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2001 - Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

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"2001 (MMI, na numeração romana) foi um ano comum do Século XXI que começou numa segunda-feira, segundo o calendário gregoriano. A sua letra dominical foi G. A terça-feira de Carnaval ocorreu a 27 de fevereiro e o domingo de Páscoa a 15 de abril. Segundo o Horóscopo Chinês, foi o ano da Serpente, começando a 24 de janeiro. Ano Internacional do Voluntário, Ano do Diálogo entre as Civilizações, Ano Internacional da Mobilização contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Todas as Formas de Intolerância"
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 7/9/2018

O ano de 2001 começou com um alívio e uma discussão: o Bug do Milênio tinha sido esquecido, e a discussão se aquele ou o anterior era o primeiro do século, da década. A parte tudo isso, o trabalho com a criação de sites ia de vento em popa. Por intermédio da HOB Informática, eu comecei a criar sites para "night clubs" de São Paulo. Depois do sucesso do Guia do Prazer São Paulo, comecei a trabalhar com casas como "Connection Night Club", uma casa de alto padrão na zona leste de São Paulo.Um lugar lindo, cheio de mulheres na maioria lindas, com clientes cheios de dinheiro. Até piscina aquecida, área com churrasqueiras e sauna tinha. Ali apareciam sempre celebridades, empresários, gente de grana, mesmo, já que tudo ali era muito caro.

Para essa casa eu criei um conceito de "Escola do Prazer", brincando com o fetiche "professor/alunas", onde havia áreas com as fotos das garotas trajadas de colegial, em que os clientes podiam atribuir notas. Era um projeto enorme, que foi muito bem pago, e na inauguração, houve um show com uma dessas modelos de capa da revista "Sexy", que foi devidamente leiloada entre os presentes. Nesse dia, o proprietário, um sujeito carrancudo, mas muito justo, me disse que eu poderia escolher qualquer garota da casa, já que tinha ficado muito contente com meu trabalho. Tínhamos um fotógrafo, mas eu fazia toda a direção, em cima do enredo que tinha criado.

Depois desse, vieram outros, alguns do mesmo proprietário, em São Bernardo do Campo, casas menores, mas nem por isso mais baratas, ou com mulheres piores. Todas eram luxuosas, com decoração majestosa, como a Bacos, que tinha réplicas de estátuas romanas. A gente estava se especializando em sites para essas casas, então vieram outras; e também cervejarias, floriculturas, fora os projetos que eu mesmo criei, nessa área, como o "A Noite&Cia", um guia noturno, e o "Belas On Line", numa jogada para brincar com a mesma nomenclatura "BOL", mas que era voltado para contatos e exibição de fotos eróticas.

Creio que em torno de uma centena de projetos para Internet eu criei somente naquele ano, mas um dos que mais me deixava orgulhoso, foi que ainda no final de 2000, como morava perto, resolvi voltar a frequentar a Led Slay, salão de Rock que era meu velho conhecido desde os tempos de adolescência. Sem perder a oportunidade, falei com os donos, já que a casa não tinha, e passei a criar e administrar. E isso, como podem imaginar é algo extremamente excitante, por todos os pontos de vista. Como "chefe" do site, eu tinha acesso livre à casa, e isso atraía a atenção de muita gente, desde bons amigos, a interesseiros, mas principalmente de mulheres que faziam de tudo para entrar de graça na casa. Depois de algum tempo, passei a ser figura disputada, e quando chegava, fazia uma fila de gente para me cumprimentar e, claro, aproveitar a carona. Foi nessa época que conheci algumas figuras carimbadas, como a Gigi Boquete, a Neide Caveirinha, que dizia ser presidente do "Caveirinha Moto Clube", mas nunca chegou de moto, só de colete, e a Rita Joplin, além de fazer grandes amizades, com pessoas que até hoje, mesmo que apenas por rede social, ainda são meus amigos, como Débora e Rafael Toledo, Cayo Santos e, particularmente, o ex-cunhado do meu primo, aquele meu sócio sacana da escola de informática, que acabou por ser meu braço direito na organização dos eventos que eu realizaria nos anos seguintes.

A Barata, o sítio, agora tinha um parceiro, o da Led Slay, e com essa parceria começou a encher de colaboradores. Em pouco tempo tinha centenas de poetas e escritores publicando, boa parte deles frequentadoras da Led. Infelizmente eu tentei resgatar ao menos parte desse material, mas as mídias onde foram feitas as cópias dessas versões estão ilegíveis.

