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2000 - Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

WIKI

"2000 (MM, na numeração romana) foi um ano bissexto do Século XX que começou num sábado, segundo o calendário gregoriano. As suas letras dominicais foram BA. A terça-feira de Carnaval ocorreu a 7 de março e o domingo de Páscoa a 23 de abril. Segundo o Horóscopo Chinês, foi o ano do Dragão, começando a 5 de fevereiro. A primeira edição da revista O Cruzeiro, em 10 de novembro de 1928, publicou um artigo de um professor universitário brasileiro falando sobre o possível desenvolvimento tecnológico no ano 2000.[1] Corresponde, no ciclo de doze anos que forma o calendário chinês, a um ano do signo "Dragão"."
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 6/9/2018

Como eu tinha um ótimo conhecimento de informática também e particularmente em Internet, acabei sendo responsável por uma área que daria apoio à empresa terceirizada, uma agência de propaganda, que era responsável pela construção de um sítio exclusivo para a homologação de Agentes Autorizados, que eram lojas onde as pessoas teriam que comparecer para comprar e homologar seus aparelhos e linhas. (Cabe neste ponto uma explicação: a telefonia no Brasil tinha sido privatizada há muito pouco tempo, e num primeiro momento, as áreas de atuação das empresas de celular foram divididas por região, e em cada uma apenas duas empresas poderiam atuar. Isso valeria por dois anos, e depois valia a liberdade de mercado. Portanto, a Amazônia Celular, que era do grupo da Telemar, atual OI, ficou com a região Norte, mas numa forçação de barra, pois na geografia de quem fez a divisão, o estado do Maranhão foi incluído.) Um dos programadores dessa Agência, o Ernesto Gaia Guimarães, acabou se tornando meu amigo, e logo depois que retornei a São Paulo, ele também se deslocou a trabalho e eu acabei por levá-lo a vários picos de Rock, inclusive na Led Slay.

Uma das coisas mais interessantes em Belém era a cultura. A cidade na época era administrada pelo Partido dos Trabalhadores, e mantinha um programa relacionado à cultura muito forte, fazendo com que os inúmeros teatros da prefeitura estivessem sempre ocupados com atrações musicais e teatrais, normalmente de graça. Ali assisti apresentações memoráveis do maestro Salomão Habib e, entre outros músicos e grupos locais, um que me impressionou muito, Nego Nelson. Numa dessas apresentações, sentado ao meu lado, e depois conversando alegre e displicentemente comigo e outras pessoas no saguão do teatro Margarida Schivasappa (ah, sim precisei consultar o Google para saber como é escrito esse nome), o prefeito Edmilson Rodrigues.

Tem duas coisas que tenho como características da cidade de Belém, e que não são absolutamente ortodoxas, aos menos uma delas não, e pode causar espanto: a cidade, ao menos na época, tinha cheiro de cultura, as pessoas na sua maioria, até mesmo as mais simples falando um português castiço, muito correto e até pomposo; e a outra é que tem um forte cheiro de... Sexo. Isso mesmo, sacanagem, putaria.

No final de semana que cheguei à cidade, hospedado num hotel próximo ao hoje extinto Doca Boulevard, fui até o local para espairecer , tomar uma cerveja. Cheguei ao local e entrei em uma livraria, onde comprei um livro, "O Carteiro e o Poeta", Antonio Skármeta, e me dirigi à frente, onde havia vários bares, procurei uma mesa, pedi uma cerveja e comecei a ler, mas já nas primeiras páginas, percebi na mesa em frente que umas quatro mulheres conversavam e pude perceber que o assunto dessa conversa era eu. Poucos minutos depois uma delas se levantou e parou em frente à minha mesa perguntando se podia se sentar. Menos de cinco minutos depois eu era convidado a ir a casa dela. Umas duas horas depois, recomposto e fumando um cigarro, eu a questionava sobre a atitude, o que ela respondeu com muita simplicidade, que ali, ao contrário de São Paulo, as mulheres quando queriam transar com um homem iam para cima. As mulheres de Belém eram muito mais liberais dos que as de São Paulo, disso não tenho dúvida. E esse episódio foi apenas um entre muitos que, confesso que de início um pouco assustado, presenciei e vivi, e que agora me trazem o cheiro de sexo quando me lembro da cidade.

