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2005 - Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

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"2005 (MMV, na numeração romana) foi um ano comum do Século XXI que começou num sábado, segundo o calendário gregoriano. A sua letra dominical foi B. A terça-feira de Carnaval ocorreu a 8 de fevereiro e o domingo de Páscoa a 27 de março. Segundo o Horóscopo Chinês, foi o ano do Galo, começando a 9 de fevereiro. Foi designado como: O Ano Internacional da Física, O Ano Internacional do Microcrédito, O Ano Internacional do Esporte e Educação Física, O Ano Ibero-americano da Leitura, O Ano da Eucaristia, pelo papa João Paulo II, O Ano do Brasil na França."
Escrito e Publicado por Barata Cichetto em 11/9/2018

Quando tive a ideia de escrever finalmente a história de A Barata, não imaginei que fosse dar tanto trabalho, e que, ademais, eu não tivesse tanta coisa assim para contar, sempre achava que tinha feito pouco afinal. Mas quando comecei a escarafunchar as catacumbas da memória e os meus CDs antigos, pastas de papelada, comecei a recordar de coisas que nem lembrava mais, e percebi que tinha muito mais gente e fatos do que em principio e lembrava. Tem sido um exercício rico em experiências revividas na memória, e espero que para aqueles que estão acompanhando essas histórias possa ser uma viagem.

Ontem, quando acabei de publicar o texto referente a 2004, um amigo, de Facebook, o artista plástico de Campinas Smile Delacoeur, comentou sobre o que tinha lido, o incidente no "Kazebre" Então, me senti no dever de contar o ocorrido com mais detalhes. O Kazebre é uma casa que na época era a maior de São Paulo, um espaço imenso, localizado na periferia da Zona Leste. Como nessa época eu trabalhava em parceria com a banda Crusaders, por intermédio da Ana Luiza e Danilo Toloza, fomos até lá tentar montar um festival, nos moldes da "Fest'A Barata. Lá fomos recebidos por um sujeito que era Policial Civil, e tinha a função de Chefe de Segurança da casa. Como não conseguimos o intento do festival, ele nos convidou a entrar e curtir. Já na entrada, uma fila gigantesca e daquelas revistas constrangedoras. Até ai, tudo bem, mas o pior aconteceria ainda. Estávamos eu, os casal citado e mais meu filho mais velho, o Raul e um amigo dele, o Éder Henrique, conhecido por "Piauí" Ficamos por ali, particularmente eu e os dois garotos, apreciando o agito, enquanto Danilo e Ana estava mais atrás, namorando. Num dado momento, o tal Segurança se aproximou de um garoto sentado num tronco de árvore bem a nossa frente, puxou uma arma da cintura e enfiou na cara dele. Foi assustador, o segurança puxando uma arma e encostando na cabeça do moleque, bem na nossa frente, e depois dando com a cabeça dele numa torre de madeira, que aliás parecia uma dessas de campo de concentração, com holofotes e tudo. Ele batia e gritava com o moleque. segurando pela nuca. Depois jogou no chão, e tornou a apontar a arma. fiquei em pânico e só pensei em puxar meu filho para trás de mim, e chamar os dois namorados para sairmos rápido dali. Nunca mais voltei ou voltarei naquele lugar.

Com relação às já tão famosas "erratas", ou melhor ratas, mesmo, com relação a acontecimentos, nomes e pessoas esquecidas, deste episodio fica por conta do nome da casa que era da Lu Brandão na Rua Augusta, aonde eu ia sempre aos domingos: na a ver com o que lembrava, o nome era "Hole Club". Agradeço a própria Lu, que na postagem colocada no Facebook, onde aliás nenhum dos senhores marcados lembrava, esclareceu. Uma pessoa a quem admiro muito, diga-se de passagem.

Bem, agora, o momento que todos esperam: sacanagem, a mais deliciosa e pura sacanagem. Momentos de puro êxtase, glorioso tesão e com algumas pitadas de violência gratuita (hein?!).

Em 11 de Julho, portanto pouco mais de duas semanas após o dia do meu aniversário, quando conversamos pela primeira vez, estava eu de casa nova, de mulher nova. Carreguei apenas o que cabia num Fiat Uno: roupas, documentos, livros, CDs e o computador, e aportei num quarto à beira de uma linha de trem, sem causar um chororô danado, que dias após se transformaria em boletim de ocorrência por abandono de lar e uma ação que me impedia de chegar perto de minha ex-mulher, coisa aliás que eu não pretendia.

