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Marcelo Watanabe

MARCELO WATANABE
Guitarrista-
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com

Marcelo Watanabe é um músico que apesar de ser relativamente jovem, 30 anos, tem mais da metade de sua vida dedicada á música. Há 15 anos trabalha como músico profissional. Tocou com feras como Paulo Meyer, Mona Gadelha e outros e neste ano lançou seu segundo CD Independente "Nave Louca".

Fantástico guitarrista, Marcelo tem no Blues sua maior fonte de inspiração, o que não o impede de passear tranqüilamente pelos campos do bom e velho Rock'n'Roll. Em seus shows mistura seus trabalhos autorais com músicas de Rory Gallagher, Alvin Lee e até The Doors a obras primas de mestres do Blues como Robert Johnson e Willie Dixon.

Entrevistamos Marcelo Watanabe na Toc'A dA Barata no dia 15/10/2002, data do lançamento de seu site oficial, que, aliás, é produção e criação nossa. Curtam a entrevista.


1 - A Barata: Quem é Marcelo Watanabe? Fale um pouco sobre suas origens familiares, se existem outros músicos em sua família etc..
Marcelo Watanabe: Tenho um irmão músico, que toca contrabaixo, bateria e sopros. Quanto a minha família, somos a primeira geração de músicos.

2 - A Barata: Como e quando você iniciou com a Música, como era sua primeira banda?
Marcelo Watanabe: Aos 10 anos minha mãe me colocou no violão clássico (por obrigação), coisa que eu não queria pois queria mesmo era jogar futebol. Minha primeira banda com o baterista fã de Rush e Gene Kruppa e o baixista fã de Rock Psicodélico. Na época eu era o caçula da banda e tenho sempre trabalhado com músicos mais velhos.

4 - A Barata: Você hoje é um músico de Blues. Quando descobriu que esse era seu caminho?
Marcelo Watanabe: Não me considero um músico exclusivamente de Blues, mas a descoberta desse estilo fez-me ratificar meu modo de tocar e compor. Como toco garoto comecei com Rock (Beatles, Stones, Elvis) e conforme as amizades passei pelo Hard Rock (Deep Purple, Led Zeppelin), posteriormente chegando ao blues, que é a essência de tudo.

5 - A Barata: Como você avalia o Movimento de Blues de uma forma geral e particularmente o brasileiro, hoje?
Marcelo Watanabe: Creio que teve muitos avanços, pode se ver pela quantidade de CD's lançados de forma independente, mesmo sem o apoio das gravadoras e mídia. O Blues não deixa de ser um estilo segmentado no país, com público exigente e ávido por novidades.

6 - A Barata: Você já tocou com um monte de gente boa do cenário do Blues, do Rock e da MPB. Fale sobre isso. É verdade que você chegou tocar com o Harpia?
Marcelo Watanabe: Dentro dos artistas que destaco foram o bluesman J.J.Jackson, a cantora Mona Gadelha, numa linha mais pop e o polêmico João Ricardo, que me permitiram ampliar meu horizonte musical. O epísódio do Harppia foram apenas alguns ensaios no estúdio-fábrica da luthier.

7 - A Barata: Nós vivemos num mundo de rótulos e aparências, as pessoas não estranham você, um "japonês" tocando uma música tida negra como o Blues?
Marcelo Watanabe: Hoje em dia já é mais comum, mas quando comecei e até mesmo em algumas cidades pequenas as pessoas estranham, mas por outro lado acaba marcando, sendo uma boa referência.

8 - A Barata: Dá para viver de música no Brasil. É preciso, digamos vender a alma ao diabo ou o almoço para comprar a janta?
Marcelo Watanabe: Como qualquer outra profissão, hoje em dia, é preciso muito trabalho, estudo e dedicação. Já sobrevivo de música há algum tempo, mas é preciso ser maleável a estilos e antes de tudo profissional, pois com o tempo as coisas se ajeitam. Toco em várias bandas além do meu trabalho e leciono guitarra.

9 - A Barata: Qual a importância que você dá ás letras? Quais são seus temas preferidos?
Marcelo Watanabe: Tento ser espontâneo na hora de compor, sem me prender a temas específicos, sendo universal.

10 - A Barata: Fale sobre seu CD "Nave Louca", como é, quem participa, quem produziu.
Marcelo Watanabe: Um trabalho totalmente autoral, com a parceria de vários músicos coomo Paulo Resende, bateria, Toninho Fonseca e Fábio Zaganin, baixo, Nelson Ferraresso, teclados, além de Mário Fabre, bateria e uma música no CD ("Marola"). A produção musical foi minha e a produção executiva de Maira Sales e Mona Gadelha. Resumindo, uma grande parceria de músicos que já trabalharam juntos e amigos.

11- A Barata: Quais os planos para o futuro?
Marcelo Watanabe: Nesse momento o lançamento do site oficial e sua divulgação e shows na capital e no interior de São Paulo.

12 - A Barata: Rock é Atitude?
Marcelo Watanabe: Só o fato de ser músico não só como instrumentista mas colocando a cara para bater como compositor já considero uma atitude Rock'n'Roll.

13. A Barata: Recado Final:
Marcelo Watanabe: Convido a todos a visitar meu site www.marcelowatanabe.com


Contato Shows:
E-Mail: m.e.watanabe@bol.com.br
15/10/2002
Registro no E.D.A. da F.B.N. : -

(11) 96358-9727


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Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

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