nike shox hogan scarpe calcio Tiffany christian louboutin Scarpe Adidas superstar Scarpe Reebok Adidas Scarpe nike sb Scarpe nike air force air jordan adidas

Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".
nike shox hogan scarpe calcio Tiffany christian louboutin Scarpe Adidas superstar Scarpe Reebok Adidas Scarpe nike sb Scarpe nike air force air jordan adidas scarpe Tacchi Scarpe da donna Scarpe Scarpe Adidas adidas Scarpe Scarpe Scarpe hogan oakley nike air presto new balance nike air max adidas Scarpe nike free

 

Uma Simples Questão de Perdão
...............................................................................................................................................................................................................
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
Diariamente naquele horário quando a esposa dormia, tinha o costume de ligar o computador e após retirar quase que inteiramente a roupa ficando apenas de cuecas, entrar em salas de "chat" erótico até ás tantas da madrugada. Claro que no dia seguinte, com olhos ardentes e olheiras tinha a concentração no trabalho prejudicada e ultimamente era constantemente chamado a atenção por suas constantes falhas. Mas Bruno, era esse seu nome, passara a não dar importância a isso. Apenas escutava as broncas do chefe e se recolhia ao seu local de trabalho e cumpria mecanicamente sua missão de conceder empréstimos á juros extremamente altos na financeira onde trabalhava, e depois partir para casa após uma ou duas cervejas e se plantar novamente na frente do computador.

QUINTA-FEIRA
Aquele dia não era diferente e Bruno esperou a esposa, cansada depois de um árduo dia de trabalho de professora e uma jornada complementar de fogão ir dormir. Sentado na sala, fumou um ou dois cigarros, depois entrou pé-ante-pé no quarto, apertou o botão do computador e um "blip" encheu o ambiente.
- "Maldito som!" - pensou. "E se ela acorda?!"
O sistema iniciou e após um ou dois minutos ficou pronto. Bruno retirou a roupa como sempre e permaneceu apenas de cuecas.Depois de algumas operações, entrou naquele mundo em que apenas ali, era feliz.
Digitou o mesmo apelido de sempre: "Verzagen". Nem sabia porque tinha escolhido esse nome, apenas se lembrava de ter lido uma certa vez um conto homônimo e que ficara impressionado com a personagem. Escolheu a sala e ficou parado, algum tempo lendo as conversas e observando as fotos . Eram imagens explícitas de sexo e Bruno começou a ficar excitado.
Repentinamente um som de molas sendo premidas encheu a sala. Assustado olhou procurando e percebeu que era apenas a esposa que se mexia na cama, resmungando algo dormindo. Parecia a pronuncia de um nome, mas Bruno ao contrário do que antes acontecia não procurou prestar atenção para saber o que a esposa dizia. Ela agora deitada de lado tinha uma das coxas nuas fora do lençol. Tinha um belo corpo a esposa, apesar do sofrimento e dos quase 40 anos e por um instante ele pensou em acordá-la e fazer sexo com ela, mas ele sabia que se a acordasse escutaria uma série de impropérios. Desistiu da idéia, mas continuou excitado. Não necessariamente por sua esposa ou por aquela mulher fantástica que com centenas de "pixels" tinha os olhos grudados nele através da tela do computador, mas por todas as mulheres. Ou por nenhuma. Freneticamente, começou a digitar frases abordando todos os apelidos femininos que encontrou.

(Dentro do "chat", Bruno dedilha freneticamente as frases e em mais de uma ocasião o faz com apenas ma das mãos, pois a outra manipula seu pênis. Não chega a se masturbar efetivamente.)
Entrar no Chat
Por volta das quatro da manhã completamente bêbado de sono vai se deitar. Empurra a mulher que agora toma o espaço inteiro da cama de casal. A mulher resmunga e Bruno reclama:
- Maldita cama de casal. O cara que inventou essa porra só podia ser idiota.
Ainda tem tempo de lembrar daquela mulher, a tal "Casada_39", com quem conversara e o excitara muito. Pensa o quanto seria maravilhoso fazer sexo com aquela mulher, ensaia uma masturbação, mas dorme antes de conseguir concluí-la.

