Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

 

A Troca – Um Conto Pornográfico
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Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
Capítulo 1:

Sempre tive curiosidade sobre aqueles anúncios de troca de casais que aparecem em revistas eróticas. A idéia de foder mulheres na frente de seus companheiros e até mesmo junto com eles me excitava demais embora imaginasse que a maioria não fosse real, mas invenção de editores de revistas. Até que um dia, encontrei um que me chamou particularmente a atenção, por conter algumas situações inusitadas e a foto de uma mulher que me parecia extremamente excitante. Entrei em contato, enviando minhas características físicas e psicológicas e recebi em poucos dias, uma carta que continha simplesmente um número de telefone e uma foto 3x4 de uma mulher loira e muito bonita.

Liguei imediatamente para aquele número que era de um telefone celular e cujo dono parecia estar esperando por minha ligação:

- Pronto, Sr. James - Disse com uma voz empostada - O que achou de minha esposa?

- Linda - Simplesmente falei.

Entabulamos uma conversa sem grandes revelações, apenas que eles eram um casal "realmente casado, sem experiência em trocas, de nível superior , faixa dos trinta anos, embora ela aparente bem menos...". Menti sobre minha experiência anterior em trocas, dupla penetração etc., exagerei nos meus dotes físicos, pois aquela pequena foto me deixara curioso e excitado, imaginando que corpo maravilhoso estaria debaixo daquele rosto. O homem solicitou-me um endereço eletrônico, que eu prontamente forneci, e despediu-se solicitando que eu aguardasse notícias. Menos de uma hora depois, recebi uma mensagem em forma de e-mail, que continha apenas um título: "Minha gostosa." E em anexo uma foto.


Capítulo 2

...que em principio me pareceu algum tipo de brincadeira de meu "contato": era uma mulher loira, cabelos longos e encaracolados, olhos claros e penetrantes, seios redondos, bicos rosados, lábios que pareciam ter saídos de um desenho; o púbis de pelos raros e claros; a pele parecendo ter a textura de uma maçã, lisa e corada; coxas contornadas, canelas finas - como toda mulher sensual dever ter .pés pequenos com dedos retos....Uma perfeita deusa. Ou ao menos uma deusa que habita o meu céu. Perfeita, dentro do meu conceito de perfeição. Imaginei que aquilo deveria ser um trote. Que aquela foto deveria ter sido copiada de um desses sites eróticos, com as fotos editadas por computador.

Mas talvez não fosse...

Depois daquela foto, silêncio absoluto. O celular não atendia. Nada, por mais de uma semana e aquela imagem começou a me perturbar: coloquei-a como fundo de tela em meu computador, procurei em centenas de sites eróticos para ver se encontrava a origem e a realidade é que me masturbei dezenas de vezes imaginando estar fodendo e chupando aquela mulher maravilhosa. Imaginei as situações mais inusitadas, fantasiei o que minha imaginação permitiu.

O tempo passava e comecei a ficar desesperado. Qual era a graça daquela brincadeira? E a foto da loira me perturbando. Tentei imaginar seu nome e a batizei, por minha conta, como Vera, que significa Verdade. O celular não atendia e meu tesão por "Vera" crescia dia a dia. Procurava por putas que se parecessem com ela, mas nenhuma era parecida. Cerca de uns dez dias depois da primeira, finalmente recebo outra foto.


Capitulo 3

Nesta, alguém, que não se podia ver o rosto, mas que com certeza era a do meu "contato" fodia a "minha" loira. Pela primeira vez senti ciúme de uma mulher, vendo aquela mulher que eu tanto desejava, sendo fodida por outro homem. Nesta mensagem, menos ainda, sequer o campo de assunto preenchido. Tentei enviar mensagem para endereço de origem, mas retornava sempre como "não encontrado".

O que pretendia meu "contato"? Brincar comigo? Se divertir às minhas custas? Ou aguçar meu tesão e minha curiosidade? Qualquer dessas possibilidades me punha louco; e nas próximas semanas que se seguiram, o silencio só foi quebrado com mais uma foto, que mostrava o rosto da "minha" loira era coberto de porra.

