter uma bicicleta me honraram com o direito a criar a letra do hino do motoclube, e a outras, como Dimitri Brandi e Jorge Bandeira, que mesmo antagônicos em termo de ideologia política, sempre me respeitaram como amigo, pensador e escritor e ainda me brindam, um com a parceria musical e outro com um cordel em homenagem aos meus sessenta anos.

Talvez seja mesmo melhor, neste final de ano de 2018, depois de ter completado sessenta anos, com direito ao lançamento de uma antologia poética comemorativa, num evento com meia dúzia de gatos pingados, e ter me livrado daquilo que me consumia, a ponto de querer acabar com minha própria vida, e vindo aportar na ruas cheias de árvores e um céu tão azul que dói as vistas de Araraquara, e às beiras de uma eleição nefasta de perigosa, eu ficar quieto, escrevendo poesia, colocando meu pensamento à disposição de quem se interesse, mesmo que sejam tão poucos.

E afinal, talvez seja mesmo melhor ter escrito toda essa montanha de palavras, quilos de histórias para que alguém, algum dia reconheça algum valor no meu trabalho, na minha vida e no meu pensamento.

E provavelmente talvez eu esteja morto até lá. Ou com sorte talvez não.

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O Cordel do Barata
Jorge Bandeira
Por Homar Mendez, Patafisico e Nudista

Ao chegar nesta idade
Este artesão de livros
Com muita sagacidade
Tem deixado seu crivo

Seis décadas de existência
Com um trabalho doentil
Pois nessa resistência
Esse homem é febril

Na música e literatura
Na poesia e no rock
Com desenvoltura
Causando choque

Vamos discriminar agora
As coisas que ele fez
Até esta bendita hora
Com muita sensatez

A poesia ele batalha
Desde os anos oitenta
Palavras que espalha
Ideias que inventa

Arquíloco iniciou a saga
Sangue de Barata escreveu
Impessoal e transferível o traga
Emoções Baratas converteu

O Cu de Vênus abriu
O Câncer, O Leão e o Escorpião
1958 submergiu
Cohena Vive feito assombração

Versos Orgânicos ostentou
O Poeta e Seus Espelhos
Falo ele engendrou
O Êxtase e seus conselhos

Troco Poesia Por Dinamite
Um título bem explosivo
Talvez seja apenas palpite
De um Cioran reflexivo

O Poeta Xingou Minha Mãe de Puta
E eu Lhe Dei Uma Porrada fatal
Esta reação pode parecer bruta
Porém este título é genial

Agora surge esta grata antologia
De uma mente deveras poética
Onde A Solidão se anuncia
Ratazana Cinzenta morfética.


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Conclusão:

A diferença entre George Orwell e Aldous Huxley, tomando por base suas obras "1984" e "Admirável Mundo Novo", é que um mostrava uma sociedade distópica ditatorial em que o método de dominação era a falta de informação, enquanto no outro, a forma é exatamente o contrário, ou seja, o excesso 1de informação era o meio de controle com os qual os ditadores controlavam a sociedade. De qualquer forma, ambos falam da informação, e das diversas formas que ditadores a usam a fim de atingir seus objetivos de poder. Controlando a informação se controla os pensamentos, isso é um tanto lógico, mas o que é pior? Sim, existe o pior, e em minha singela opinião é a segunda situação, já que o excesso de informação acaba gerando primeiro um esgotamento mental, já que o cérebro, e isso é comprovado, tem limites para assimilar, e além dessa confusão mental, a informação intensa, constante, massacrante, acaba por gerar uma guerra de conceitos, de dogmas, e até mesmo da próxima noção do que é real ou não, já que o próprio conceito do que é fato, passa a ser questionado. O cérebro humano bombardeado com informação demais entra em colapso e passa mesmo a ter verdadeira ojeriza a ela. Nesse burburinho, as coisas importantes, os problemas reais, as violências de uma forma geral ficam em segundo plano, já que de alguma forma o cérebro precisa de descanso, e sua atenção se volta a amenidades, coisas sem nenhuma importância e compromisso.

O que temos atualmente, com a Internet, particularmente nas redes sociais, como o Facebook principalmente é exatamente isso. As pessoas são bombardeadas com quilos e quilos de informação todos os dias. Cérebros estão entrando em colapso. A capacidade de raciocínio, da mesma forma que na falta de informação, acabou sendo reduzida, e por conseguinte sofre o vocabulário, sofrem as relações humanas, e quem ganha com isso, é claro, são dos ditadores. E quando falo "ditadores", não imaginem um senhor de bigodes enormes, cara de latino ou oriental, com botas de militar, fardas, e com a sede de sangue e violência inabalável. Esqueça esses estereótipos, pois na era atual, o que menos os verdadeiros ditadores querem é derramamento de sangue. A eles não interessa a violência de fato. Interessa-lhes a violência moral e intelectual, que são mantidas e alimentadas por seu controle da informação. Assim, como que planando sobre tudo isso, eles tem o domínio total, sem disparar um tiro, ou pegar num arma sequer. E quanto mais eles tem poder, mais querem poder. Não lhes interessa o dinheiro, que para eles é simplesmente uma forma de ter mais poder.