SEXTA - FEIRA
Seis em ponto e o rádio relógio o acorda com uma estridente música. Bruno aperta o "soneca" e torna a dormir. Cerca de meia hora depois e com o cheiro de café tomando conta do apartamento, a esposa o acorda a gritos:
- Acorda, Bruno! Vai perder a hora novamente!
- Já vou, porra!
Resmungando, vai ao banheiro, escova os dentes de cabeça enfiada dentro da pia sem coragem de encarar o espelho. Liga o chuveiro e começa a se ensaboar. A lembrança das conversas da noite anterior lhe martelam os pensamentos e ele começa a imaginar e a montar em sua cabeça a imagem daquela mulher com quem trocara mensagens quase a noite inteira.
Relembrando as intimidades e confidências ditas por "Casada39", Bruno segura o pênis ensaboado e começa a se masturbar. Quando está prestes a ejacular, a esposa entra abruptamente no banheiro. Apesar do susto, Bruno continua com o pênis ereto na mão.
- O que é isso Bruno!? Que cê tá fazendo?!
- Tomando banho, caralho! Não tá vendo?
- Toma vergonha, homem!
Desliga a ducha, apanha a toalha e quando a esposa deixa o banheiro continua seu exercício solitário deixando o resíduo de sua ejaculação na toalha branca, orgulho da esposa e presente de sua mãe.
 Toma rapidamente um café puro e amargo afim de espantar o sono, já vestido com um terno escuro e meias combinando com a camisa. Meia hora depois e atrasado quase uma, bocejando, Bruno adentra o escritório. O gerente aos gritos:
- Bruno! Na minha sala! Agora!
Tonto de sono, com as olheiras negras e os olhos ardendo, adentra ao escritório do chefe.
- Pois não Sr. Jonas!
- É o 5º dia seguido que o senhor chega atrasado. E muito!
- É que... - Tenta iniciar uma explicação.
- Chega, Bruno! Tá despedido!
- Mas...É...Bom...
- Nem mais, nem menos! DES-PE-DI-DO! RU-A!
- Mas... Sr. Jonas!
- Cai fora! Não quero mais escutar suas histórias...
O escritório inteiro se volta ao ouvir os gritos e quando Bruno se volta todos disfarçam e continuam seus afazeres. Bruno caminha até seu antigo local de trabalho, abre as gavetas retirando alguns poucos pertences pessoais, liga o computador e ainda arrisca uma entrada em uma sala de "chat":