Cerca de um mês depois do primeiro contato, recebo uma mensagem, esta sem fotos, com o texto simples: "Ligue! Corri ao telefone, disquei com o coração aos pulos, feito um adolescente que liga para a primeira namorada, e desta vez ele atendeu.

- Pronto, Sr.James.

Foi direto ao assunto, perguntando sobre o que eu achara de sua mulher. Contei-lhe, num misto de euforia e receio, sobre as sensações que aquela perfeição de mulher causara em mim. Meu "contato" disse que eles não eram adeptos de troca de casais, ou coisa parecida e, diante de meu espanto, disse que sabia que aquela maravilhosa mulher tinha casos e que havia lhe confidenciado que tinha uma fantasia erótica em que era possuída, estuprada, fodida violentamente por um estranho, na frente dele e até mesmo, pelos dois.


Capítulo 4

Disse também que só concordara porque ela o ameaçara de deixá-lo e ele achava que a realização daquela fantasia, poderia salvar seu casamento. Perguntou-me sobre se eu aceitaria, no que eu, sem pensar em nenhuma conseqüência pois o desejo de foder aquela gostosa era imenso, respondi:

- Claro!

Minhas pernas tremiam, o pau pulsava e perguntei, emendando: "Quando?" Meu "contato" riu e disse: - "Calma, meu amigo. No momento certo" - e desligou o telefone.

As próximas quase três semanas foram de martírio. Nada. Nem fotos, nem telefonemas. Silencio absoluto. A minha obsessão em foder aquela mulher estava me deixando maluco. Tinha sonhos em que a fodia, todas as noites e acordava transpirando me masturbando desesperadamente.

Quando comecei a me conformar com o fato de que jamais comeria aquela mulher, recebo, no meio de uma madrugada, um telefonema de meu "contato" solicitando que eu comparecesse num determinado endereço, imediatamente. Eram cerca de 5 horas da manhã e eu saí correndo, apanhei um taxi que me deixou em frente a um sobrado comum num bairro de classe média. Apertei a campainha do porteiro eletrônico. O portão automático se abriu. Andei por um corredor até encontrar uma porta.

A casa era mobiliada de forma comum e até mesmo barata. Meu "contato" sentado na penumbra, indicou um sofá onde sentei. Começou a falar, e ao contrário de mim, estava extremamente calmo, falando pausadamente, reafirmando a fantasia de sua deliciosa esposa, enquanto eu, inquieto, quase não prestava atenção ao que ele falava. Meus olhos percorriam todos os cantos da sala semi-escura em busca da "minha" loura. Desejei ter olhos de raios X, para penetrar aquelas paredes e possivelmente encontrá-la nua por trás de uma delas. Certo de que, a qualquer momento ela entraria naquela sala, com um longo e sensual vestido azul,


Capítulo 5

... Que deixaria a mostra seus maravilhosos seios e parte das coxas, deixei meu "amigo" discorrer sobre sua cor de corno, sobre o quanto ela a amava e desejava, sobre o quanto ela era sensual...

- É Tesão puro, meu amigo! - E começou a contar detalhes de suas trepadas com a "minha" loira. Sobre como Vera - incrivelmente seu nome era esse -. trepava. Meu pau ia arrebentar, durante cerca de três horas ele falou, falou, contou detalhes e minúcias , mas nada da "minha" Vera. Subitamente, no meio de uma frase, ele parou de falar. E depois de alguns minutos de silencio, perguntou-me, secamente:

- Quando e quanto?

Era demais. Aquele cara queria pagar para eu foder com aquela mulher! Era um perfeito otário, o cornudo. Olhei ao redor, aquela mobília simples, uma casa simples. Meu "contato" entendeu e disse que aquela não era realmente sua casa, mas emprestada de um amigo, e que, caso eu aceitasse, ali seria perpetrado "nosso" plano; e que ele era muito rico e que poderia pagar-me quanto eu desejasse.

"Quando”, disse eu, "é quando você quiser. Agora, "quanto", a resposta é: não faço sexo por dinheiro."