Nos meses que seguiram, o árduo trabalho na Amazônia Celular não me impedia de criar, educar e manter meu filho mais novo chamado "A Barata".Voltei a escrever da forma que sempre o fiz, constantemente, e publicava tudo. Num dia recebi um email de um sujeito chamado Vladimir Cunha, perguntando se eu não gostaria de publicar um texto dele. Minha intenção original era a publicação de coisas minhas, mas concordei. Eu nem sabia, mas Vladimir era também de Belém. Logo depois dele, outro paraense começou a mandar textos para publicação, o Andrei Simões.

O primeiro texto de Vladimir era uma entrevista com Alejandro Jodorowsky, intitulada "O Homem Que Caiu na Terra", e o do Andrei era um conto chamado "Os Olhos do Unicórnio". Esses dois foram os primeiros colaboradores, e durante muitos anos participaram ativamente, com belos trabalhos. Andrei ainda mora em Belém e é meu amigo de Facebook, Vladimir perdi totalmente o contato.

Um episódio interessante ocorreu nessa época. Minha mãe estaria chegando de Praia Grande para passar uns tempos em Belém, então fomos ao aeroporto esperá-la. No voo que chegara um pouco antes, estava a trupe de Cássia Eller, que faria um show na cidade, que inclusive era patrocinado pela Amazônia Celular. Enquanto esperávamos, fiquei observando o pessoal descarregando os equipamentos e instrumentos, tudo coordenado firmemente pela própria Cássia, que trajando um macacão tipo jardineira, parava e colocava a mão entre as pernas, como que segurando o saco. Ríamos muito disso. Ela era uma figura, até mesmo fora dos palcos. Dias depois fomos ao show, foi a primeira e única vez que eu assisti uma apresentação dessa gigantesca cantora, que morreria meses depois.

As coisas iam bem, mas meu filho e minha mulher se sentiam tristes e não se adaptavam à cidade, e uma coisa é preciso ser dita, especialmente para as pessoas que bradam contra preconceito: sofremos muito preconceito em Belém, pelo fato de nós da minha família sermos muito brancos, e por sermos paulistas. Um dos meus filhos, que é a calma em pessoa, saiu no braço com um colega de escola por não aguentar mais ser chamado de "Osga", segundo eles, uma lagartixa muito branca. Dentro da própria empresa, sofri muita piada maldosa, escutei muito danoso. Entretanto, embora concorde que ninguém goste de ser tratado dessa forma, também concordo que as pessoas reagem contra pessoas de fora de sua tribo.Isso é "demasiadamente humano".

Essas reações, provocavam ainda o descontentamento deles, a ponto de minha mulher colocar fim no casamento e me obrigar a conseguir dinheiro para que retornassem a São Paulo. Eu não podia conceber a ideia de ficar longe de meus filhos, então, fiz um empréstimo e comprei as passagens, e posteriormente , acertei minha saída da empresa. Fiquei ainda um mês, sozinho em Belém, e com muito medo, pois estaria retornando a São Paulo absolutamente sem nada.

Nesse período, enquanto ainda aguardava para despachar a mudança, recebi um email, de uma jornalista em nome da TV Cultura, perguntando e eu gostaria de dar um entrevista e aparecer na televisão. Em principio achei que era alguma brincadeira, mas percebi que o domínio era realmente da emissora. Respondi que eu não estava em São Paulo, e portanto, infelizmente não poderia, mas que estava retornando. Claro que lamentei perder aquela oportunidade, e achei que nunca mais ocorreria, mas mesmo assim, numa matéria sobre sites pessoas veiculada no Vitrine em 20 de Setembro de 2000, foram exibidas imagens e comentado sobre o conteúdo.

Despachei a mudança e dias depois subi num avião e desembarquei no Aeroporto de Congonhas. Minha mulher tinha alugado um apartamento no bairro do Tatuapé. Lá estava eu, completamente perdido, sem trabalho, sem dinheiro.