Por intermédio de um dos desses frequentadores, o Alex Alves, conhecido por "Bigode", conheci outro poeta, de nome Manoel Alves Calixto, que entre outras coisas era membro do Movimento Humanista, que passei a frequentar e a colaborar com o boletim mensal.

A notícia de que A Barata em um local onde todos poderiam publicar seus textos sem pergunta nem censuras se espalho pela Internet, e vinham do país inteiro emails de artistas, que eram publicados sem questionamentos, fazendo com que o trabalho de atualização fosse diário. Era preciso,portanto, ampliar o negócio, dar a ele uma cara mais profissional, com endereço próprio.

Na época, o registro de domínio próprio era exclusivo a empresas, sendo inclusive necessário o CNPJ e o envio de contrato social à FAPESP, órgão que na época era a controladora dos domínios no Brasil. Falei com o Hércules Bonafé, dono da HOB e o registro foi feito em nome dessa empresa, o que se mantém até hoje.

No dia 5 de Abril de 2001, dia em que fomos a apresentação de Dio em São Paulo, no Credicard Hall, passou a existir o domínio abarata.com.br. Mais uma vez, eu tinha tentado apenas como "barata", mas esse já existia, e pertencia a uma empresa de dedetização, e como já existia o "a barata" no HPG, acabou ficando assim mesmo. A noite fomos, eu e meu filho Raul assistir Dio, e eu estava completamente orgulhoso, já que naquela época era bem raro um site que não fosse de empresa ter um domínio próprio. Durante a apresentação do cantor, devido às suas atitudes de grande apreço e simpatia com o público, eu soltei uma frase, ali colado na grade: "Rock é Atitude".Na hora saquei que aquilo poderia ser também usado, e passei, além do "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade" usar essa frase como "slogan". A Barata agora tinha um nome, um sobrenome, um apelido e, principalmente uma casa.

Acontece que ter uma casa custa dinheiro. Até então, estar na HPG era limitado e chato pelas propagandas que a gente tinha que engolir, mas era de graça. Com as despesas mensais de hospedagem a coisa complicava um pouco, e então era preciso gerar renda. E eu não tinha ideia de como fazer isso,já que comercialmente sempre fui fraco.A ideia veio pelo Luiz Alberto Machado, um escritor de Alagoas que vinha publicando seus textos no sítio, era fazer uma festa,um evento que envolvesse as áreas correlatas e pudesse render algum dinheiro, mas preferi outra, depois de uma andança de metrô, que foi fazer camisetas de propaganda, que os amigos poderiam comprar, e assim pagar as despesas.

Eu não tinha a menor ideia de como fazer isso, e a Internet ainda não era essa maravilha onde tudo se encontra e tudo se compra, então fui à região do Brás, precisamente na Rua Bresser, que sabia trabalhava com esse tipo de coisas, e acabei por confeccionar, se não falha minha memória, cinquenta camisetas, com um cagaço danado que o dinheiro, que eu tinha usado do aluguel, não pudesse ser recuperado. Coloquei avisos nas páginas e, para meu espanto, as camisetas começaram a ser pedidas. Aos montes. E para meu orgulho comecei a receber mensagens de pessoas que diziam ter visto alguém num ônibus ou metrô, e que tinham entrado para conhecer.

Acontece que essas camisetas eram de qualidade muito ruim, e algumas pessoas começaram a reclamar.Tinha que dar um jeito nisso, e um dia, falando ao telefone com meu compadre e amigo Reinaldo Aidano, que tinha se mudado para Maceió, ele me sugeriu um conhecido dele que trabalhava com confecção e estampagem em "silk screen", o Alexandre Strapola. Liguei para o sujeito e no dia seguinte ia a casa sele com uma arte em Corel contendo as duas artes, da frente e das costas. Na frente um "Rock é Atitude" e o famoso eremita da capa do disco do Led Zeppelin, e nas costas o logotipo, o "slogan" e o endereço. Aquele foi mais que o início de uma parceria comercial, que o "Strapola" passou a ser um dos meus maiores amigos, até os dias atuais presente.

