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WHITESNAKE & JUDAS PRIEST
Alexandre Wildshark 
alexandrewildshark@ig.com.br
Publicação Original em: 1/1/2003
Esta sexta feira caótica na marginal de "Sampa Rock City" ficará na história do heavy Metal Brasileiro. Seria um revival dos bons tempos de Rock In Rio em SP, pois o Whitesnake veio ao Brasil em 85 para a primeira edição do festival (em 97 não conta por causa da defasagem de Coverdale) e o Judas Priest arrasou na segunda edição, com esta mesma line-up inclusive, em 1991. Com todos os atrasos possíveis perdemos o show de abertura que ficou à cargo do Angra, também onde já se viu começar um festival deste porte às 19:00 hs? 

Mas, menos de 10 minutos depois que entrei na arena Skol o Whitesnake subiu ao palco com Burn/Stormbringer, um medley dos bons tempos de Coverdale no Deep Purple, e o povão foi à loucura, com mais de 1000 neguinhos lá fora ainda... E devo salientar que David Coverdale voltou a ser aquele gentleman inglês de voz poderosa e garganta única na história da música mundial, além de saber comandar totalmente o povo com seu pedestal voando para os ares o tempo todo e dominando cada centímetro do palco! A banda é excelente, dois guitarristas de renome como Dough Audritch, Reb Beach, dois desconhecidos excelentes músicos nos teclados e baixo respectivamente, Timothy Drury e Uriah Duffy e um baterista que é um monstro sagrado do Rock, Tommy Aldridge (que também veio ao Rock in Rio I, mas não com o Whitesnake e sim com Ozzy). 

Apesar do set list apertadíssimo em apenas 1 hora de palco, a banda detonou hinos de ouro do Whitesnake como Bad Boys, Love Ain't No Stranger, Is This Love, Here I Go Again e Crying in the Rain (que contou com um solo monstruoso de bateria, onde Tommy esmurrou a bateria durante 6 minutos deixando todos de boca aberta, fenomenal!). E veja só, a dificuldade de se ouvir a voz de Coverdale era grande, não pela qualidade do som (que estava cristalina), mas pelo fato de todos os presentes cantarem em uníssono todas as canções, abafando assim a voz do cara... Foi inesquecível apesar do pouco tempo e ter faltado verdadeiros hinos como Guilty of Love ou Now You're Gone, além do fato dele ter prometido canções da época de Coverdale/Page, mas valeu, ele prometeu voltar ano que vem mesmo! WHITESNAKE RULES! 

Já o Judas Priest, dono da festa, subiu ao palco lá pelas 22:00hs com um palco todo estilizado com plataformas, bandeiras e 3 elevadores ocultos que faziam Rob Halford surgir de trás da bateria, ou dos dois lados do palco conforme a música. O show começou com The Hellion/Electric Eye e Halford surge dentro de um olho gigante ao fundo do palco (como na capa do DVD Electric Eye) e o povo vai à loucura! Seguido de mais 3 hinos, Metal Gods, Ridin'on the Wind e A Touch of Evil, aquela arena não tinha controle, mesmo porque não parou por aí, pois a seguinte era a nova-clássica Judas Rising do novo disco Angel of Retribution e Halford resurge detrás da bateria em um elevador em chamas como a capa do novo play de fundo e ele na mesma posição do anjo da capa, com um sobretudo preto cheio de tachas (aliás foram uns 7 sobretudos diferentes no decorrer do show). E tome mais paulada na cara, Revolution que todos já sabiam cantar aliada ao maior hino da banda Breaking the Law onde foi aberta a maior roda da noite. Aí começa a sessão surpresa, com I'm A Rocker (do disco Ram it Down), que poderia ser substituída por Green Manalish ou Freewheels Burning ou até The Ripper que faltaram e ficou feio. 

E por falar em Ripper, uma característica deste antigo vocalista do Judas Priest era cantar Diamonds and Rust de maneira leve e num instrumental acústico, e a versão apresentada neste show foi a mesma acústica dos anos "Ripper Owens", mas Halford não se deu tão bem nesta versão como seu assecla fazia, valeu pra gente poder descansar. Mais uma nova Deal with the Devil que mexeu bem com a gente e mais um hino que chegou a ser covardia, Beyond the Realms of Death. Até o final, antes do bis, fomos chacoalhados literalmente por Hellrider, Victim of Changes as surpresas Turbo Lover e Exciter (essa sim inesperada) e o final com Painkiller, onde Halford deu umas escorregadas nos agudos, mas e daí? Ele pode. 

O Bis veio ao som do ronco do motor da Harley Davidson mais brilhante do universo seguido de Hell Bent For Leather, Living After Midnight e You've Got Another Thing Coming. Dá pra sobreviver a tudo isso? Dá e de alma lavada. Que venham mais monstros sagrados em conjunto ao Brasil! Metal Rules! 

SET LIST WHITESNAKE: 
Burn/Stormbringer Bad Boys Love Ain't No Stranger Slow An'Easy Crying the 
Rain Tommy Aldridge's Solo Is This Love? Gimme All Your Love Doug Aldrich's 
Solo Here I Go Again Still of the Night 

SET LIST JUDAS PRIEST: 
The Hellion/Electric Eye Metal Gods Riding on the Wind A Touch of Evil Judas 
Rising Revolution Breakin'the Law I'm A Rocker Diamond and Rust Deal with 
the Devil Beyond the Realms of Death Turbo Lover Hellrider Victim of Changes 
Exciter Painkiller Bis: Hell Bent for Leather Living After Midnight You've 
Got Another Thing Coming


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