Minha mudança demorou um mês até chegar, e nos dias que chegou recebo outro email da TV Cultura. A mesma jornalista, a belíssima Fernanda Danellon dizia que queria fazer uma matéria comigo sobre "E-zines" Claro que aceitei e a data marcada para dali a uns 10 dias, tempo suficiente para eu remodelar o "lay-out" do sítio, pois afinal era preciso aproveitar a oportunidade.

No dia e hora marcados, fiquei na porta do prédio esperando, achando que chegaria ali uma garota com uma bolsa grande e uma câmera, coisa assim, mas o que estacionou foi um caminhão, dele descendo umas quatro ou cinco pessoas, equipe técnica e a repórter. Subimos ao meu apartamento e ela fez o costumeiro ensaio, sobre o que seria perguntado, como seria o programa. A gravação durou mais de uma hora. E eu me senti um verdadeiro "pop star".

Antes de sair, Fernanda me disse que o programa, que era apresentado pelo Marcelo Tas, iria ao ar na semana seguinte. Mandei emails a todos os contatos que tinha, liguei para a família, e comprei uma fita VHS nova para gravar o programa. No dia marcado nada, e tive que aguentar a gozação. Eu assistia constantemente ao programa e tinha me conformado que talvez minha entrevista não tivesse sido boa, que não iria ao ar, mas na semana seguinte, no dia 1º de Novembro, quando o programa apresentava uma entrevista ao vivo com Zé do Caixão, a matéria entrou. Da mais de uma hora de entrevistas, colocaram-me falando não mais de um ou dois minutos, mas a reação foi muito boa. Recebia muitos emails de pessoas que diziam ter conhecido A Barata, e comentavam sobre o conteúdo, e pedindo para publicar seus contos, poemas, etc.

Claro que a exposição a uma grande mídia atrai também atenções também indesejadas, e assim foi que um velho conhecido, o tal de "Censura.Com.Br" deu as caras, colocando A Barata numa espécie de lista negra que havia lá, por causa do teor dos meus textos.

Fiz diversos editoriais sobre o assunto e republiquei um dos textos apontados por eles, substituindo palavrões pelo nome deles. Foi um barulho bom, e daí me surgiu de estalo, o "slogan" que foi o norteador até hoje: "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

Como disse anteriormente, eu tinha chegado a São Paulo sem trabalho, e enquanto não conseguia emprego formal, comecei a prestar serviço para uma empresa de informática de Santo André, para a qual também trabalhava um primo meu, o Anselmo. A empresa, HOB Brasil estava trabalhando num portal voltado à noite, erotismo, coisas assim, o "Guia do Prazer São Paulo".

Era em principio um quebra-galho, mas esse trabalho acabou se tornando meu ganha pão a partir daí. Um trabalho que na época rendia um bom dinheiro, e muito prazer, literalmente, já que acabei construindo sites para várias das maiores casas noturnas, "night clubs", ou seja, puteiros mesmo, de alto padrão, nos próximos dois anos. Nunca vi tanta mulher pelada junta na minha vida.

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

Deus
Barata Cichetto, na  época ainda assinando o nome verdadeiro, Luiz Carlos Cichetto

Um dia eu sonhei
Que eu tinha um sonho
Em que eu era apenas
Um sonho meu.
Então eu acordei do sonho
Dentro do sonho meu
E descobri que eu era apenas
Um sonho seu.

1/9/2000


 

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)
Belém do Pará, Ernesto Gaia Guimarães; Cássia Eller; TV Cultura; Fernanda Danellon; Marcelo Tas; Salomão Habib; Nego Nelson; Vladimir Cunha; Andrei Simões; Antonio Skármeta; Edmilson Rodrigues, E-zines; Hércules Bonafé; Anselmo Lazarini; HOB Brasil; Guia do Prazer São Paulo;
Trilha Sonora: Rush - Working Man
http://www.connectionnightclub.com.br

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POSTAGEM


1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.


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