Ele pareceu ofender-se, mas manteve a calma: "Eu costumo pagar por tudo o que quero, e especialmente por serviços prestados. E embora seja claro seu desejo por minha esposa, o que estou lhe pedindo é que me preste um serviço de, digamos, representação teatral. E caso não aceite desta forma, não terás nada, compreendeu?" É claro que eu compreendera: ou eu aceitava receber pagamento para foder com a mulher mais gostosa que eu já tinha visto, ou ficaria sem nada. Portanto, a resposta foi óbvia:

- Aceito! Mas não sei o quanto pedir.

- Eu estabeleço o preço e pago depois do trabalho executado.

Depois passou a discorrer sobre sua idéia de como seria: um pretenso assalto, em que eu, fingindo ser um ladrão, entraria na casa portando uma arma, amarraria a ele e passaria a foder sua esposa de forma animalesca. Sua única exigência era que ele queria assistir a tudo. Ponderei sobre meu receio de armas, no que ele aquiesceu sugerindo que a arma estaria carregada com balas de festim e que ele próprio a providenciaria. Combinamos que no dia marcado eu ligaria para o número do celular com uma mensagem em código, sinalizando que eu estava a caminho. Passei os próximos dias ensaiando o meu "assalto". Diálogos, gestos, gritos; mas sempre imaginando como seria foder com aquela mulher.

O dia combinado finalmente chegou. As 10 da noite, conforme combináramos, liguei e em menos de meia hora estava na porta do sobrado. Tudo parecia correr bem. Encaminhei-me à porta dos fundos da casa, que conforme combináramos estaria aberta, com receio de que algum vizinho pudesse suspeitar. Sentia medo, mas o desejo de foder aquela mulher...


Capítulo 6

...Era maior que qualquer coisa.

Abri a porta, pensando que daí a poucos momentos estaria abrindo as pernas da "minha" loira. Caminhei em direção às escadas. Um burburinho vinha do andar superior. Parecia uma discussão. Procurei sob a escada e encontrei a arma que meu" contato" teria escondido. Quando cheguei ao topo da escada, enfiei uma meia de mulher na cabeça para dar maior autenticidade a minha representação teatral, respirei fundo, empunhei a arma e pulei para dentro do quarto.

Um homem trajando um roupão de banho estava de pé, de costas para a porta, gritando e gesticulando. "Ele pensou em todos os detalhes." - pensei. Encostei o cano do revolver na nuca do homem e gritei: "Assalto! Ninguém se mexe!" A mulher - sim, era ela, ali na minha frente, apenas uma saída de banho cobrindo sua gostosura. - deu um grito.

"Cala a boca, cadela!" - Gritei tentando ser autentico "Onde está o dinheiro? Cadê o cofre?"

O homem começa a resmungar, xingar, pedindo que eu não faça mal a sua mulher...

- Cê tá falando demais, babaca! Aí, o cadela amarra esse babaca! - Gritei, sempre tentando ser convincente no meu papel de ladrão. "Anda logo, porra. Eu te dei uma ordem, sua puta!"

"Com quê"- ela perguntou. E sua voz era doce e serena.

Puxei o cordão que prende a saída de banho, fazendo com que ele se abrisse exibindo parte daquele corpo que eu tanto desejava. Uma minúscula calcinha de renda branca cobria aquela boceta que daí a uns minutos eu chuparia e foderia.

- "Amarre cada perna dele numa perna da cadeira e as mãos pra trás!"

O homem sentou-se quieto na cadeira e a mulher me obedeceu. "Agora mostra a grana, piranha!" Berrei. Ela me olhou num misto de medo e sensualidade e apontou o quadro de um desenho erótico,


Capítulo 7

... Na parede. Tinha que sustentar aquela peça e me dirigi ao quadro, retirei-o e dei com um cofre. "A combinação!" Abri o cofre. Nada. Vazio.

- Tá brincando comigo, piranha?!" -gritei, segurando-a pelos cabelos louros e sedosos, praticamente enfiando o cano do revólver na sua boca carnuda e deliciosa.

