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A ALDEIA DE ADONIRAN
Barata Cichetto
Queria falar sobre um dos maiores compositores brasileiros, Adoniran Barbosa, mas não conseguia expressar direito sentimentos que tinha com relação a ele, que foi uma das primeiras músicas que escutei quando tinha meus 4 ou 5 anos de idade. Lembrei de uma oportunidade em que encontrei “Charutinho” , como era conhecido, em uma calçada da Rua Maria Paula, durante os anos 70. Lembro que ficamos nos olhando durante algum tempo e depois cada um seguiu seu caminho. Acho que ele queria que eu o reconhecesse, sei lá. A realidade é que aquela imagem ficou na minha mente, bem como as músicas, que a mim têm um sabor de infância, de coisas simples, poética simples. Simplicidade. Procurei alguma coisa sobre ele na Internet e encontrei um ótimo texto, infelizmente não assinado, em http://www.samba-choro.com.br/artistas/adoniranbarbosa e parte dele estou colocando a seguir. Ai, roqueirada besta, como diria Raul: “Procure, que você vai entender”.
Adoniran Barbosa (João Rubinato) - Valinhos, SP, 6/8/1910 - São Paulo, 23/11/1982)
“Mais brilhante compositor paulista de todos os tempos, Adoniran Barbosa - pobre e mal-letrado -, sabia ser mais denso que muito catedrático quando definia: pra escrever uma boa letra de samba, a gente tem que ser, em primeiro lugar, anarfabeto. Como poucos, Adoniran foi gênio. Como Lupicínio ou Nick Cave, daqueles raros gênios que extraem de uma quase patética simplicidade uma montanha de significados sutis. É aquela estória: você ouve Saudosa Maloca 300 vezes, sem prestar muita atenção. Aí, um dia, dá um estalo: então era isso? (...) Júlio Medaglia - maestro e arranjador -, é definitivo quando lembra: "Dostoievski dizia que a melhor maneira de ser universal é narrar bem a sua aldeia. E ninguém melhor que Adoniran narrou a aldeia paulista". Além disso, Adoniran foi uma das raríssimas coisas boas surgidas na MPB daquela desgraça abolerada que foi a década de 50 (a bossa-nova e seus precursores não vale, que foi bem no finzinho). Uma rara chama de lucidez e assepsia no meio de uma enxurrada de mau gosto, baixo-astral, dor-de-cotovelo, mortes e assassinatos por amor espalhados pela quase totalidade das canções."


13/9/2006
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.628 - Livro 973 - Livro 474
"O Amor é a Compensação da Morte"
“Blowin In The Wind” ou: O Destino do Planeta Por Um Fio
11 de Setembro – Parte 1
11 de Setembro – Parte 2
111
154 Vidas de Terceiro Mundistas São o Preço de 5 Vidas Imperialistas
1984 é Hoje
1990 - Projeto Salvaterra
1º. Manifesto d'As Baratas
2107 - Uma Reflexão Sobre Representação da Realidade
A Aldeia de Adoniran
A Chave da Liberdade
A Classe dos Idiotas
A Droga do Amor
A Esperança é Uma Cadela Manca
A Fábula do Pequeno Pinto Amarelo, da Grande Cadela Branca e da Pequena Gata Cor-de-Rosa (Ou: Uma História de Merda)
A Grande Teia
A Injeção de Bíblia do Puxa-Saco
A Liberdade Tem Gosto de Cynar
A Língua do P
A Nojenta Arte de Enganar Qualquer Um
A Pequena História de Um Príncipe Desencantado e da Pequena Princesa
A Queda da Bastilha
A Síndrome da Assepsia
A Superioridade dos Artistas
A Verdade Não Exótica Sobre CDs de Vinil
A Volta dos Vampiros
Abaixa o Som, Porra!
Abortando a Folha de São Paulo
Acabou a Festa do Latino
Acorde!!!!
Acordo de Cavalheiros
Ainda a Vontade de Morrer
Alô! Terezinha!!!!!!!! Vai Para o Inferno Ou Não Vai?????
Alucinação
Amor? Nem de Mãe!
Ande na Linha!
Aos Pedaços...
Apenas Baratas
As Mulheres Que Eu Comi
Autobiografia Não Autorizada de Luiz Carlos Cichetto
Auto-Entrevista
Barata no Radar Cultura, com a Banda Pedra
Barata Tonta é a Mãe!
BBB - Big Brother Barata - 1ª Parte
BBB - Big Brother Barata - 2ª Parte
BBB - Big Brother Barata - 3ª Parte
Born In 1958
Brasileirinho
Cabeça de Barata
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