Empresas que foram criadas há pouco tempo, como Google e Facebook são os exemplos exatos do que coloco, pois criam constantemente mecanismos de controle dentro de seus produtos. Atacam e exterminam qualquer espécie de concorrência que possa tirar a atenção dos produtos deles. Quem consegue pensar em algo fora da Internet, nesse final da segunda década do século XXI, que não seja Google ou Facebook? Eles são egoístas, como qualquer ditador, são violentos sem usar armas de morte, e são cruéis em seus desejos de poder. Não pode haver nada fora desse mundo deles, e a única verdade que existe é a que eles avaliam e avalizam, ao seu bel interesse.

É claro que dentro de um contexto destes, não se admite nenhum site ou forma de mídia os confronte. Eles criam as regras de como agir, claro, dentro daquilo que lhes interessa. Nada em paralelo é tolerado, nenhum pensamento destoante, alternativo é aceito. Então, de que adianta alguém gastar horas, dias, semanas de seu tempo procurando oferecer alguma via de pensamento diferente?

É a conclusão que chego, depois de vinte e um anos a frente de um site alternativo, que fora poucos amigos, nenhum tostão de dinheiro publico, de empresas foi usado. Minha tarefa sempre foi árdua até agora, mas, depois de passar semanas escrevendo mais de cem laudas de uma história, chego à conclusão que meu tempo acabou. Se ainda resta inteligência e interesse em pensamento e trabalho livres nesse mundo, ela está descansando. Tenho sessenta anos de idade e realizei muito mais coisas nesse mundo que a grande e imensa maioria, sem outorgar sequer o direito a ter um reconhecimento razoável,a não ser por no máximo cinco ou seis amigos fiéis. Sequer alguém, dentro de minha própria família, ai incluídos meus filhos, veem em mim alguém digno de crédito, alguém que tinha qualidades literárias.

Mas eu entendo, no fim: essas pessoas foram corrompidas pela ditadura da informação. Seja pela escassez, seja pelo excesso.

Não há mais o que ser feito. Então, fui. Fui por sido, e fui por ter ido!

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

Versejadores Sendeiros
Barata Cichetto
(Dedicado aos poetas araraquarenses, João Aparecido Barra e José Mônica)

O que são poetas, senão meros trabalhadores,
Pedreiros assentando tijolos com argamassa de ilusão?
E o que são poetas, senão meros batalhadores,
Padeiros preparando sonhos com massa de desilusão.

Mas o que são poetas, senão meros estivadores,
Taifeiros descarregando barcos lotados de submissão?
E o que são poetas, senão meros construtores,
Serralheiros cortando grades com serras de decepção.

E pergunto o que são poetas, senão meros traidores,
Lixeiros com perguntas sem ponto de interrogação?
E respondo que poetas são apenas meros ditadores
Engenheiros calculando a fórmula da condenação.

Mas, o que são mesmo poetas, senão agricultores,
Ceifeiros cortando a cana amarga da acomodação?
Afinal, o que são poetas, senão meros procrastinadores
Coveiros enterrando a si mesmos nas covas da perdição.

9/9/2018

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)

Ian Cichetto; Viegas Fernandes da Costa; Amyr Cantusio Jr; Valdir Montanari dos Santos; Luiz Carlos Maciel; Adriana Ferreira dos Santos; Joanna Franko; Eduardo Amaro; Eliton Tomasi; Susy dos Santos; Gilberto Santana; Genecy Souza; Jorge Bandeira; Dimitri Brandi de Abreu; Marcio Sauer; Clã Almas Libertas; Sérgio Alberto Bauchiglioni

Trilha Sonora: Belchior - Saia do Meu Caminho
https://baratacichetto.blogspot.com/2018/09/por-que-sou-um-anarco-monaquista.html


Galeria 2018
Aniversário de 60 Anos / Lançamento da Antologia "A Solidão é Uma Ratazana Cinzenta" - Sauer Rock Bar
24/06/2018
Lançamento do CD da Banda Maestrick, Central Panelaço
 
 
Sauer Rock Bar
Evento Mensal do Clã Almas Libertas, 06/2018
 


Galeria 2018
Araraquara

   

Publicações 2018

A Solidão É Uma Ratazana Cinzenta
(Antologia Poética)


Imprinting
(Portifólio)
     

FACEBOOK ADDS

   

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POSTAGEM



1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.

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