Com as camisetas na mão, e as pessoas comparando, resolvi colocar em prática o projeto da festa. Acontece que eu não tinha a menor ideia de como fazer aquilo, como organizar um evento desses. Nunca tinha feito nada parecido, e não sabia nem por onde começar. Um dos amigos, frequentador da Led Slay, o Rodolfo era vocalista de uma banda tributo ao Saxon e eu falei com ele, que se colocou a disposição imediatamente.

Certo, eu tinha uma banda.E...? E eu morava no Tatuapé, exatamente no meio de duas das maiores casas de São Paulo, a Led Slay, gigantesca, e a Fofinho, um pouco menor.A segunda me pareceu mais adequada ao meu projeto e fui até lá, onde fui recebido pela Renata, que era filha dos donos, e a responsável pela contratação de eventos. Mostrei a ela meu projeto, os números de A Barata, e de imediato ela topou. Era o ponto de partida.

Sai a luta, a caça de parcerias, bandas, músicos, artistas, pessoas que estivem a fim de participar. Quando coloquei a notícia que tinha fechado o evento, que aconteceria nos primeiros dias de Janeiro do ano seguinte, um dos mais ativos colaboradores, o Marcelo Nicolau, ficou eufórico. Disse que tinha experiência co essas coisas e se propôs a ajudar. Morava em Jacareí, no interior de São Paulo, e já foi logo indicando uma banda da sua cidade e um artista gráfico. No final seguinte aportou no meu apartamento, com a namorada, e fomos a São Bernardo do Campo assistir a apresentação de uma das bandas que eu tinha conversado sobre a participação.

A banda "The Eddie Of Darkness" tinha entrado em contato na verdade, pelo email do site da Led Slay, reclamando sobre algum problema que tinha acontecido em um festival. Levei o problema a direção da Led, mas guardei o contato e, posteriormente conversei com Alexandre, que era o dono da banda, sobre a possibilidade de eles se apresentarem. Nem sabia que ele já conhecia A Barata, e quando falei sobre cachês, ele me disse que o único pagamento que queriam era uma camiseta "Rock é Atitude" para cada membro da banda. Fechado!

Naquele momento, eu tinha duas bandas, a Crusaders, que tocaria Saxon, a Vercilha Zaira, banda de Jacareí indicada pelo Nicolau, que tocaria Led Zeppelin, e a The Eddie, que faria um tributo ao Iron Maiden. Eu queria quatro bandas, então faltava mais uma. Nesse ínterim, aconteceu na Fofinho a apresentação de uma banda que tocava Dio, que tinha um vocalista que me impressionou demais, tanto pela qualidade vocal, quanto o timbre perfeito, idêntico ao original. Encostei no bar da casa e puxei conversa com Odair Cassani sobre o meu evento, e ele também topo na hora.

Agora era momento de correr atrás de divulgação, patrocínios, contratos, equipamento, e nesse ponto tive muito apoio do Graciano Abambres, e de outro amigo já de algum tempo,o João Kraciunas, uma das pessoas a quem mais devo, em amizade, neste mundo.

Conheci o João em 1996, por intermédio do meu primo Anselmo, que trabalhava na mesma empresa.A primeira vez que ele e a esposa foram na minha casa, já viramos a noite falando sobre Rock e Informática, uma paixão comum. A partir daí começaria uma amizade que perdura até hoje, e que já teve muita história, sempre que ele sempre se mostrou de um caráter e uma honestidade que jamais conheci. Quando me refiro a ele, chamo-o, sinceramente de irmão.

Voltando aos preparativos do evento, que eu chamei, sempre brincando com os apóstrofes em A Barata, de "Fest'A Barata", as coisas evoluíam rápido e, tirando algum problema mais simples, tudo saía a contento. Foi nesse ponto que algumas pessoas foram também muito importantes: o Elias Felimon, que editava um boletim chamado "Jornal das Estrelas" e que tinha experiência tanto no meio poético quanto no gráfico, e fez uma edição especial da revistinha que eu também tinha começado a fazer meses antes, e que, aliás, eu esqueci de citar, que era a "Revist'A Barata", que era feita em xerox e distribuída como forma de divulgação do sítio. Eu tinha feito apenas duas edições dessa forma, e com tiragem bem pequena, abaixo de cem exemplares, e ele se propôs a fazer uma especial da Festa, com uma tiragem bem maior.