 (08:58:00) Verzagen: entra na sala...
VEJA

Uma enorme imagem de um casal fazendo sexo freneticamente enche o monitor. O gerente berra por trás do vidro da sala.
- Que porra é essa aí, Bruno?! Ficou louco?! Pega tuas coisas e cai fora!
Aperta rápido o botão de desligar do computador e em segundos as solas de seus sapatos engraxados ganham a calçada. O mendigo japonês que o cumprimentava todo dia e sempre ganhava a esmola de um sorriso e um "não tenho trocado"desta vez tem mais sorte. Ganha um paletó, uma gravata e uma pasta de couro. Bruno caminha tonto e torto de sono. Os poucos pertences do escritório num saco de lixo azul. Poucos metros à frente e o destino daquelas coisas - um tubo de pasta de dentes usado, uma escova de dente, um frasco de desodorante e algumas camisinhas que ele sempre tinha a mão para o caso daquela secretária gostosona lhe dar uma chance - seria o bueiro da esquina. Entra num bar e pede um café com leite e pão com manteiga, mas logo se arrepende e surpreende:
- Uma cerveja bem gelada!
- Mas a essa hora do dia Sr. Bruno?!
Replica o nordestino atarracado que nunca presenciara ele pedir cerveja antes das 7 da noite.
- Fui despedido, porra! Vou beber o dia inteiro, hoje.
E fez praticamente assim. Bebeu até por volta das 4 da tarde e aí caminhou até o metrô e um tanto embriagado, chegou em casa cerca de uma hora depois.
A cadela vira-lata lhe olhou e pediu agrado. Bruno a empurrou com o pé e adentrou a casa. Sem acender nenhuma lâmpada, entrou no quarto e caiu na cama. Dormiu em exatos 3 segundos.
Acordou por volta das 10 da noite com a mulher o chacoalhando.
- Que cheiro de cachaça! Cê andou bebendo, né? Já disse que não suporto cheiro de bebida! Que merda! Parece que faz só pra me provocar! Não vai jantar?
- Fui despedido!
- Quê?
- Tomei um pé na bunda! Rua!
- Mas por quê...? Como?
- Sei lá! Aquele corno filho da puta do Jonas disse que era porque eu tava chegando muito atrasado... Foda-se também. Não aguentava mais aquela porra de emprego filho da puta, ficar lá esfolando os coitados que já tão fudidos, arrancando o couro deles. Um bando de agiotas filhos da puta. O Jonas é viado e dá o cú pro diretor. E a bicha ainda posa de bravo, de fudido e mandão. Ele que vai tomar naquele cu fedorento dele! 12 anos naquela porra daquele emprego nojento e agora o desgraçado me bota na rua. Na verdade ele quer minha vaga prum corno filho da puta de um cunhado dele. Todo cunhado é filho da puta. Se cunhado fosse coisa boa não começava com cu. Não sei porque inventaram essa merda de cunhado. Tudo filho da puta. Nenhum presta. Cunhado tem que morrer tudo fuzilado em praça pública.
- Também fica até quase de manhã nessa porcaria de computador, fazendo sei lá o quê e depois perde a hora...
- Calaboca cacete! Tô com o saco cheio.
Uma discussão em altos brados e cheia de ofensas tomou conta das próximas horas.
Pouco depois da meia noite, com a mulher tendo deitado e pego no sono, Bruno repetiu o ritual. Ligou o computador e após poucos e automáticos movimentos, estava dentro de uma sala de "chat".

SÁBADO, MEIO DIA
- Alô!
- Sim!
- Bruno?
- Sim , sou eu! Quem está falando?
- Bruna! - Olhou de lado, a esposa não estava na cama, como era de costume , sábado pela manhã.
- Quem?
- Bruna ... (Um silêncio de 10 segundos) ou melhor "casada39"!
- Como assim? Como descobriu meu telefone?

- Você! Não lembra? No "chat" esta madrugada!
Fez um esforço mental, com a cabeça latejando com a ressaca.
- Ah tá! Lembrei! E te falei meu nome também né? - Falou sem ter muita certeza de tê-lo feito.
- Claro, claro! E aí, vamos sair hoje, naquele motel? Fiquei excitada com aquelas coisas que você me disse... Não consegui dormir, fiquei me masturbando o resto da noite.
- Mesmo?
- Sério! Imaginando que tava transando com você. Hoje de manhã meu marido transou comigo e eu fiquei imaginando que era você, ali...
- Interessante!
Bruno a essas alturas levara a mão ao pênis e o manipulava...
- Você é aquela da foto, mesmo?
- Claro que sou eu... Não te disse?
- Disse, mas é que... Deixa pra lá!
- Então, vamos sair hoje ou não? Meu marido foi viajar e só volta na terça-feira.
- Vamos sim!
Combinaram todos os detalhes do encontro e adiantaram o que iriam fazer no dito motel. O encontro seria às 3 da tarde, bem o horário que as mulheres que têm casos gostam de marcar.
Entrou no banheiro, ensaiou se masturbar mas resolveu guardar para depois. Não podia conter a excitação.
- Porra, Brunão, cê vai comer aquela gostosa! Falou sozinho
- Bruno! Era a mulher gritando da cozinha
- Eu! - Assustado. Caralho ela estava em casa, deve ter ouvido tudo.
- Com quem você estava falando no telefone?
- Com a Bruna!
- Sua irmã Bruna?!
- É... É ela! Só conheço ela de Bruna!
Nem tinha ainda percebido a coincidência e sorriu por causa disso. Sua irmã Bruna. Há tempos que ele não via por causa de uma briga com o cunhado por causa de uma amante que este arrumara. Foi uma briga violentíssima com agressões físicas, delegacia e tudo mais. Afinal, a amante de Vladimir, seu cunhado, não era ninguém senão Tânia, sua esposa. De uma certa forma tinha perdoado a esposa, mas não a irmã por ter feito o mesmo com o marido. Isso tinha 10 anos e nunca mais falara com a irmã. Nesse tempo a mãe e o pai haviam morrido, mas nem isso serviu de fator de aproximação, como normalmente acontece.

