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AUTOBIOGRAFIA NÃO AUTORIZADA DE LUIZ CARLOS CICHETTO
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
Nascido no final dos longínquos final dos anos 50, do século XX, Luiz Carlos Cichetto não desiste nunca. Ser um'A Barata foi apenas uma conseqüência de um processo de Metamorfose em que "acordou uma certa manhã transformado em um inseto monstruoso”.Forjado sob as labaredas da paixão, Barata, como ficou conhecido é um misto de poeta, idiota, webmaster, músico frustrado, péssimo amante e uma porção de outras coisas das quais foi acusado. Muitas não são verdades, mas a maioria é. E daí?

Durante os turbulentos e criativos anos 70, antes de existir o termo "Zine", Luiz Carlos Cichetto cansou o braço de tanto girar a manivela de mimeógrafos á álcool e criou ou participou junto com alguns amigos poetas, loucos e sonhadores entre os quais Luiz e Claudia Bia. Assim foi com "A Pipoca", que durou apenas um número e participação em "Cogumelo Atômico" e "Semente" daquele casal de malucos. Mimeógrafo a álcool é de fuder, sem contar que com o tempo o impresso simplesmente some, apaga. Assim não dá para ter o nome escrito na história, né.

Tinha a coleção inteira da Rolling Stone Brasileira, de Rock, a História e a Glória, Canja, Som Três, Geração Pop. Foi quando conheceu Luiz Carlos Maciel e Allan Watts e ai, o mundo, ao menos o seu, nunca mais foi o mesmo. Augusto dos Anjos e Eu... As Flores do Mal de Charles Baudelaire... A loucura e a paixão... A paixão e a loucura. Uma Barata Chamada Kafka. Uma coleção de discos que se transformaram em dinheiro que foi gasto nos piores puteiros da cidade. Literatura pura é literatura suja.

Com a chegada dos oitenta casou. E assim foi melhor... Porque, com a chegada da Doença, Penicilina não era o suficiente e ai ia ser de fuder. E porque a década de oitenta foi perdida. O Rock morreu nos oitenta quando a mídia o transformou num produto que oferece um grande lucro. O sonho acabou bem antes. Os 60 no Brasil, por força da Ditadura Militar, aconteceu nos 70 e os 70 de lá de fora nunca existiram aqui. Anos 90? Existiu (?). Acho que por uma matemática atemporal, o mundo, ao menos o mundo da cultura brasileira pulou uns 20 anos no tempo...

No meio da década de 90 recomeçou a escrever e no final, criou A Barata... No início do século atual Barata experimentou um processo de criação intenso, quase adolescente e em função disso, meteu os pés pelas mãos e andou se metendo em algumas confusões. Mas isso é outro assunto.

Mas Barata, o homem e A Barata, o site, parecem não se conformar com o sossego... O que irá aprontar esse Homem? O que acontecerá com ele? Não percam aqui neste mesmo Bat-Site, neste mesmo Bat-Endereço. No mais, curtam as mudanças e o resgate ao que A Barata tem de melhor. Participe!!!
13/8/2006
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.628 - Livro 973 - Livro 474

(11) 96358-9727


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Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

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