Outra pessoa foi o Paulo Rogério, que eu tinha conhecido, vadiando pela Internet e que tinha uma web radio, coisa totalmente inédita no Brasil na época. (Aliás, embora eu não tenha feito nenhum grande estudo ou pesquisa histórica, mas posso arriscar a dizer que a "Rock Geral" foi a pioneira na área nessas terras.) Nos aproximamos muito, a ponto de criarmos uma parceria muito forte, onde acabei por criar logotipia e sites novos para ele, e fornecer ideias para a programação, indicar musicas e fazer a ponte entre a rádio e as casas que eu conhecia. A Rock Geral, durante mais de um mês veiculou chamadas para o evento, e o Paulo compareceu trazendo vários amigos para prestigiar.

E por fim, outra figura muito importante foi o Marcos Cintas Motolo, que era presidente do Piece Of Maiden Fan Club, um fanático por Iron Maiden, que tinha o corpo praticamente tatuado com referências à banda, e batizado o filho com o nome de "Steve Harris". Marcos trouxe todo o fanclube para prestigiar o evento, e ainda uma pequena exposição com memorabília. Anos após se tornou líder evangélico.

Com tudo praticamente pronto, incluindo cartazes, filipetas e ingressos personalizados, além do programa, que incluía varal de poesia, organizado por mim e pelo Calixto, uma grafitagem ao vivo com um artista de Jacareí, performance teatral também com um artista daquela cidade, ambos trazidos pelo Nicolau, e ainda a banda iniciante Libertinagem, a única a apresentar trabalho próprio, além de Ozi dos Palmares, um alagoano radicado em São Paulo, indicado pelo Luiz Alberto Machado.

A Barata tinha se tornado um polo importante de divulgação de Rock e de Poesia, e portanto foi fácil conseguir o apoio de outros veículos, como o Whiplash, que tinha começado na mesma época, com uma vocação exclusiva de ser um site de Rock, e uma série de outros, incluindo a revista de circulação nacional "Zer0".

Era chegado o final do ano,que poderia ser ou não o primeiro da década, do século, do milênio, mas que decerto foi marcado como o primeiro ano em que A Barata se firmou como um dos maiores sítios na área de Rock e Cultura Alternativa.

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

 Lady Fantasy
(Um Blues Ou Uma Balada Rock...)
Barata Cichetto, na  época ainda assinando o nome verdadeiro, Luiz Carlos Cichetto

Existe uma mulher que pensa que qualquer coisa realiza sua fantasia
Agora ela comprou sua bebida em sofisticados bares caros
Imaginando que aquilo poderá de qualquer jeito lhe aplacar a afasia
Oh, minha Lady, deixa eu beijar seu peito e seus olhos claros.

Existe uma senhorita que acredita poder comprar o tempo inteiro
Ao mesmo tempo em que desdenha dos sonhos que eu tenho
E enquanto eu lhe componho poemas escritos com caneta tinteiro
Ela olha de soslaio bebericando, tratando meu poema com desdenho.

Há uma garota que pensa que qualquer coisa dourada é ouro
Que poderá comprar a felicidade igual a uma garrafa de gim
Mas ela desconhece que dentro de meu surrado blusão de couro
Existe um coração cansado, batendo diariamente dentro de mim.

Tem uma garota linda que de Lady Fantasy eu chamo
Que não deixa de olhar para mim com um olhar torto
Mas, minha Fantasia, eu sei que ainda posso e a amo
E não pense que um coração antigo é um coração morto!

22/5/2001

 

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)
Paulo Rogério; Rock Geral; Revist'A Barata; Elias Felimon; Luiz Alberto Machado; Reinaldo Aidano; Alexandre Strapola; Luiz Alberto Machado; Connection Night Club; Bacos Night Club; Medieval Nigth Club; Led Slay; Fofinho Rock Club; Renata Alves; Graciano Abambres; Debora Toledo; Rafael Toledo; Cayo Santos; Cezar Bastos; Cezar Heavy; Tublues; Alex Alves de Gusmão; Led Zeppelin; Saxon; Graciano Abambres; Marcelo Henrique Vieira Nicolau; Festa Barata; Vercilha Zaira; Libertinagem; Black Rainbow; Odair Cassani; Crusaders; The Eddie Of Darkness; Ozi dos Palmares; Crusaders; João Kraciunas; Marcos Motolo; Piece Of Maiden Fan Club; Gigi Boquete; Neide Caveirinha;
Trilha Sonora: Ronnie James Dio - The Last In Line
http://www.hobbrasil.com.br

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POSTAGEM


1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.


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