Dirigi sua cabeça em direção ao meu pau e ordenei: "Chupa, cadela! Chupa meu pau." Ela ameaçou uma reação, mas diante do revolver apontado para sua testa, ela abriu a braguilha da minha calça e começou a lamber e chupar meu pau, de um jeito que até hoje ninguém o fizera. Meu pau era sugado, chupado, engolido por aquela boca quente de todas as formas. Mandei que ela parasse pois queria fodê-la, mas ela continuava a chupar com mais violência.

- Aí, corno, tua puta tá gostando de chupar minha pica!

Agarrei-a novamente pelos cabelos e enfiando o cano da arma naquela boca que até agora chupava meu pau, gritei: "Eu mandei parar de chupar, vagabunda!

Quero foder tua boceta!"

Olhei para o homem e notei que o homem estava de pau duro. Galhofei, dentro do espírito da representação:

-"Aí, corno, seu pau tá duro, porque você gosta de ver sua puta sendo fodida por um pau maior que o seu, é?! - O homem começou a gritar, e esbravejar. Mandei-o calar a boca, mas como ele parecia histérico, ordenei a "minha "loira que retirasse sua calcinha de renda branca e o amordaçasse. Imaginei estar dando um toque de sensualidade a mais naquela representação, pois o cheiro daquela boceta maravilhosa estava impregnado naquela peça intima. Atirei aquela mulher sobre a cama e passei a fazer com ela tudo aquilo que eu imaginara


Capítulo 8

... Durante as ultimas semanas. Chupei vigorosamente e mordisquei aquela boceta, enfiei minha língua naquele seu cuzinho rosado, lambi cada centímetro daquele corpo que por tanto tempo desejara. Ela, qualquer forma, se entregou àquele jogo. Hora ou outra, eu apanhava a arma e a ameaçava ou passava o cano da arma, nos bicos dos seus seios, boca e bceta. Ela urrou, gemeu, suspirou e gozou. Quem tinha o poder agora, naquele momento era meu pau, não um revolver idiota, pensei.

Algumas vezes olhava para aquele homem amarrado a uma cadeira vendo outro cara foder sua mulher - e esta gemendo de tesão - e percebia que ele continuava de pau duro, que uma hora me irritei: "Filho da puta de um corno, eu estou fodendo a sua mulher e você está de pau duro! Você gosta é de ver, né?!". E mandei que a "minha" puta rasgasse um pedaço do lençol e o vendasse. Aquilo era contra o combinado, mas eu já não lembrava daquilo. Aquela mulher tinha me deixado completamente enlouquecido.

Longe daqueles olhos curiosos e ao mesmo tempo com o intuito de instigá-lo mais ainda, passei a fodê-la com mais violência, gritando palavrões sem parar; Fodi seu cú, e ela gritava, gemia, urrava.

- Me fode, puto! Me fode com essa pica enorme! Fode meu cú, meu macho, que esse puto nunca fodeu!"

Fui completamente a loucura. Eu e aquela minha deusa puta fodemos até as quatro da manhã, de todas as formas e maneiras. O homem se debatia tentando se soltar e eu vez ou outra o ameaçava com o cano da arma apontado para sua cabeça. E voltava a foder com Vera. Muitas outras coisas aconteceram ou poderiam ter acontecido comigo e Vera...


Final Sangrento

Percebendo que ele continuava excitado, ordenei que a minha puta loira sentasse sobre o colo dele e o fodesse enquanto chupava o meu pau. Ela o fodeu com tanta violência que a calcinha de renda que era sua mordaça se soltou e o homem começou a gritar feito um possesso.

Não sei baseado em que motivo, medo ou representação, apanhei a arma, mirei na cabeça do homem e puxei o gatilho: o que era para ser apenas um estampido e um susto, foi um tiro real que praticamente estourou a cabeça do homem. E a minha puta loira, que chupava violentamente meu cacete não parou de fazê-lo, e enquanto o sangue jorrava do rosto daquele homem, minha porra jorrava pelo rosto da minha puta loira. O homem se contorcia e a cadela loira parecia gostar e subia e descia cada vez mais rapidamente no colo daquele homem moribundo.

- Goza, puto! Goza, corno! Me faz gozar como você nunca fez! - ela gritava. "Ai, estou gozando, estou gozandooooo....oh, oh!!!