Enquanto se trocava, a mulher ainda tocou no assunto que era, durante aquele tempo todo, pauta proibida naquela casa.
- Quando você vai perdoar sua irmã?
- Nunca! - Foi a ríspida e imediata resposta.
- Deixa disso, Bruno! Ela é sua irmã.
- Não desenterra esqueletos Tânia! - Gritou severo Bruno.
- Você nunca me perdoou de verdade, né?
- Perdoei sim! Mas não quero falar nisso, você sabe! Esse assunto me incomoda!
- Mas a Bruna...
- A Bruna é uma completa idiota. Ficou com aquele filho da puta só por causa do dinheiro, da casa ...
- E dos filhos, né Bruno...
- Filhos, filhos... Todo mundo usa filhos como desculpa... Para com essa porra de conversa!
- Aonde você vai?
- Andar um pouco, esfriar a cabeça. Pensar no que fazer na merda da minha vida.
- Posso ir contigo?
- Não! ...Quero pensar!
- Você nunca sai comigo...
- Tá tá... - Falou Bruno por cima do ombro apanhando as chaves do carro...
- Mas você não disse que ia andar?
- É, mas vou de carro!
Saiu batendo a porta e deixando atrás de si a mulher que ainda disse, sem que ele tenha escutado.
- Me perdoa, Bruno!

SÁBADO, 3 DA TARDE
Exatamente no horário e local combinados. Haviam acertado que para dar melhor clima de romance e fantasia, eles entrariam separados no motel. Ela entraria primeiro e o esperaria num determinado quarto e com as luzes apagadas.
Cinco minutos depois, Bruno entra no motel e pede o quarto. Após alguns minutos, depara-se com um corpo feminino escultural completamente nu, sobre a cama redonda, iluminada apenas por uma tênue luz de abajur. O rosto, na penumbra não podia ser visto.
Bruno se excitou muito. E mais ainda quando a mulher lhe sussurrou, lânguida,
-Vem, meu macho! Sou toda tua! Me come!
Pulou sobre a mulher e passou a perpetuar todo tipo de sacanagem. Lambeu a mulher dos dedos do pé à barriga, o bicos dos seios...
- Apaga a luz, ordenou a mulher
Bruno girou o braço e rapidamente cumpriu a ordem. As próximas duas horas foram repletas de chupações, penetrações e toda espécie de orgias que duas pessoas com o desejo incontido podem imaginar, depois disso, dormiram abraçados por uma exata hora.

SÁBADO, 6 E 5 DA NOITE
Com o quarto exalando um forte odor de suor e esperma, Bruno se levanta e vai ao banheiro. Bruna resmunga algo da cama que ele não compreende. Está feliz e orgulhoso do seu feito e está certo de que nunca havia transado daquela forma.
- Que vaca essa mulher! Acho que é mal trepada pelo marido! É, só pode ser - Falou baixinho enquanto lavava carinhosamente o pênis.
Cerca de vinte minutos depois, apanhou a toalha e após se enxugar deixou o banheiro e entrou no quarto. A mulher, nua e deitada de bruços lia o cardápio. A noite caíra e apenas a luz das lâmpadas de mercúrio tiravam do quarto a escuridão total. E aquela luz também parecia querer aquele corpo, pois somente de ombros para baixo é que ela o cobria.
Bruno não resistiu ao ver aquelas nádegas brilhando sob a luz e praticamente jogou-se sobre ela, penetrando-a no ânus. Ela fez menção de reclamar, mas logo seus gemidos de dor se transformaram em gemidos de prazer. Bruna pedia mais gritava palavrões e blasfêmias e alguns minutos depois Bruno caiu de lado após ejacular. Virou a mão e acendeu o abajur.
- Uau! Que puta você é!
- Sou mesmo! Uma grande puta!
A mulher falou isso e virou o rosto na direção de Bruno.
Por um momento todo o mecanismo que move o universo parou. Nem um pássaro se moveu ou cantou, nenhum ser vivo respirou, nenhum carro andou, os aviões ficaram parados no ar.
Após esse momento, a realidade retornava e Bruno soltou um berro!
- Você!!!
O som parecido com o berro de um animal, ultrapassou o metro que separava os dois corpos e explodiu no ar quando se encontrou com o outro berro vindo da mulher
- Você!!!
Pálidos e atônitos, Bruno e Bruna ficaram por um longo tempo se olhando e nesse tempo, ao contrário do momento anterior todos os mecanismos se moveram numa velocidade espantosa.
- Mas...
- É que...
- Caralho!
- Puta que pariu!
- Que merda!
- Fudeu!
- Ai, meu deus!
- Perdão, Jesus!
- Que cagada!
- Que filho da puta!
- Que putana, mesmo!
O diálogo intermitente, depois em uníssono:
- Amo você!
E se abraçaram. E se beijaram. E choraram. E riram.
- Perdão!
- Desculpa!
E transaram novamente, desta vez de uma forma mais louca e mais brutal e sem culpa, que nenhum casal jamais sonhou transar.