Naqueles dias, A Barata, e um texto meu publicado foram parar na delegacia. O texto onde eu falava sobre os sentimentos que tinha no momento, foi usado como prova do meu abandono de lar, e de que eu estava com outra pessoa. Tudo devidamente sacramentado, enquanto eu, particularmente estava mais preocupado com orgasmos volumosos e altamente líquidos. Muito líquidos e muito volumosos, aliás.

Meu relacionamento com a Cris tinha começado exatamente no dia no meu aniversário, e eu mergulhei de cabeça nele, desfrutando de todas os prazeres disponíveis, desde os mais simples, como beber latas e latas de cerveja, copos e copos de vodka, e garrafas e garrafas de vinho barato, até transar em todos os lugares onde poderia sonha minha vã (vil?) filosofia, e depois disso, me entregar a outro "prazer" que eu não conhecia: porradas e quebradeiras domésticas.

A Cris foi, sem dúvida, a mulher mais sexual que eu jamais conheci. Sexual não significa sensual, ao menos não necessariamente. Tudo aquilo, e todos aqueles (e todas aquelas) que lhe pudessem render prazer ela aceitava. Uma mulher pequena, com menos de um metro e meio, mas com um quadril daqueles invejáveis, e seios enormes, ela tinha um olhar que deixava qualquer um de pau (ou grelo) duro. Era capaz de encharcar uma cama quando acabava de gozar, de trepar em qualquer lugar, desde o meio da rua encostada num poste ou muro, até num motel fedendo a urina. Não tinha nenhum limite, nenhum parâmetro social padrão, nenhuma referência. A não ser o pai, por quem era absolutamente (até absurda e exageradamente) apaixonada, a ponto de tentar imitar até mesmo as conquistas sexuais, dito que o cidadão era um mulherengo daqueles.

Essa falta de qualquer referência, ou de freio, como prefiram, entretanto tinha lá seus problemas, pois do nada, ela se aquietava num canto, ficava horas, até dias sem abrir a boca, e quando o fazia era para desferir ofensas de todas as espécies, ou tomar atitudes como sair pelo meio da rua, na madrugada, só de calcinha e sutiã, ou ligar para o primeiro numero de telefone de um ex-amante. Uma das coisas que mais me assustaram foi uma noite em que fomos a Fofinho e ela começou a beber muito e depois iniciou o "strip tease". Quando estava só de calcinha, arrastei-a para fora e a levei para casa. No caminho ela não abriu a boca, sentada no banco traseiro do ônibus, olhando para um ponto fixo fora da janela. Quando chegamos em casa, ela se sentou na cama e ficou com o olhar perdido durante mais de uma hora, depois se levantou, foi a estante onde eu guardava meus preciosos CDs, jogou tudo no chão e começou a pisoteá-los, inclusive sangrando os pés. Eu não sabia o que fazer, pedia que ela parasse, mas ela parecia em transe. Depois voltou para a cama e sentou, completamente calada novamente. Quando me sentei a seu lado, ela começou e puxar meus cabelos e me dar tapas, no peito, e onde mais alcançasse. Aí parou, pegou o batom e pintou o rosto inteiro de vermelho, e começou a gargalhar. Foi um espetáculo apavorante, até que ela começou a chorar e dizer que não sabia o que tinha acontecido, que era "ela" de novo, se referindo a uma entidade, que a estaria judiando.

Aquela noite terminou com a Cris querendo sexo durante horas. Parecia não ter limite a sua fome sexual. Dormimos já por volta de meio dia. Minha cabeça estava uma confusão com tudo aquilo, que eu não tinha explicação. Seria algo sobrenatural? Possessão ou coisa parecida? A resposta veio cerca de uns dois meses depois, pela boca da própria: aquilo tudo tinha sido uma farsa, teatralizada, segundo ela própria, para me assustar e me fazer ir embora.

