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Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".
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Uma Mendiga Urinando na Praça
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Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
Malditos cachorros, porque não cagam em suas próprias calçadas! Justamente agora que, depois de muito tempo eu conseguira finalmente comprar um par de botas. Elas não são tão boas quanto às que eu tinha, e que aquela filha da puta jogou fora, estas não fazem barulho quando a gente anda. E eu gosto daquele barulho de “toc, toc” de saltos de botas nas calçadas. Nas calçadas que os malditos cachorros sempre cismam de cagar. Queria encontrar um deles agora e meter o bico reluzente da minha bota nova em seus bagos. O desgraçado ia sair ganindo e garanto que nesta calçada por onde passo nunca mais ia cagar.

Olho ao redor procurando alguma grama para limpar minhas botas novas, mas essa maldita cidade parece que não tem mais grama. Caminho alguns metros, andando com cuidado para que aquela merda toda não espalhe pelas minhas botas novas, pretas, de salto carrapeta. Logo adiante uma pequena praça e, enfim, grama onde posso esfregar e limpar minhas botas novas.

Absorto em minha higiene, querendo apenas livrar minhas botas novas daquela merda amarela de cachorro com diarréia, nem percebo de inicio, mas uma tossinha chama minha atenção. Uma mendiga agachada logo a minha frente urina bem no meio da praça.

É uma mendiga bem jovem. Ela segura a saia para não molhar e urina lentamente, agora me olhando com um olhar de surpresa.

- Belas botas novas.

- Obrigado. Mas como sabe que são novas.

- Pelo cuidado que tem com elas. Vi você pisando no coco de cachorro e esbravejar. Se fossem botas velhas não teria tanta preocupação. Ninguém tem preocupação com coisas velhas.

Prestei atenção. Era uma mendiga bem jovem, uns vinte, acredito. Seu rosto era lindo, com a beleza que apenas o sofrimento trás às pessoas. Loura, olhos claros, pele branca quanto um dia de sol intenso. Cabelos desgrenhados e bem à frente, um dente faltando ou completamente podre.

- Dá um cigarro! – Falou em tom não de pedido, mas de ordem.

Apanhei a carteira do bolso da camisa, retirei um cigarro e me aproximei dela, que ainda urinava. Ou ao menos ainda permanecia de cócoras ali na minha frente. Entreguei o cigarro a ela e agora podia ter uma visão um pouco mais detalhada daquela mendiga. Tinha uma bucetinha com pelos loiros, o que é bem raro, mesmo nas loiras. As coxas brancas eram finas quando às de uma criança e nos peitinhos, que agora eu podia vislumbrar por cima da blusa sem sutiã, eram pequenos mas firmes.

- Acende pra mim! – Ela disse soltando um dos lados do vestido para pegar o cigarro.

Enfiei a mão no bolso da calça à procura do isqueiro. Seu olhar acompanhava cada movimento que eu fazia, e enquanto eu procurava o isqueiro, propositalmente alisei meu pênis.

- Seu pau é grande? – Perguntou de chofre, me fazendo enrubescer.

Sem responder, mas também sem tirar meus olhos dela, acendi o isqueiro e o seu cigarro. Ela sorveu a fumaça com desejo e soltou baforadas longas, daquelas que só quem ficou muito tempo sem satisfazer seu vicio. Fumava ali, sossegada e tranqüila, segurando a saia e continuando agachada como se ainda urinasse.

Não é possível que alguém mije tanto, pensei.

- Vai ficar o dia inteiro ai, mijando?
- Hein?

Decidi não repetir a pergunta, mesmo porque não era absolutamente da minha conta se aquela mendiga mijasse ou mesmo cagasse ou trepasse na praça. A praça não era minha e eu não tinha mesmo nada com isso.

- Então, ta bom... Até mais! – Falei já virando as costas.

- Está com pressa?

Girei nos saltos de minhas botas novas, agora livre da merda de cachorro e a encarei.

- Não, porque?

- Fica mais um pouco! – Falou entre uma baforada de cigarro e uma tossida.

Não respondi mas permaneci ali parado, contemplando aquela mendiga loura agachada, mijando e fumando sem preocupação com qualquer coisa. Era um quadro, uma pintura renascentista. Que pintor poderia ter pintado um quadro daqueles, cujo nome seria “Mendiga Mijando” ? Ah, não tenho a menor idéia, não entendo porra nenhuma de pintura, apenas sei admirar belos quadros, como era aquele ali, vivo, em minha frente.

- Você tem um nome?

- Tenho mas não lhe digo.

- Por que não?

- Porque não quero!
- Ta, ta bom! Isso não faz mesmo diferença.

- É roqueiro?

- Sim, porque?

- Por que o quê?

- Por que sabe que sou roqueiro? Porque tenho cabelos compridos?

- Não, qualquer cantor popular hoje usa cabelos compridos. É pelo seu jeito.

- Roqueiro tem jeito diferente, é?

- Tem sim! Você parece com o Frank Zappa..

- Puxa, conhece Zappa?

- Porque, alguém que está na rua não pode conhecer?

- Não.... É que... Sei lá... tem razão.

