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CENTOPÉIAS HUMANAS (UMA ANALOGIA POLÍTICA)
Barata Cichetto
Em: 20/1/2019

1 -

Um dia falaram de mim que era maldito
E a uma tal hora decretaram-me proscrito
Mas como ser, se não chego aos pés sujos
Do cego glaucomatoso ou dos ditos cujos?

E uma semana antes chamaram-me bosta
Mas a merda é a suculência do que gosta,
E eu que nem aprecio a tal da imundice
Sou obrigado a gostar dessa esquizitice?

Enfiam as caras nos rabos dos parceiros
Feito centopeias humanas sem roteiros
E eu que prefiro enfiar-me numa buceta
Acabo morrendo tísico de tanta punheta?

E na minha boca quero um cu perfumado
Que não sou um maldito poeta deformado
Mas quem diria que eu, na atual cegueira
Possa comer mais merda que a tua sujeira?

2 -
Colam bocas a cus e cagam em bocas imundas
E cagam em outras bocas grudadas às bundas
Comem o que outros defecam e cagam dejetos
E assim continuam não humanos, mas abjetos.

Monstros criados em laboratórios da maldade
Um cientista obcecado pelo poder da vontade
E seguem pela Terra espalhando a sua merda
Transformando o humano em centopéia lerda.

Cagam regras e idéias nas bocas abertas
Que devoram bostas como coisas certas
Ao gosto do estrume se acostuma o paladar
E fazem tudo aquilo que o mestre mandar.

A cabeça da centopéia não come excremento
Porta de entrada para um podre experimento
E a ultima parte atira os seus dejetos nas caras
Daqueles que não compartilham de suas taras.


15/01/2018



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