Aliás, isso de ir embora é outra parte bem doida. Em um ano e meio que durou aquele relacionamento, nos separamos quatro vezes. Às vezes no meio de bebedeiras, às vezes depois de uma trepada gloriosa, às vezes porque tinha rolado uma briga homérica. Eu apanhava minhas coisas e ia embora, para no máximo umas duas ou três horas depois, normalmente quando acabava sua bebedeira, ela me ligar pedindo que eu voltasse para casa, que estava com saudades. E eu me negava, até o ponto em que ela começava a falar que estava louca para transar comigo, que estava com um tesão desgraçado. Aí não tinha jeito, eu saía de onde estivesse, ia do jeito que podia e ia bater na porta dela, de pau duro já fora das calças. Aí a gente trepava até esfolar.

A Cris tinha uma grande semelhança com a Betty Boop, personagem de um desenho animado ainda dos anos 1930, e se orgulhava disso. Até o formato da cabeça e a bundinha arrebitada era igual. E ela tinha, sim, um lado extremamente materno e infantil em muitos momentos, o que lhe dava, mais ainda, um toque de sexualidade impossível. É claro que todos esses ingredientes juntos numa única pessoa não faziam dela a pessoa mais sensata ou responsável, e o meu lado racional começou a não gostar daquilo tudo, e numa das separações que tivemos acabei indo morar em Praia Grande, sem que ela soubesse onde eu estava. Ela descobriu o endereço e me mandou uma carta enorme, escrita a mão. Dentro do envelope, cheirando a desodorante íntimo, um montinho de pelos pubianos. Na carta ela dizia que tinha raspado tudo, e que a prova estava ali. Enlouqueci, claro, afinal ela sabia como pegar no meu Calcanhar de Aquiles, que era uma "raspadinha". Ela acabou indo morar comigo, num apartamento que aluguei e mobiliei, mas poucos meses depois, voltávamos para os fundos da casa da mãe dela, deixando para trás um rosário de dívidas.

Uma das coisas que frequentemente era motivo de brigas homéricas, era o fato de que a Cris, dezenove anos mais nova, queria ser mãe, e eu jamais poderia lhe proporcionar isso, já que desde 1990 tinha feito vasectomia. Ela procurava médicos, enlouquecia tentando achar formulas de reverter, mas eu de fato não queria, o que a deixava ainda mais furiosa. Nesses momentos ela saia e desaparecia até por dias inteiros, e depois vim a saber aonde ela ia: se encontrar com uma antiga namorada. Cerca de dez anos depois, fiquei sabendo que finalmente ela tinha conseguido o intento de ser mãe.

A derradeira noite foi exatamente assim. Depois de uma briga, ela saiu e apareceu em casa somente na manhã do dia seguinte, completamente bêbada e com os cabelos molhados. Dava para imaginar onde estivera, e então começamos uma briga que continuou até o meio da tarde. Nesse dia todos os nossos limites foram extrapolados, quebrados. Entre outras coisas ela apagou um cigarro na minha perna, mordeu meu rosto, me deu tapas nas costas. Eu pedia para parar e ameaçava revidar, até que no auge da fúria desferi-lhe um tapa no rosto, o que a jogou sobre a cama. Com a ajuda da própria mãe dela, arrumei minhas coisas e fui, dessa vez em definitivo, embora. Ela ainda tentou me ligar alguma vezes, mas resisti bravamente (hehehe!). Nunca mais a vi ou ouvi falar dela, a não ser a poucos anos, quando naquelas conversas sem nada em comum fiquei sabendo que tinha se tornado mãe.

Então, espero que tenham ficados satisfeitos, caros leitores, com o relato daquilo que chamo de "Minha Fase Bukowski", mas alguns perguntarão: e A Barata, onde entra nisso? Exatamente, não entra. Durante esse período o sítio ficou inteiramente relegado a segundo (ah, tá, décimo segundo) plano. A única coisa que eu fazia era publicar poemas que escrevia para a Cris. E foram quase uma centena, creio, que poucos anos depois viriam a se agrupar num livro chamado "A Incrível e Triste História do Príncipe Encantado e da Pequena Princesa, ou: A Verdadeira História da Betty Boop", que foi o primeiro a ser publicado na íntegra no sítio, mas que nunca ganhou, nem ganhará versão em papel.