DOMINGO, 10 E MEIA DA MANHÃ
Bruno acorda e olha a irmã, nua, dormindo ao seu lado. Acaricia-lhe as costas e desliza a mão até a bunda macia. Bruna ainda resmunga algo, mas o irmão pega as calças no chão procura um objeto e encontra o canivete, último presente do pai antes de morrer e o crava nas costas da irmã.
Bruna solta um grito fascinante, encara o irmão e tem apenas tempo de balbuciar:
- Me perdoa!
- Te perdôo, agora!
Bruna está morta. O sangue jorra de suas costas. Bruno atira o canivete ao chão, veste a roupa e deixa o motel.

DOMINGO, MEIO DIA
Bruno chega em casa. A esposa atônita pergunta:
- Onde você esteve, o que aconteceu?
- Estava com Bruna e ela agora está perdoada!
E apenas abana a cabeça e sem mais palavra se dirige ao quarto, liga o computador e entra numa sala de "chat". Digita o nome "Verzagen" no apelido e despenca da cadeira, morto, quando aparece na tela do computador:

 (12:00:00) Verzagen: entra na sala...
 (12:00:00) Casada_39: entra na sala...
29/8/2001
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.629 - Livro 973 - Folha 475
A Troca – Um Conto Pornográfico
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A Verdadeira Puta Barata
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Aquele Dia o Palhaço Gargalhou
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Criaturas
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Crônica de Uma Morte Adiada
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Futurologia II (ou: Anjos, Papagaios e Cadeiras de Balanço)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 1
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 2
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 3
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Missa Negra
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Dia Em Que Transei Com Janis Joplin
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sangue de Barata, O Filme
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Um Sujeito de Merda (Micro Peça de Teatro)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma Mendiga Urinando na Praça
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma Senhora Com Uma Bolsa de Plástico Branca
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma Simples Questão de Perdão
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Arca do Barata
Contos d'A Barata
Crônic'As Baratas
Entrevist'As Baratas
Fal'A Barata!
Resenhas de Filmes
Resenhas de Livros
Micrônic'As Baratas
Camisetas
Livros
Revist'A Barata
Revistas Impressas
Artesanato
O Anjo Venusanal
Ponto de Fuga
Convergências
?/span>pera Rock Vitória
PQP - Puta Que Pariu
Webradio
Sub-Versões
Videos
A Barata Ao Vivo
Biografi'As Baratas
Discoteca d'A Barata
Ensaios Musicais
1a. Coletâne'A Barata
2a. Coletâne'A Barata
Festival Música Independente
A Barata - O Site
Fest'As Baratas
A Barata na Midia
Barata Cichetto, Quem ?
Depoimentos
Amigos & Parceiros
Fotos
Arquíloco (1981)
Sangue de Barata
Impessoal e Transferível
1958
A Verdadeira História da Betty Boop
Emoções Baratas
O Olhar Gótico da Morte Dentro da Cibernética Taverna
O Câncer, O Leão e O Escorpião
O Cu de Vênus
O Êxtase
Poemas Perdidos

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 On Line:  41