O homem pendeu inerte na cadeira, o pau ainda duro. Vera levantou-se, mandou que eu fodesse seu cú e passou a chupar violentamente o pau daquele homem morto, enquanto eu fodia aquele rabo delicioso.

- Goza, puto! Goza, corno! Me faz gozar como você nunca fez! - ela gritava. "Ai, estou gozando, estou gozandooooo....oh, oh!!!

Nem mesmo a surpresa e a visão da morte me fazia parar de foder aquela mulher. Só despertei daquele sonho quando, alertada pela vizinhança, a polícia adentrou o quarto e me algemou. A puta loira, histérica, gritava : "Ele matou meu marido! Ele matou meu marido!" Fui preso e acusado de latrocínio, sem entender porque aquela arma, que devia ter balas de festim, continha balas verdadeiras. Depois de alguns meses, já na Penitenciária, recebi a visita de um homem que me revelou que fora ele quem me contratara e - evidentemente, não era o marido da "minha" loira, mas sim um sócio de seu marido que queria livrar-se dele. Tudo tinha sido um plano muito bem engendrado. Não havia fantasia alguma. Inclusive a "minha" Vera, a "minha" loira não sabia de nada, embora atualmente - e ele mostrou uma foto dele fodendo com ela - estivesse com ela. Inclusive a casa havia sido alugada e o marido atraído até ali por uma denúncia anônima de um pretenso amante de sua mulher. Quanto àquelas fotos, obviamente eram montagens que eu, no auge do meu desejo, não percebi.

- Ah, quanto ao seu pagamento, acredito que eu ter lhe proporcionado foder com aquela minha puta loira, é mais do que um bom pagamento.

- É claro!, respondi com certeza e entusiasmo - erguendo-me e retirando-me para a cela, onde irei cumprir 30 anos de reclusão e certo de que isso era uma troca justa por ter fodido aquela loira, cuja foto, que não envelhecerá pelos próximos anos, está pregada na parede da minha cela e eu, olhando para ela relembrando aquela noite, me masturbo sujando as paredes da cela, pensando em Vera


Final Surpresa

Naquele momento, enlouquecido pelo tesão que aquela mulher me proporcionava e não desejando que aquilo acabasse tão cedo, decidi dar um rumo diferente aquela história. Mas, algo aconteceu que mudaria meus planos. Um barulho de porta abrindo, seguido por uma cantoria feminina quase infantil, penetrou naquele quarto anunciando a chegada de alguém.

- Quem é? - perguntei quase sussurrando.

- É minha filha – respondeu Vera torcendo o nariz e a gostosa boca - foi dormir na casa de uma amiga.

Seu tom de voz tinha algo de irônico e crítico e deu para perceber que existia algo de estranho na relação daquelas duas mulheres. Tomado por um certo pânico pela situação não prevista, mandei que os dois ficassem quietos e me escondi atrás de um armário.

Então ela entrou. Loira e linda igual a mãe, uma bundinha delicada e redonda, coberta apenas por uma mini saia branca que deixava á mostra um par de lisas coxinhas e até parte da polpinha da bunda, um par que pequenos e pontudos seios cujos bicos pareciam querer perfurar a blusa e que deixava transparecer uma barriga lisa. Uma criança ainda, cerca de uns 14 ou 15 anos. Espantada pela visão do homem amarrado e a mulher nua, solta um grito. Pulo então de trás do armário e, arma em punho, mando que ela se cale.

- Cale a boca, putinha!, berro, meio atordoado por aquela situação imprevista.

Diante da confusão formada, em meio aos gritos histéricos da ninfeta, procuro calá-la. Ela se debate e grita, e ao tentar imobilizá-la, deparo com aquela calcinha minúscula que mau cobria aquela bundinha rosada. Enlouqueci e parti para cima daquela criança. Arranquei-lhe a calcinha e enfiei os dedos naquela bocetinha quase sem pelos; enfiei a língua e chupei-a vigorosamente. Ela se debatia e eu não sabia se era de tesão ou relutância. Ou de relutância ao tesão. Enfiei minha língua desejosa naquele pequeno e apertado cuzinho, mordia-lhe as nádegas e os peitinhos miúdos, depois a fodi vigorosamente, como nunca havia fodido. Ela se debatia e urrava, gemia, gritava palavrões, insultos, heresias.

