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1958 - O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

WIKI

"1958 (MCMLVIII, na numeração romana) foi um ano comum do século XX do actual Calendário Gregoriano, da Era de Cristo, e a sua letra dominical foi E, teve 52 semanas, início a uma quarta-feira, terminou também a uma quarta-feira."
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 1/9/2018

A história do sítio - e nestes textos usarei a grafia portuguesa tradicional, não o termo em inglês, propositalmente -, começa bem antes do que chamaríamos de inauguração, que oficialmente se deu em 1999, quando surgiu no Brasil uma empresa de hospedagem gratuita de páginas, nos moldes de uma americana, campeã no negócio. A brasileira é a HPG, e a americana a Geocities. A facilidade da brasileira, além de ser em português, poderia se usar um nome, que funcionava na verdade como um subdomínio deles. Na americana, tínhamos endereços alfanuméricos extensos e complicados. Nenhuma dessas empresas existe mais. A brasileira foi comprada e extinta pelo IG, o mesmo acontecendo com a americana, que teve o mesmo destino pela gigante Yahoo.

Depois desse preâmbulo, já um salto no tempo para 1999, quando foi criado efetivamente o nome "A Barata", é preciso que eu faça nos próximos parágrafos um resumo das minhas atividades dentro da área de comunicação, com a veiculação de arte, poesia, textos, desenhos, num mundo que, anos depois, eu batizaria nas próprias páginas do sítio de "Era Pré-Internética".

Nasci em 1958, portanto apenas treze anos após o final da Segunda Guerra Mundial, que por todos os pontos de vista, tanto negativos quanto positivos (sim), mudou a humanidade para sempre. A geração anterior à minha, especificamente nascida durante ou imediatamente após esse conflito gigantesco que custou muito derramamento de sangue, suor e lágrimas, foi exatamente a que se tornaria os grandes ídolos do Rock. A geração de músicos das maiores bandas da história nasceram nessa época, como Roger Waters e todos os integrantes do Pink Floyd, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e todos os integrantes do Black Sabbath, do Led Zeppelin, dos Beatles, Stones, etc.. Quando a minha, embora também tenha gerado uma enorme quantidade de artistas consagrados, como Madonna, Michael Jackson e Tim Burton, já contribuiu menos. A Geração da guerra nasceu durante ela, e imaginamos o terror de se chegar ao mundo com sua cidade sendo bombardeada. Desde sua origem, um tanto de tampo antes disso, o Rock é filho da dor, desde os escravos negros, e chegando a ingleses, efetivamente um dos países que mais sofreu com o conflito no mundo. Então, a meu ver, isso explicaria os porquês da imensa criatividade do período que compreende meados dos anos 1960, quando essas pessoas chegaram à adolescência, até os oitenta, quando eles começaram a se tornar adultos, criando família e deixando de lado determinados modos de vida, e por conseguinte, de pensamento.

A minha geração se tornou adolescente durante os anos 1970, quando esse movimento alcançou o auge. Justamente, particularmente no Brasil, quando o Regime Militar instaurado anos antes, se tornou mais vigoroso, rude e violento. Enquanto na Europa e América do Norte, movimentos de cultura se tornavam cada vez mais fortes e alcançavam patamares estratosféricos, a repressão do regime por essas terras, fez com que muito fosse sufocado, calado, e por que não, morto. É fato que essa adversidade instigava mais ainda a criatividade de alguns, que além de a usarem para as obras em si, a utilizavam para burlar a rígida censura. O que aliás, não deixa também de ser arte, ou ao menos parte integrante dela.

O contexto político, mascarado pelo contexto econômico do chamado "Milagre Brasileiro", fez surgir movimentos fortes, mas sempre relegados aos subterrâneos, ou na melhor das hipóteses, às garagens, onde ocorriam reuniões políticas e culturais, onde se discutia desde o último disco do Pink Floyd, até as artimanhas de guerrilheiros como Lamarca e Marighela. E ali se faziam panfletos de conclamação política, divulgação poética e tudo o mais que se pudesse imaginar.

Embora eu tivesse desde os quinze, dezesseis anos, uma efetiva participação política, e me participasse de reuniões clandestinas de partidos então proscritos, como o PC do B, e desde criança gostasse de escrever, numa me dispus a participar de nenhuma publicação com caráter político. Meus olhos e minha atenção estavam nas poéticas. O Pasquim era o sonho de qualquer "revolucionário" adolescente da época; e a Rolling Stone Brasileira, então, na época dirigida pelo filósofo, jornalista e escritor Luiz Carlos Maciel, era o que se poderia chamar de "crème de la crème" das publicações contra-culturais da época. Aliás, Maciel, teve um papel preponderante na minha formação filosófica, infelizmente culminando negativamente numa discussão entre mim e ele numa rede social, pouco tempo antes de ele falecer.

Na metade dos anos 1970, eu trabalhava na Avenida Paulista como "office-boy" e foi nessa ocasião que tomei contato com uma revistinha feita em mimeógrafo chamada "Cogumelo Atômico", feita por um sujeito de Brusque, em Santa Catarina, que assinava apenas como "Luís Tout Court". Foi paixão à primeira vista e agora eu sabia o que queria fazer. Cartas e cartas foram trocadas entre nós, até que ele conheceu uma garota que morava em Santos e ambos vieram morar em São Paulo. O nome dessa garota, que ainda nos dias atuais faz parte da minha rede de amigos na Internet é Claudia Bia, e o casal acabou fazendo algumas coisas juntos, como um "jornalzinho" (ah, sim, não existia o termo "fanzine" naquela época, não), como um que lembro bem, e que teve a publicação de alguns poemas meus, de nome "A Semente". Esse casal foi fundamental na edição do meu primeiro livro de poesia chamado "Arquíloco", cujo nome é homenagem ao poeta grego Arquíloco de Paros, que era também soldado. O curioso foi que as pessoas passaram a chamar o livrinho de "Arqui-loco". Foi na casa deles, com o mimeógrafo deles e várias braçadas na manivela, que meu livro foi feito.

