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Não se preocupe com o que eu penso, se preocupe com o que você pensa. Isso sim, deve ser preocupação sua.

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal, do ano da Graça do nascimento de Madonna, Michael Jackson, Bruce Dickinson, Cazuza e Tim Burton é poeta, escritor, produtor e apresentador de Webradio, produtor de eventos; e procura pagar as contas trabalhando com criação de sites. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin e escrevendo poemas. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos, deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário, projetista de brinquedos e analista de qualidade. No final do século XX, acordou certo dia de sonhos intranquilos e, transformado em um ser kafkiano, criou um projeto cultural na Internet nos moldes dos antigos panfletos mimeográficos. Mesmo antes de seu processo de metamorfose, Barata nunca deixou de cometer poemas, contos e crônicas. E embora tenha passado dos três dígitos o numero de textos escritos, nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Varda de Perdidos no Espaço, Janis Joplin, Grace Slick e Sonja Kristina; casou quatro vezes e tem dois filhos do primeiro casamento. Atualmente é também costureiro e colador de livros, num projeto de editora artesanal.

 


A história de A Barata, Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade foi escrita nos últimos 21 anos por centenas, talvez milhares, de participantes, direta ou indiretamente; e um número incalculável de usuários que desfrutaram de poesia, prosa, arte, música. Pessoas que compareceram a eventos, compraram camisetas, livros, e especialmente publicaram seus trabalhos artísticos neste endereço. A história foi escrita por todos esses, e agora é contada por seu criador, em relatos diários, publicados on time, entre 1º e 24 de Setembro de 2018. Leia e deixe seus comentários.
Barata Cichetto,
Araraquara, SP, 01/09/2018

2018 - Sessenta Anos de Sacanagem. O Som e a Fúria; Barata Não Mora Mais Aqui. Mora Com o Sol. Deixem a Esquerda Livre. O Fim da Saga d'A Barata Rebelde. O Fim ou Começo?


A SOLIDÃO É UMA RATAZANA CINZENTA

Por Genecy Souza - Leitor

A Solidão é Uma Ratazana Cinzenta

DEBATE NO PROGRAMA 90 POR HORA
Radio Exclusiva FM - André Marques

Debate no Programa 90 Por Hora

Programa 90 Por Hora, apresentação de André Marques, produção Marisa Della Maggiora. Participação do escritor Eduardo Kazé e do filósofo Ives Alejandro Munhoz. Participação musical de General Sade e a banda Pornomassacre.


Sexo agressivo, asnos, dinamite e outras "figuras" estão presentes na obra do Barata... Cazzo! Por que pode um cara querer trocar poesia por dinamite?
Dinamite: um bastão roliço, fálico, geralmente vermelho, que inflama e explode por uma das pontas? Seria uma representação de desejos e vontades? Seria apenas para aplacar suas angustias? Seria apenas para seu alívio? Se for o caso, posso sugerir um massageador. Alguns, inclusive, tem formato semelhante ao objeto em questão. E muitas pessoas, de qualquer gênero, gostam deles.
Assim sendo, amém, grande gênio do quixotesco underground paulista! Seu novo livro propõe um X da questão, que apesar de personalizado e egocêntrico, traduz o que muitos gostariam de dizer, sentir, ser, estar, parecer, escolher e fazer na hora H, no ponto G, no vértice do Y, no olho do C...
A comunicação humana traz problemas. Nem sempre pelo que diz, mas pelo que pretende (conscientemente ou não) esconder. Já nos falam os psicanalistas sobre o ato falho, que é o que ocorre quando podemos estar falando, escrevendo ou querendo mostrar algo, mas nossos atos e sons demonstram mais, ou menos, ou até o contrário daquilo que queremos comunicar. Geralmente negando nossas afirmativas.
Paul Ricoeur, filósofo e pensador francês, do período pós 2ª Guerra Mundial, já nos dizia que o ser humano é incontestavelmente dissimulado. Ou seja, que tem em si inseguranças, medos e incertezas e dissimula, inconscientemente, criando verdades a serem transmitidas, mas que não reproduzem fielmente aquilo que ele de fato é ou sente.
Sexo agressivo, asnos, dinamite e outras "figuras" presentes na obra do Barata, assim, representam o que, de fato real? Há nas técnicas usadas por espiões, de persuasão para vendedores e pregadores, na propaganda e na arte mágica, expressões como "mensagem subliminar" e "misdirection", que também são formas de dissimulação para induzir, o receptor da mensagem, a erro. No caso da dissimulação dita por Ricouer,no entanto, o efeito é diferente, pois primeiro iludimos a nós mesmos, e, uma vez persuadidos pelos nossos enganos, nos expomos conforme esta nova expectativa que criamos.
Resta, no caso, então, a pergunta: o que seria esta dinamite que dá titulo ao livro? Talvez o autor possa responder numa próxima publicação.
Esdras M. Júnior - Psicanalista - Recife - PE