As únicas coisas que ainda poderiam me recordar que eu tinha um sítio, que naquele momento era um portal enorme, com centenas de pessoas publicando, bandas querendo ter página, mas que eu tinha deixado totalmente de canto, era a presença sempre marcante do Marcio Baraldi, que mantinha viva sua colaboração financeira e suas promoções de livros, e o fato de que alguém, que não lembro que, para variar, criou no então muito movimentado Orkut, uma comunidade, "A Barata", onde as pessoas compartilhavam lembranças das "Fest'As", sugeriam matérias, coisas assim. Eu muito pouco dava as caras por lá. Meu orgulho naquela rede social, foi que nessa época, sem querer, encontrei a página de uma pessoa totalmente desconhecida, que usava o nome de "Véio Gil, Cavalheiro Pedalante", que ostentava, em sua página de rosto, um poema meu, chamado "Minha Geração", em vermelho. De alguma forma, aquilo foi o que me deu uma bela chacoalhada e me fez repensar meus caminhos.

Quando tudo isso terminou era quase no final do ano de 2005. Eu estava sem eira nem beira, sem ter onde morar. Fui então ficar na casa do meu velho amigo João Kraciunas, uma edícula bem ajeitada. Lá, eu e o "JK" passávamos noites e noites falando sobre Nietzsche e bebendo cerveja. Foram três meses, após os quais aceitei a proposta da mãe de meus filhos, para um retorno, que agora tenho como uma das decisões mais desastrosas que já tomei. Um relacionamento rompido é como um vidro trincado, não é o que sempre dizem? É nisso eu sou bem mais radical: tentar retomar um relacionamento rompido é como comer o vômito depois de um porre de um bom vinho, achando que nele ainda há a boa essência do vinho. Isso é nojento.

Poesia do Ano

Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

A Verdadeira História da Betty Boop
Barata Cichetto

A minha amada tem belos olhos e lindos cílios negros
Jeito de mulher, alma de menina e corpo escultural
Um quê daquelas deusas de antigos épicos gregos
Mulher madura, ser humano normal, espírito natural.

A minha amada, entretanto, tem um jeito diferente
Jeito de personagem de desenhos animados antigos
Dos que minh'alma recorda com saudade pungente
Lembrando que o tempo é senhor de todos os abrigos.

A minha amada tem jeito mas não é um personagem
É real feito meu desejo, real quanto é a minha alegria
Bela quanto uma pintura, um quadro ou uma imagem
Diferente e diferente, quanto noite muito difere do dia.

Minha amada tem a alma transparente e cristalina
Transparente mas não frágil quanto cristal brilhante
Então eu a amo tanto, minha amada, minha menina
Eterna Betty Boop, pedra preciosa, eterno diamante.

28/4/2005

 

PALAVRAS E PESSOAS-CHAVE (keypeople and Keywords)
Lu Brandão, Hole Club; Cris Fahr, Marcio Baraldi; Orkut; Betty Boop; Inferno, Club, A Lôca; Véio Gil Cavalheiro Pedalante; João Kraciunas; Solange Viático; Smile Delacoeur; Kazebre; Danilo Toloza, Ana Luiza Toloza; Crusaders; Éder Henrique; Raul Cichetto;
Trilha Sonora: Lemmy & Wendy O'Williams - Jailbait
https://pt.wikipedia.org/wiki/Betty_Boop

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POSTAGEM


1958

O Início Antes do Início
Até chegar à Internet há um longo caminho.

1990

Antes da Internet Havia Vida (Também)
E o importante é que eu tinha Internet, eu tinha Internet, tinha Internet.

1997

O Banheiro da Internet
Na pífia Internet dos anos 1990, uma cidade chamada Geocities.

1998

A Melhor Decisão, ou a Pior Decisão? E a Segunda Edição do Banheiro da Internet
Começam as polêmicas com um manifesto contra o aborto.

1999

As Baratas Cascudas Crescem nas Alamedas
Mudança para Belém, PA. Inspirado nas enormes baratas-cascudas da região surge o nome A Barata, no HPG, primeiro host gratuito brasileiro.

2000

Belém com cheiro de sexo e cultura; e a A Barata na Vitrine.
Retorno a São Paulo, e entrevista ao programa Vitrine da TV Cultura. Em função disso, o site se projeta e alcança grande audiência.