Em 1976, eu chegava à maioridade legal, o que na época tinha um sentido muito mais forte e mais importante que atualmente, já que absolutamente todos os filmes e peças de teatro interessantes, tinham censura rígida para 18 anos. Apenas não havia impedimentos de entrada nos puteiros do centro de São Paulo, que eu conhecera por volta de 1973, e que até completar os 18, foram meu repasto. Foi na época eu que descobri Lou Reed, e passei a me "fantasiar" igual, já que eu também escrevia poesia, e "curtia a barra pesada". Eu era o próprio, e me envolvia, até mesmo emocionalmente, com todas as putas que conhecia. E transformava tudo aquilo em uma coisa que eu insistia em renegar como poesia, acreditando que o que eu escrevia era letra de música. Foi então que surgiu, o que apenas muito mais tempo depois foi batizada, a trilogia que sempre norteou minha existência: "Sexo, Poesia & Rock'n'Roll". Esses três elementos sempre foram os mais importantes, e foram de fato eles que traçaram todo o meu destino.

Chegamos ao final da década e eu gastava todo o dinheiro possível em discos, elepês e revistas, incluindo às alternativas, feitas em mimeógrafo a álcool e vendidas em pontos alternativos do centro de São Paulo e Avenida Paulista. E em material de mimeografia, como estênceis. Eu tinha comprado anos antes uma máquina de escrever que hoje é considera uma obra de arte, uma Olivetti Valentine, que era vermelha e tinha um design italiano, coisa que só vim a saber já nos anos 2000. Nessa máquina, todos os poemas que escrevi, desde 1973 até 1982, incluindo os "originais" de "Arquíloco", foram datilografados.

Há idas e vindas em determinados pontos do meu relato, na questão dos anos e épocas, mas elas são necessárias para a elucidação do assunto, já que ele é o que importa, sendo que o tem é apenas passageiro nessa história.

E por falar em tempo, estou há muito tempo discorrendo sobre minha adolescência, coisas que fiz e deixei de fazer, mas tudo ainda muito longe do assunto principal deste texto que é o sítio A Barata, mas creio que toda essa longa explanação é necessária para que eu contextualize todos os conceitos que me levaram, a partir de 1994, criar um veículo para a difusão dos meus amores, relembrando: "Sexo, Poesia & Rock'n'Roll". Então, peço ao leitor um pouco de atenção, talvez a fatos que ele conheça ou tenha vivenciado, ou talvez não tenha interesse; ou ainda talvez as duas coisas ao mesmo tempo.

No período entre 1982 e 1994, nada de substancial ocorreu dentro do contexto aqui abordado, a não ser o fato de que, logo após o meu primeiro casamento, minha então esposa, uma jovem e enciumada mulher, me fez jogar uma mala de couro lotada de poemas datilografados. Não existia nenhum tipo de "back up", então, estimo que mais de uma centena de poemas fossem irremediavelmente perdidos.

Chegamos então ao período onde o leitor efetivamente procura, que é meu envolvimento com comunicação usando a Internet, o ano de 1993, quando eu descobri que computadores podem deixar de ser virgens e se transformarem em puta na mão de um sujeito porco feito eu. Mas isso é assunto para o próximo episódio.

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

Orgasmo Infinito
Barata Cichetto, na época assinando Carlos Cichetto

Afagando seu corpo inutilmente nua
Sentada em uma cadeira de balanço
Ela contempla seu passado passando na rua
Dentro daquela mulher sem descanso.

Com um olhar agora bastante embaçado
Por uma gonorreia que causou sua cegueira
A cabeça teimando em retornar ao passado
O corpo teimando em retornar à cadeira.

Um cancro que é chamado de idade
Atacou seu corpo igual doença contagiosa
Afastando aqueles que por sua necessidade
A transformaram em uma criatura prestigiosa

Uma caixa cheia de bijuterias antigas
Outras cheias de cartas com propostas amorosas
Histórias confusas de grandes amigas
Sempre a lhe procurar com propostas indecorosas.

O tempo que marcou em sua carne a passagem
Agora range com o balanço da cadeira
Imaginou que o bordel seria a única paisagem
Que olharia durante sua existência inteira.

Um sorriso amarelo na dentadura rachada
Seu corpo que tinha o dom de oferecer
Em frente ao espelho de ponta quebrada
Agora tem a necessidade de arrefecer.

Quando chegou sua derradeira sorte
Ela suspirou seu último orgasmo recolhido
Desfaleceu num orgasmo infinito de morte
Recebendo o sêmem do homem escolhido.

Sua única esperança era o sonhado céu
Quando ela dançaria com um anjo cordial
Entretanto ele também é um grande bordel
Aonde dançam anjos em uma orgia celestial.

1/8/1979

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)
Roger Waters; Lou Reed; David Bowie; Ozzy Osbourne; Black Sabbath; Led Zeppelin; The Beatles; Rolling Stones; Pink Floyd; Madonna; Michael Jackson; Tim Burton; Carlos Lamarca; Carlos Marighela; O Pasquim; Luiz Carlos Maciel; Rolling Stone Brasileira; Luís Tout Court; Cogumelo Atômico; Claudia Bia; A Semente; Olivetti Valentine;
Trilha Sonora: Bruce Dickinson - Born In '58
https://pt.wikipedia.org/wiki/1958


De 1958 a 1998
 

Publicações 1981


Arquíloco
(Poesia)
Mimeografado
       

FACEBOOK ADDS

   

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POSTAGEM


1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.


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