E eu a fodia, chupava, mordia e vez ou outra olhava e percebia Vera, num misto de excitação e medo, simplesmente sentada, olhando. O homem se debatia tentando gritar e se soltar; e eu fodia mais e mais, com mais desejo e violência aquela menina-mulher. Num dado momento, Vera levantou-se da cama. Pensei que ela fosse me atacar e pulei de cima da menina e empunhei a arma. Mas ao contrario do que imaginara, Vera apanhou meu pau, colocou em sua boca e passou a chupá-lo com mais vigor do que já o fizera. Num lance rápido, a menina ergueu-se e passou a disputar com Vera o meu troféu.

Acabei gozando no rosto daquelas duas mulheres sobre os urros do homem, que a essas alturas conseguira se livrar da mordaça e era Vera, desta vez, que o mandava calar-se e o amordaçara-o novamente. Ato contínuo, aquelas duas mulheres passaram a discutir. Uma chamando a outra de puta, de cadela, de vagabunda. E nós, homens emudecidos observávamos a cena e, principalmente eu, sem compreender o que acontecia, até que Júlia, esse era o nome da menina, arrancou a mordaça do homem e, após beijá-lo sofregamente na boca, passou a chupar primeiro delicadamente e depois lascivamente seu pau. Fiquei boquiaberto com a cena, afinal, aquela menina chupava o cacete do seu próprio pai? Não era possível! E Vera partiu para cima dos dois e esbofeteava o marido e a filha. E eu ali, parado cada vez entendendo menos os fatos, mas a cena daquelas duas mulheres com certeza me deixava excitado. Sendo assim obriguei Vera a chupar mais uma vez meu cacete e passei a chupar a boceta de Julia, que rebolava e gritava de tesão, ...sem qualquer relutância.

Já não me preocupava em entender nada. A arma jogada em algum canto do quarto. Agarrei Vera pelo braço, carreguei-a para a cama e passei a fodê-la novamente, enquanto observava que Julia libertara o homem das amarras e também fodia vigorosamente com ele. Dormi, completamente exausto e, horas depois, quando acordei, estava sozinho! Nem sinal de Vera, Julia, ou daquele homem. Depois de horas lutando, consegui me libertar, corri a busca, primeiro na casa, depois na rua, nem sinal de ninguém. Parecia que nunca tinha estado ninguém naquela casa. Da arma, também, nenhum vestígio. Retornei para dentro da casa e, extenuado por aquele porre de sexo com aquelas duas mulheres maravilhosas.

Dormi novamente. Quando acordei estava deitado na minha cama em casa com a cueca no meio das coxas, o cacete lambuzado de porra e sobre meu peito, uma revista de mulher pelada, aberta numa página onde estava a foto de uma mulher, loira, linda, olhos azuis, perfeita...de nome Vera.


Final Moralista

A excitação de foder com Vera, embriagou minha mente. Tinha apenas um pensamento: Foder! Mas aquela história de fantasia estava chegando ao final e eu precisava prolongá-la.

Decidi de certa forma romper o "contrato" e dar um ar de total realidade àquela fantasia. parecendo enfurecido berrei com Vera perguntando por dinheiro e jóias.

- Cadê, puta! Cadê a grana? Tô com o saco cheiro de foder tua boceta! Agora quero a grana!

Espantada e quase aos prantos, Vera balançava vigorosamente a cabeça para os lados e balbuciava:

- Não sei! Não temos...! Não sei...!

Esbofeteei-a e Vera, a mulher, caiu sobre a cama. dirigi-me, então, ao homem amarrado e segurando o revólver pelo cano ameacei dar-lhe uma coronhada:

- A grana, corno! Cadê a grana, palhaço?!!

Arranquei-lhe a venda e seus olhos pareciam afirmar: "Mas isso não tinha sido combinado!"