2001

Rock é Atitude, com Dio em São Paulo, e A Barata Com Endereço Próprio
Dia 5 de Abril, dia da apresentação da banda Dio em São Paulo, passa a existir o domínio abarata.com.br. Criado o sub-slogan, "Rock é Atitude!", que passa a estampar as camisetas criadas nessa época.

2002

O Ano em A Barata se firma como uma referência no meio de Rock e Cultura Underground.
Um ano dos mais importantes e frenéticos, que começou em Janeiro, com a "1ª Fest'A Barata", continuou em março, quando fui convidado a escrever texto para o Jornal do Brasil, e terminou o ano com o já batizado "Barata" como gerente da Patrulha do Espaço.

2003

O Ano da Patrulha do Espaço, e da Segunda Fest'A Barata. O Sítio Rompendo Fronteiras da Internet
Um ano intenso, viajando pelas estradas do interior de São Paulo e do Sul do país a bordo do "Azulão" me fazem entender melhor os bastidores de uma banda e de um show de Rock, e do trabalho complexo do lançamento de um disco. E um dos meus maiores orgulhos roqueiros: ".ComPacto"

2004

Marcio Baraldi e o Mascote; A Barata no Ônibus Mágico
O cartunista Marcio Baraldi, "o mais Rock'n'Roll do Brasil" se envolve no projeto, através de apoio financeiro e da criação do mascote, uma barata hippie e simpática. "Vinho, Poesia & Rock'n'Roll, no Magic Bus Bar. Organizamos a apresentação da banda "Malefactor" em São Paulo no mesmo local. Projeto "Sabbath Trifásico" na Led Slay, com três bandas de três diferentes vocalistas.

2005

Betty Boop, Orkut e Morangos Com Chocolate
Muito Sexo, Muita Poesia e... Pouco Rock'n'Roll. E A Barata Que é Bom Nada! Ou Ainda: Bukowski Foi Até a Favela Buscar Cerveja e Ainda Não Voltou!

2006

- "Nóis Fumo, Mas Vortemo" ou Antes do Começo e Depois do Fim, ou Ainda: Racumin é Para Matar Ratos, Mas Eu Sou Barata
Depois de nove anos, por pressão financeira, o sítio fica fora do ar por um mês. O apoio de Marcio Baraldi e Belvedere Bruno foram fundamentais ao seu retorno. Mas em função do crescimento das redes sociais e dos blogs, a frequencia diminui. Um'A Barata sem eira nem beira.

2007

Barata, Um Quase Garoto de Programa; Sangue de Barata e Um Festival Ganho Com Prêmio Nunca Recebido; Uma Fofinha na Fofinho e Peixes no Meu Aquário
"Sangue de Barata", interpretada pela banda Tublues, vence o "1º Festival Rock na Net", que teve o apoio e a participação intensas do site. O poema "Desgraçados" leva Menção Honrosa em concurso literário "Elos e Anelos". E uma permuta estranha com uma garota de programa. Um ano agitado, Barata com voando alto. E no fim se esborrachando no chão.

2008

O Ano Que Nunca Deveria Ter Existido; E Que Não Foi Daqueles Que Nunca Acabaram, Mas Que Parece Que Nunca Sequer Começaram
As redes sociais mostram seu poder: ninguém está à Salvo. A Revist'A Barata passa a ser o carro-chefe; A Barata deixa de ser um Portal e se torna um site pessoal. Uma Revolução fracassada.

2009

Barata: Liberdade de Tesão e Tesão de Liberdade, Solidão, Poesia e Muito Rock'n'Roll, de Volta Para o Futuro
Rádio Barata Don't Stay Mais Aqui, e o que resta é uma Lágrima Psicodélica e uma loirinha má. Veteranos na Led Slay e putarias no Arco-íris. E entram em cena a Gostosona de botas pretas e decote honesto que só falava das filhas, e a Gostosinha de minissaia que queria prender o pai da criança.

2010

A Gostosona, Amyr Cantusio Jr, Vitória, Editor'A Barata Artesanal e Rádio Cultura
A Gostosona dá as caras... E muito mais: a união com Izabel Cristina Giraçol muda a trajetória de Barata. Uma visita a Fernando Pessoa no museu, criação da Ópera Rock Vitoria, em 20 dias. Participação em programas da Rádio Cultura de São Paulo, Rádio Barata, na Radio Lágrima Psicodélica.