- “Se você quer trepar vá á Faculdade, mas se quer aprender alguma coisa, vá á Biblioteca”. É dele essa frase, não?

- É sim.

E atirou a bituca do cigarro longe, tossiu um pouco e se ergueu, alisando a saia. Parecia mais alta assim, em pé. Mas por outro lado, assim olhando seus olhos naquela altura, ela parecia mais jovem ainda, uns dezoito no máximo, eu diria. E era um outro magnífico quadro aquele que agora agora meus olhos podiam vislumbrar.

- Mora por aqui? – Perguntei

Ela não respondeu, apenas indicou com a cabeça a parte de baixo de uma ponte ao lado da praça. E quando fez tal gesto, mostrou o lado direito de seu rosto que tinha um perfil perfeito, com uma enorme cicatriz percorrendo a face toda. Ela percebeu a indagação em mim e sem que eu perguntasse deu a resposta.

- Está querendo saber da cicatriz em meu rosto, né?!

- Sim, mas...

- É, está sim. Isso aqui foi meu pai. Não queria que eu fosse bonita, achava que seu eu fosse muito bonita os homens poderiam me fazer sofrer.

- Monstro! Monstruoso!

- Não! Ele estava certo. O tempo todo! Sempre esteve certo.

- Mas...

- Não, não culpe meu pai pela minha situação, se é isso que está pensando esqueça! Está errado. Estou aqui, nesta vida que você pode considerar como digna de piedade porque quero. É a vida que eu quis, quero e sempre vou querer.

- Como assim?

- A vida nas ruas é a verdadeira libertação. Não tenho preocupação com contas, dívidas. Não espero ter nada, nem casa bonita, roupas da moda, essas coisas. Aquela ponte me abriga do sol e da chuva e sempre posso conseguir alguma comida e bebida. Meu lugar ali é bem limpo porque disso eu faço questão. Quer conhecer meu lugar?

- Porque não. – Disse eu já a seguindo em direção á ponte.

Andava a uns dois metros dela sem tirar o olho de sua bunda. Era pequena mas arrebitada, redondinha. Tinha um andar em rebolado que era muito excitante e prestei atenção em cada movimento para cima e para baixo que seus quadris faziam. Tinha mesmo o andar de uma menina em direção a escola.

Poucos metros que andamos e ela subitamente parou e se virou para mim.

- Pára de olhar para minha bunda. Não sou puta e não vou te levar ao meu lugar para transar e tomar seu dinheiro.

- Desculpe!

- Também não precisa ficar ai, com essa cara de idiota!

Continuamos a andar e chegamos aos baixos da ponte. Uma pequena cerca de madeira pintada de amarelo, com um pequeno portão. Ela abriu o portão e fez uma reverência para que eu a seguisse. Era uma verdadeira princesa, mostrando o caminho do palácio ao seu consorte.

Empurro uma porta que notei não ter qualquer espécie de tranca ou fechadura.

- Não preciso de fechaduras aqui. Não tenho nada a esconder ou guardar.

Adentramos ao único cômodo que compunha aquele palácio. Ali era quarto, sala, cozinha, tudo. Uma cama, arrumada e perfumada, uma mesinha de plástico, sem nenhum adorno ou toalha, uma única cadeira. Um fogão de duas bocas, uma caneca e uma panela era a cozinha do palácio. Sobre a cama, uma prateleira de madeira com um aparelho de som e no chão em caixas de papelão, centenas de discos. Um pôster de Frank Zappa era a única decoração. Era um lugar feliz. Pois os lugares como as pessoas podem ser felizes.

- Legal aqui! Gostei. – E falando, abaixei e apanhei uma papelão ao lado da cama. Eram uns cinqüenta discos de Frank Zappa. Tinha quase a coleção inteira...

- Gosta mesmo de Zappa, não?

- É meu Senhor! Zappa é o Senhor da Música. Zappa, não Clapton é Deus!

- Conhece mesmo de Rock...

- Quer escutar alguma coisa?

- Pode ser. Zappa é sempre muito competente, muito clássico. As vezes meio chato, mas sempre muito criativo.

- Zappa é tudo! – E apanhou um dos CDs, “Freak Out”, retirando da caixinha com muito cuidado e colocou no aparelho de som. A música de Zappa encheu aquele quartinho transformando-o naquele momento uma sala de concerto.

- O som é mais claro e nítido em pequenos ambientes e com pouca gente. Música não é para multidões. Multidões são surdas. – Ela declarou, com uma certeza e convicções na voz dignas de um profeta ou filósofo.

- Porque não tira suas botas novas? Senta ai na cama.

Obedeci, sem emitir um som. Zappa era a trilha sonora e eu não precisava dizer nada. Apenas contemplar aquela mendiga que há poucos minutos mijava na praça e que agora, sentada ao meu lado, com a cabeça em meu ombro, escutava Frank Zappa no mais completo silêncio.