- Vou abrir tua cabeça no meio, porra! Cadê a merda do dinheiro?!!

Ele balançava a cabeça negativamente:

- Está bem - gritei - já que vocês dois não querem me falar onde está o dinheiro, vão dar um passeio comigo. Quem sabe alguém resolve se importar com dois merdas como vocês e pagar uma boa grana pelas suas vidas. Vera, a mulher, chorava e soluçava. O homem amarrado, provavelmente pensava: "Mas que merda eu fui arrumar!" Recoloquei a venda no homem, desamarrei suas pernas e perguntei sobre as chaves do carro. Apanhei-as e pegando a mulher pelo braço mandei que seguissem em direção a garagem.

Ao chegarmos ao carro, mandei que o homem se sentasse no banco traseiro do carro e praticamente atirei Vera no banco do passageiro, de tal forma que o curtíssimo vestido verde que ela colocara sobre a pele, subiu e mostrou parte dos pêlos loiros de sua boceta.

Acomodei-me no banco do motorista, enfiei e girei a chave no contato. O motor roncou e parti dali, rapidamente. A velocidade do carro e de meus pensamentos eram cada vez maiores: era arriscado andar por aí com um homem amarrado e vendado no banco traseiro do carro. Tudo bem que que era parte daquela encenação (?), mas Vera não sabia de nada e poderia fazer um escândalo caso tivesse oportunidade. E outra coisa que estupidamente eu não pensara, era para onde levaria aqueles dois.

Olhei para as coxas gostosas de Vera e o tesão me deu uma resposta: não os levaria a lugar algum. Retirei a venda dos olhos do homem amarrado para não levantar suspeitas e também que queria deixá-lo apreciar mais da sua fantasia; agarrei Vera pelos cabelos e praticamente atirei sua cabeça sobre meu colo.

- Fica abaixada aí, vagabunda!

O impacto do rosto dela sobre o meu cacete me causou dor, mas logo a dor foi substituída por prazer, porque ela, com os dentes abrira o zíper da minha calça e começara a chupar gulosamente o meu pau.

- Aí, seu corno! Tua vaca gostou de chupar meu caralho! - Chupa gostoso, cadela!

Minha puta loira chupava e chupava. E quanto mais forte ela chupava, mais eu acelerava o carro. O vento frio da madrugada no meu rosto e a boca quente de Vera no meu cacete aumentavam mais ainda o meu tesão. Pelo retrovisor interno, percebi que o homem com as mãos amarradas tentava desesperadamente abrir o zíper de sua calça. E Vera chupava e chupava com mais força o meu cacete. E seu vestido havia subido mais ainda. Soltei a mão direita do cambio e enfiei entre as suas pernas, acariciando profundamente a sua boceta. E ela apertava as coxas quase esmagando a minha mão a com a boca apertava mais ainda meu pau.

Meu sangue fervia; havia fodido aquela mulher durante quase a noite toda e queria fodê-la mais ainda. Freei bruscamente o carro, jogando-o num acostamento. Empurrei a cabeça de Vera jogando-a de encontro ao banco. Abri a porta do motorista, dei a volta e, abrindo a porta do passageiro, puxei-a violentamente para fora do carro.

Joguei-a sobre o capô quente e passei a fodê-la de um jeito extremamente rude. O calor do motor do carro junto com o calor da boceta de Vera me enlouqueciam. Ela gritava, mordia, batia com os punhos na lataria do carro, e apertava com as pernas o meu quadril. Virei-a de bruços e passei a foder aquele rabo quente; quanto mais fundo eu empurrava meu cacete para dentro daquele cuzinho mais ela gritava e pedia:

- Mais! Mais! Fode mais! Quero mais! Me come, meu cavalo!

Finalmente gozei dentro do cu de Vera e quando o fiz, percebi que aquele homem com as mãos amarradas pelos pulsos, batia a punheta mais desajeitada que eu já tinha visto.

Voltamos para dentro do carro e coloquei-o de volta na estrada. Alguns quilometros depois, o homem dormia e Vera fingia dormir com a cabeça encostada no vidro do carro, mantendo sua mão sobre meu colo, vez ou outra bolinando meu pau por cima das calças.

