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A Aeronave
Augusto dos Anjos
Cindindo a vastidão do Azul profundo,
Sulcando o espaço, devassando a terra,
A aeronave que um mistério encerra
Vai pelo espaço acompanhando o mundo.

E na esteira sem fim da azúlea esfera
Ei-la embalada n’amplidão dos ares,
Fitando o abismo sepulcral dos mares,
Vencendo o azul que ante si s’erguera.

Voa, se eleva em busca do infinito,
É como um despertar de estranho mito,
Auroreando a humana consciência.

Cheia da luz do cintilar de um astro,
Deixa ver na fulgência do seu rastro
A trajetória augusta da Ciência.

Ordem Alfabética

A Aeronave
A Árvore da Serra
A Caridade
A Dança da Psiquê
A Dor
A Esmola de Dulce
A Esperança
A Floresta
A Fome e o Amor
A História de Um Vencido
A Idéia
A Ilha de Cipango
A Ilusão
A Lágrima
A Louca
A Luva
A Máscara
A Meretriz
À Mesa
A Minha Estrela
A Morte de Vênus
A Nau
A Noite
A Obsessão do Sangue
A Um Carneiro Morto
A Um Epilético
A Um Gérmem
A Um Mascarado
A Uma Mártir
A Vitória do Espírito
Abandonada
Aberração
Afetos
Agonia de um Filósofo
Alucinação á Beira Mar
Amor e Crença
Amor e Religião
André Chénier
Anseio
Anseio (Outro)
Ao Luar
Aos Meus Filhos
Apocalipse
Apóstrofe á Carne
Ara Maldita
Ariana
As Cismas do Destino
As Montanhas
Asa de Corvo
Aurora
Ave Dolorosa
Ave Livertas
Barcarola
Budismo Moderno
Canto de Agonia
Canto Íntimo
Caput Immortale
Ceticismo
Cítara Mística
Contrastes
Coração Frio
Cravo de Noiva
Debaixo do Tamarindo
Decadência
Depois da Orgia
Dolências
Dolências (Outra)
Duas Estrofes
Ecos d'Alma
Eterna Mágoa
Festival
Gemidos de Arte
Gozo Insatisfeito
Guerra
Hino á Dor
Hommo Infimus
Ideal
Idealismo
Idealização de Uma Uma Humanidade Futura
Idealizações
Il Trovatore
Infeliz
Insania
Insânia de Um Simples
Insônia
Lirial
Louvou á Unidade
Mágoas
Mãos
Mártir da Fome
Martírio Supremo
Mater
Mater Originalis
Meditando
Minha Árvore
Minha Finalidade
Mistérios de Um Fósforo
Mistica Visio
Monólogo de Uma Senhora
Monólogo de Uma Sombra
Natureza Íntima
Nimbos
No Campo
No Claustro
No Meu Peito
Noite do Visionário
Noivado
Noli Me Tangere
Nome Maldito
Noturno
Noturno (Outro)
Numa Forja
O Bandolim
O Caixão Fantástico
O Canto da Coruja
O Canto dos Presos
O Condenado
O Corrupião
O Coveiro
O Deus Verme
O Ébrio
O Fim das Coisas
O Lamento das Coisas
O Lázaro da Pátria
O Lupanar
O Mar
O Mar, a Escada e o Homem
O Martírio do Artista
O Meu Nirvana
O Morcêgo
O Negro
O Pântano
O Poeta do Hediondo
O Riso
O Sarcófago
O Último Número
Ode Ao Amor
Onipotência
Os Doentes
Pálida Luna
Pecadora
Pelo Mar
Pelo Mundo
Peste
Plenilúnio
Poema Negro
Primavera
Psicologia de Um Vencido
Quadras
Queixas Noturnas
Régio
Revelação
Ricordanza Della Mia Giuventu
Saudade
Sedutora
Senectude Precoce
Sofredora
Solilóquio de Um Visionário
Solitário
Sombra Imortal
Soneto (A orgia mata a...)
Soneto (A praça...)
Soneto (Adeus...)
Soneto (Agregado...)
Soneto (Ao Meu Irmão)
Soneto (Canta teu riso...)
Soneto (E ele morreu...)
Soneto (E o mar...)
Soneto (Espaço...)
Soneto (Gênio das trevas...)
Soneto (Na etérea limpidez...)
Soneto (Na rua em funeral...)
Soneto (N'Augusta...)
Soneto (O sonho, a crença...)
Soneto (O Templo da Descrença...)
Soneto (Ouvi, Senhora...)
Soneto (Para onde fores...)
Soneto (Para que nesta vida...)
Soneto (Para quem tem na vida...)
Soneto (Senhora, eu...)
Soneto (Vamos, querida!)
Sonetos Ao Pai
Sonho de Amor
Sonho de Um Monista
Súplica Num Túmulo
Supreme Convulsion
Tempos Idos
Terra Fúnebre
Treva e Luz
Trevas
Triste Regresso
Tristeza de Um Quarto Minguante
Ultima Visio
Último Credo
Uma Noite no Cairo
Vae Victis
Vandalismo
Vencedor
Vencido
Vênus Morta
Versos a Um Cão
Versos a Um Coveiro
Versos de Amor
Versos de Um Exilado
Versos Íntimos
Viagem de Um Vencido
Vítima do Dualismo
Volúpia Importal
Vox Victae
Vozes da Morte
Vozes de Um Túmulo

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos (Sapé, 20 de abril de 1884 — Leopoldina, 12 de novembro de 1914) foi um poeta brasileiro, identificado muitas vezes como simbolista ou parnasiano. Todavia, muitos críticos, como o poeta Ferreira Gullar, preferem identificá-lo como pré-modernista, pois encontramos características nitidamente expressionistas em seus poemas.

É conhecido como um dos poetas mais críticos do seu tempo, focando suas críticas ao idealismo egocentrista que se emergia em sua época, e até hoje sua obra é admirada tanto por leigos como por críticos literários.
Nome Completo: Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos
Nascimento: 20 de Abril de 1884 - Sapé, Paraíba
Morte: 12 de Novembro de 1914 (30 anos) - Leopoldina, Minas Gerais
Nacionalidade: Brasileiro
Ocupação: Poeta e Professor
Escola/Tradição: Pré-modernismo, Modernismo

Fonte: Wikipaedia

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