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/barata.cichetto
O ANALFABETO (QUE SE ACHA) POLÍTICO
Barata Cichetto

O pior analfabeto é o analfabeto que se acha político. Ele ouve, mas apenas o que quer, e fala apenas o que querem. Ele participa dos acontecimentos apenas com o intuito de aparecer; ele não sabe o custo de coisa alguma, menos ainda de alimentação, e acha que tudo é culpa do patrão. O analfabeto que se acha político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que ama a política. Não sabe o imbecil que da sua arrogância - e não da ignorância do outro - é que nasce a intolerância, e o pior dos bandidos, que é o político corrupto e lacaio de interesses próprios, que usa o analfabeto que se acha político como comida para sua fome de poder.

Uma resposta ao texto de autoria não confirmada. Texto atribuído a Bertolt Brecht:
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”.
10/10/2018
https://baratacichetto.blogspot.com/2018/10/o-analfabeto-que-se-acha-politico.html
13/10/2018

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HIGH LEVEL LOW PROFILE
CASCH - 2018

  High Level Low Profile

OS DEZ MAIORES DISCOS DE ROCK DE CADA DÉCADA - PARTE 3 (DÉCADAS DE 90 A 2000'S)

A pedido de Dum de Lucca (RIP), editor do Jukebox, uma análise dos dez melhores discos de Rock de cada década do Rock, desde os Anos 1950 até o presente. (...)


ROBERTO PIVA - O SÉCULO XXI ME DARÁ RAZÃO - 1984



BARATA? QUE BICHO É ESSE?
Barata Cichetto

Quem é esse Barata, que pede desculpas, e não pede perdão,
E quem é esse tal de poeta, que peida fedido e fala palavrão?

- Sou eu, Barata, um poeta por ofício, e profeta por profissão,
E minhas palavras são tão sujas que parecem escritas a carvão.

Quem é esse Barata, que fala de putas, e cala em cemitérios,
Esse poeta que escreve poesia suja, sobre lutas e adultérios?

- Barata, muito prazer, a seu dispor, tolos cheios de mistérios,
E se meu verso lhe causa tanto mal, procure outros deletérios.

Quem é esse Barata, que mostra o pau e depois mata a cobra,
E que mostra o mau, e ainda tem montes de poesia de sobra?

- Barata presente, e se a minha serpente por ti não desdobra,
Sente sobre seu rabo e olhe o mal que a consciência te cobra.

Mas quem é esse Barata, de quem tanto ninguém gosta,
E quem é esse imbecil, que só fala em sexo e em bosta?

- Eu, Barata, um animal perante a uma verdade suposta,
Ou anormal, diante da sujeira da tua podridão exposta.

Quem é, esse Barata, idoso, que até de inseto é chamado,
E quem é esse odioso a quem poucos de fato tem amado?

- Barata, raivoso a quem chama, e às que querem, difamado,
Mas bem guloso às que gostam de um homem bem formado.

Enfim, quem é esse Barata, que nem se pode chamar de ser,
Quem é essa cria, que alguma mãe perversa permitiu nascer?

- Sou Barata, que um dia acordou, e não mais queria crescer,
E se era o que queriam, com inseto monstruoso quis parecer.
1/10/2018


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