Ficamos ali, juntos mas sem qualquer intimidade até o disco acabar. Um silêncio profundo tomou conta de nós durante minutos que não sei precisar. Um respeito a Frank e a nós. Minhas botas novas, alinhadas uma ao lado da outra, junto à cama da Princesa, pareciam tristes por estarem abandonadas e eu as olhei com desdenho. Afinal, porque eu preciso mesmo de botas novas? Para que preciso de botas quando não sei caminhar? Para que preciso de botas novas quando tenho velhos pés? Danem-se minhas botas novas!

Trancado em meus pensamentos, nem prestei atenção no que ela, a Princesa do Castelo da Ponte fazia. Escutava apenas barulhos. Quando despertei, estava ela ali, ao meu lado, completamente nua, com um olhar de inocência perdida. Seu rosto tinha um brilho que eu nunca sentira. Fosse eu o Sol e naquele momento teria vergonha de ser tão pouco brilhante. E acho que foi assim, pois, por uma pequena fresta que servia de janela do palácio, com cerca de 30 centímetros de diâmetro, ele se esforçava para penetrar.

Permaneci ali, parado feito um idiota, sem saber o que fazer. Abraçar e beijar, lamber aquele corpo? Abrir a porta e sair correndo, deixando para trás minhas botas novas? Mandar que ela cubra de uma vez aquele corpo esplendido? Realmente eu não sabia o que fazer, e por momentos intermináveis fiquei ali parado, apenas olhando. Sentindo um perfume que ao certo não era desses de supermercado, pois químico algum do mundo seria capaz de criar tal fragrância, estou certo. Definir aquele perfume... Que perfume era aquele. Reconheci parcialmente lembrando um cheiro que eu sentia na infância, que alguém, possivelmente minha mãe, tinha definido como sendo o do Céu...

De repente, por aquele buraco naquele quarto do Castelo da Ponte, o Sol, com certeza totalmente enciumado, se retirou. Chegara a noite tão repentinamente, pensei. O fato é o Quarto da Princesa ficou às escuras por alguns momentos. Apenas por alguns momentos, pois logo, ao olhar para o corpo daquela garota mendiga, que pouco antes mijava na praça, fui invadido por uma luz que quase me deixou cego. Era uma luz intensa que partia dela inteira, como se ela fosse um grande abajur. Uma luz diferente, intensa mas não cegante, não doía os olhos, confortava. Era como se aquela luz iluminasse por dentro de mim. E ela, a Princesa da Ponte, parecia transparente e todo seu corpo uma grande lâmpada.

Tentei falar, argumentar, perguntar, mas minha garganta parecia seca como quando fumo três carteiras de cigarro e tomo cachaça. Não conseguia emitir um som. E a Luz, a Luz era tudo que existia. E a Luz ergueu um dos dedos pequenos e finos e colocou sobre meus lábios.

- Fique calado! Não tenha medo. Não lhe farei mal algum!

- Sim. (Mas não disse com a boca, fiz em meu pensamento e estou certo que ela entendeu).

Ato contínuo ela chegou mais perto de mim e se virou de lado. Foi quando eu pude perceber que de suas costas brancas e nuas, saiam um par de asas, entre azul claro e branco, majestosas e imponentes.

- Um anjo?! – Tentei perguntar.

Mas não existe resposta que alguém possa dar a esta pergunta. Ao menos nenhuma resposta que não seja tida como loucura. E assim, ela não respondeu nada. Apenas sentou-se ao meu lado na cama e passou a mão em meus cabelos e perguntou, com uma voz quase que infantil:

- Quer fazer amor amigo?

- Mas eu nunca transei com um anjo. – Retruquei um tanto apavorado.

- Nem eu com um homem...

- Mas dizem que anjos não têm sexo...

- Anjos são o Sexo, seu bobo!

- Ah.... – Meu queixo batia nos joelhos.

- Faça amor comigo...

Não consegui falar, minhas pernas tremiam, o coração parecia querer saltar boca afora. Olhei para um lado e para o outro. O retrato de Frank na parede parecia rir de mim e eu quase não podia respirar. Olhei minhas botas novas ao lado da cama e tive vontade de esmaga-las. Nunca senti tanto ódio delas. Eu tinha botas novas e ela tinha asas de anjo. E ela sorria e chegou a gargalhar, parecendo saber dos meus pensamentos.

Esticou a mão segurando a minha, que colocou sobre um de seus pequenos seios....

E é tudo o que lembro. Acordei deitado naquela cama, desarrumada mas ainda perfumada, com aquele mesmo perfume que a Mendiga da Ponte exalava. O Sol penetrando por aquele buraco, quase cegando meus olhos. Não havia ninguém naquele quarto debaixo da ponte e apenas apanhei minhas botas novas, sem mesmo calçá-las, coloquei debaixo do braço e sai correndo, sem nem ter a preocupação de fechar a porta.

Alguns metros adiante sentei na guia da sarjeta e calcei minhas botas novas. Ergui-me e dei alguns passos na calça e... Pisei numa montanha amarela de merda de cachorro. Malditos cachorros, porque não cagam em suas próprias calçadas! E enquanto procurava uma grama para limpar minhas botas novas, olhei em direção à praça e vi... Uma mendiga agachada, urinando...
18/6/2007
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.629 - Livro 973 - Folha 475
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