- Meu marido dormiu! - disse Vera quebrando um silêncio. E foi bom, pois a exaustão chegara e eu quase não conseguia me manter acordado.

- É! - Simplesmente respondi. Não tinha porem, sequer disposição para falar.

Repentinamente, ela retirou a mão do meu colo, enfiou entre suas pernas e passou a se masturbar.

- Você não se satisfaz nunca, não!? Fodemos a noite inteira e você ainda quer gozar mais.

- Sou assim - respondeu Vera - Perdi meu cabaço com menos de 10 anos e desde então só penso em foder, trepar, gozar. Sou doente, dizem. Mas eu acho que sou louca. Só penso em sexo, 24 horas por dia. E continuou a se masturbar. Quanto pareceu estar prestes a gozar, pediu:

- Me fode de novo!

Mas eu não tinha disposição mais. O cansaço tomara conta de mim, e fiz que não a escutei. Então, novamente, ela se atirou sobre meu colo e passou a chupar meu pau, que a essas alturas, no auge do meu cansaço não levantava. E chupava furiosa e resmunguenta o chupava com mais e mais força, engolia inteiro, mordia.

Naquele momento eu não queria aquilo. Queria, sim, era que aquela puta parasse de chupar meu pau. Queria dormir. Os olhos pesavam, queriam fechar e eu tentando me concentrar na estrada. E Vera chupando, chupando...chupando meu pau mole e se masturbando. O sol do dia que nascia me cegava...Meus olhos...pesados...E Vera chupando meu pau ...se masturbando...O homem amarrado dormia...E Vera chupando meu...O sono...E Vera se masturbando...e chupando...O sol...O sono...A mão de Vera na sua boceta...Sua boca no meu pau...Um gemido de prazer...Um estrondo.

Acordei dias depois num hospital. Havia entrado debaixo da traseira de um caminhão. A frente e o capô do carro sobre o qual eu tinha fodido Vera, tinham ficado completamente destroçados.

Quando o médico me contou que eu tinha escapado da morte por milagre, mas que no impacto eu havia perdido as duas pernas e que meu pênis havia sido decepado, preferi ter morrido e amaldiçoei o momento em que aceitei aquele "jogo".

- O seu pênis simplesmente desapareceu. Se tivesse sido encontrado poderia ter sido re-implantado.

- E quanto ao casal que estava comigo? - perguntei.

- Eles ficaram muito feridos, principalmente a mulher, mas foram tratados e foram embora há dois ou três dias atrás.

Durante anos, não ouvi falar dos dois - nem queria. Castrado do pênis e da alma, do desejo, as vezes buscava aquelas fotos e chorava aceitando meu "castigo"; até que um dia recebo a visita dos dois:

Vera estava sobriamente vestida, com um longo vestido negro e dizia-se curada da sua estrema disposição sexual.

- Nada mais de perversões, libidinagens e essas coisas. Eu e meu marido só fazemos sexo uma ou duas vezes por semana. No resto dos dias freqüentamos um templo religioso a fim de buscar perdão aos nossos pecados.

- E eeeeeeeeeuuuuuuuuu??????!!!! - berrei a plenos pulmões.

Mas até hoje sei que pago os meus pecados. E o meu maior pecado foi o tesão que eu senti por um demônio em forma de mulher, de nome Vera.


Final!
1/1/1999
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.629 - Livro 973 - Folha 475
A Troca – Um Conto Pornográfico
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A Verdadeira Puta Barata
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Aquele Dia o Palhaço Gargalhou
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Criaturas
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Crônica de Uma Morte Adiada
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Futurologia II (ou: Anjos, Papagaios e Cadeiras de Balanço)
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Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 1
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Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 2
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Memórias de Uma Puta Barata - Capítulo 3
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Missa Negra
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O Dia Em Que Transei Com Janis Joplin
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Sangue de Barata, O Filme
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Um Sujeito de Merda (Micro Peça de Teatro)
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Uma Mendiga Urinando na Praça
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Uma Senhora Com Uma Bolsa de Plástico Branca
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Uma Simples Questão de Perdão
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