2011

Criação da KFK Webradio, Oficina de Webradio, Visita a Uma Rádio AM. O Ano da Inauguração do Ódio no Poder
Enquanto Caetano Veloso é noticia na mídia se preparando "para atravessar uma rua do Leblon", Barata se prepara para cagar em Guaianases, e depois lançar a Opera Rock Vitória, e fazer outras coisas como criar a KFK Webradio, com o mote "A Rádio Que Toca Ideias."

2012

Um Quase e Um Fim Para a KFK Webradio; Barata a Ferro e Fogo; Confraria dos Loucos, Oficina de Literatura; A Autobiografia Não Autorizada e Uma Enxurrada de Livros; Fanzinada e Politicamente Incorreto ao Quadrado.
Enquanto o mundo não chega ao fim, Barata se encarrega de escrever e lançar sua autobiografia não autorizada, e faz meia dúzia de lançamentos literários, incluindo um malfadado primeiro livro por uma editora, e ainda lança quatro edições de uma revista impressa. Surge o Barata À Ferro e Fogo e no final do ano, a primeira das belas edições de Politicamente Incorreto ao Quadrado.

2013

Sem Estripulias Eróticas, Um Ano de Muitos Livros, Revistas e Rock'n'Roll. PI ao Quadrado ao Redor do Mundo, e a Criação da Revista Gatos & Alfaces
2013, o ano em que a literatura do escritor Barata e a arte do artesão de livros Barata se deram as mãos e produziram muito mais que poderiam supor. E duas mortes no mesmo abalando minhas estruturas poéticas: Lou Reed e Paulo de Tharso.

2014

Barata e o Rock Brasileiro: Ainda Respira. Uma Estrela Nua na Gatos & Alfaces e Nua Estrela no Rock In Poetry na Vitrine da Galeria Olido
A Gatos & Alfaces aparece e se firma como alternativa à poeira irrespirável das publicações; surge o Barata Rocker; revelações bombásticas sobre a Gostosona; e Barata novamente no Talk Show. Tudo isso e mais, na "Saga de Uma Barata Rebelde".

2015

Barata e Aranha; Rock In Poetry and Rick'n'Roll; a Volta e Revolta na Galeria Olido; Muqueta na Oreia Sem Flores Nem Fogo; E o Fim Trágico da Gatos & Alfaces. Jesus Não Tem Dentes no País...
O que era para ser o ano da definitiva sedimentação da Gatos & Alfaces, se torna o de seu sepultamento. Depois de duas edições da revista, incluindo uma totalmente colorida, e três do evento, chega ao final um projeto, mais que isso, de um sonho. Lançamento de Troco Poesia Por Dinamite

2016

Barata: Meu Malvado Favorito e A Tartaruga Feliz, Alianças de Casamento; He Don't Me In Stay; Barata Reversa, Pictures (Not) In Exhibition à Sombra de Uma Morta Viva
Filhos da puta do mundo uni-vos: Barata está na área. A complicada experiência de escrever um livro infantil, o rompimento com a Stay Rock Brasil e a criação da Reversa Webradio. E do casamento oficial com Bell nasce o Senhor Giraçol e um "novo" artista plástico.

2017

Rock In Poetry no Sauer Rock Bar; Retorno da KFK Webradio Com a Devassa Cris Boka de Morango; Barata Num Vídeo Pornô e o Manual do Adultério Moderno
Uma Nua Estrela almoçando arte pornográfica com o Grande Guerreiro Louco; Juro não cumprir nenhuma promessa. Frank Zappa não mora mais aqui.; Barata, a Devassa e os Domadores de Tempestade: no Sauer Rock Bar; Blues Riders On The Storm and The Vikings Are Coming e um Manual do Adultério Moderno

2018

Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?
Ao completar sessenta anos de idade, tudo o que podia ser chorado já foi chorado, como vovó dizia e Raul afirmava plenamente. O trem do futuro leva a Araraquara. Macunaíma, os irmãos Martinez, e a cidade das árvores. O futuro não pertence ao pensamento. Informação demais é pior que nenhuma.


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