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Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".
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 2ª. Fest'A Barata

2ª. Fest'A Barata
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2ª. Fest'A Barata
8/11/2003
Led Slay - São Paulo - SP
The "Eddie" of Darkness
Rock Dogs
Savatage Cover
Violent Noise
Black Rainbow
Homem Com Asas
Motörhead Crew
Ataque Relâmpago
Tublues
8/11/2003

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Atitudes
Fábio G. Carvalho
cyszine@hotmail.com
"2º. Fest'A Barata - Rock é Atitude"!
Data: 8/11/2003
Local: São Paulo/SP - Led Slay Rock Club

Antes de entrar nos méritos da '2ª. Fest'A Barata - Rock É Atitude!', sou obrigado por minha consciência a fazer um breve comentário a respeito do idealizador e realizador do evento, um grande amigo e companheiro de estrada que o destino, Deus, as coincidências, ou o que seja, colocou em minha vida; Luiz Cichetto, carinhosamente apelidado 'Barata' .

Na verdade, ao contrário do que parece nas palavras acima, não faz tanto tempo assim que tive o privilégio de conhecer esta talentosa, humilde e grandiosa figura, mas independente do 'tempo de estrada', ficou claro desde nosso primeiro contato que esta era uma pessoa em que valia a pena acreditar, e assim, rapidamente aprendi a reconhecer nele todas as qualidades aqui listadas junto a mais uma dezena delas. E talvez, por termos nos cruzado em outras vidas ou mesmo, apenas por termos ideais parecidos, acredito que nossa sintonia foi instantânea, tornando-nos rapidamente grandes e verdadeiros amigos, com uma mútua confiança do tipo que se leva uma vida inteira para se adquirir, quando se adquire.

Por isso, fica registrado mais uma vez o enorme apreço que tenho por este sonhador e idealista, e por isso mesmo, batalhador, incompreendido e sofredor amigo que espero ver sempre levando seus projetos adiante, pois sua vontade e determinção são uma inspiração para outros sonhadores que em momento ou outro titubeiam continuem em frente apesar das dificuldades.

Voltando à Festa, esta para mim começou bem mais cedo, pois não gosto de viajar durante o dia, e por isso, como sempre, cheguei em São Paulo lá pelas seis da manhã e fiquei enrolando em andanças sem destino em um misto de reflexões existenciais, devaneios e sonhos perdidos. Lembranças recheadas de alegrias e tristezas, histórias vividas nesta grande metrópole que a cada visita me cobra por fidelidade e tenta fazer com que eu não mais retorne à minha terra. São Paulo e eu temos uma antiga história mal resolvida. E cada um a seu modo, acho que nos amamos, estando sempre um esperando pelo outro.

Após este pequeno passeio de algumas horas, obviamente o destino levou meus pés à Galeria do Rock, local sagrado e de peregrinação, a nossa 'Meca roqueira' por assim dizer. Peguei cerca de trinta revistas antigas que havia comprado de um chato de carteirinha, comprei alguns cds na Die Hard e passei o restante do dia lendo as revistas e rindo da ingênua, porém admirável e verdadeira devoção dos primeiros números da Rock Brigade ao heavy metal.

Logo ao cair da noite, tenho uma conversa rápida com meu amigo 'Barata' na porta da Led e fico ansioso pelo início da festa.

Ansioso, temeroso e apreensivo, pois o público não chegava logo, e na breve conversa que tive com 'Barata', senti (talvez por experiência própria) seu nervosismo. Claro que ambos sabíamos que o público inevitávelmente se atrasa, sempre. Mas, ambos também sabíamos o quanto esta Festa exigiu sacrifício e dedicação, e o quanto ela era importante em sua vida, e por isso, acho que ambos tentamos nos mostrar confiantes e não demonstrar este pequeno temor que crescia a cada minuto.

Entrei e aos poucos fui percebendo o público chegando, e com ele, uma sensação de alívio misturada a uma grande alegria por ver que as coisas estavam 'nos eixos'. Após algumas conversas rápidas aqui e acolá com pessoas legais e interessantes como a 'sobrinha' do 'Barata', a galera do Piece of Maiden Fan Club e os maiores fãs da banda Motorhead que já vi, percebi que a primeira banda estava tocando. Deixa a conversa para depois.

A banda que estava no palco segundo me lembrava deveria ser a Tublues, banda que já havia ouvido falar bastante através do 'Barata', que pelo jeito é o fã número um dos caras! Logo nos primeiros acordes já percebo que estou certo, é mesmo a Tublues, e percebo que logo de cara estavam mandando a música Sangue de Barata, cuja letra é do próprio 'Barata'. Já havia lido a letra no próprio site A' Barata, mas a música ainda não havia ouvido, por isso, achei engraçado, pois era como se eu conhecesse algo que ainda não tinha visto, uma espécie de 'De Ja Vu' careta. Realmente foi um ótimo início, pois a música ficou realmente muito boa (E deve ter feito um certo senhor se encher de orgulho). Na sequência, a banda começa a música De um jeito melhor, também do seu Cd O Bicho Vai Pegar. E esta já mostra uma banda mais Rock n' Roll do que eu esperava, o que é muito bom! Depois mandam a divertida Stress, cover da banda Casa das Máquinas, um retrato fidedigno das grandes cidades e que traz em seus versos uma grande verdade (Me disseram/Que devagar eu chego lá). E para terminar, Como um cão de rua, do primeiro Cd da banda, e mais duas músicas que me fizeram vibrar. A penúltima, fiquei ouvindo e mais uma vez me veio aquela sensação de 'De Ja Vu', e quando ela terminou com um agudo típico e inconfundível, me veio um estalo Led Zeppelin!

Mas passei a noite me perguntando que música era até descobrir que era não uma versão, mas uma homanagem na música justamente batizada de Zeppeliana. E para fechar com chave de ouro para aqueles cuja 'vida é rock n' roll', um cover do grandioso Made In Brazil com a música Uma banda Made In Brazil. Obviamente, depois do show minha primeira reação foi voltar às barraquinhas e comprar o Cd desta excelente banda de blues e rock n' roll. Na sequência, veio a banda Homen com Asas, e imediatamente me senti lá pelos idos de mil novecentos e setenta e bolinha. Inicialmente estava achando que o nome da banda era 'Homen sem Asas', e como achei o vocalista meio parado no início achei o este nome caindo 'como uma luva'. Mas assim como descobri depois o nome correto, percebi também que talvez a impressão fosse apenas inicial, um nervosismo daqueles que trava as pernas e faz suar frio. E principalmente por a banda estar fazendo seu tributo ao Grand Funk Railroad, banda não muito conhecida da galera mais nova. Entre músicas como People Let's Stop The War, I Come Tumblin, Are You Ready e Got This Thing, aos poucos a banda foi se soltando e na mesma proporção conquistando com carisma e muita competência o público presente, que a esta altura já era bem grande.

A banda realmente é muito talentosa e possui músicos muito bons, e entre eles, o próprio vocalista me prendeu a atenção, pois possui um timbre de voz muito agradável, e a despeito de realmente não ficar correndo de um lado para outro me fez perceber que para ganhar o público não precisa ficar gritando e pulando o tempo todo, basta talento, boa voz e carisma, e isto, realmente foi esbanjado. Um momento de destaque da apresentação foi com as participações de Marcello Schevano e Rolando Castelo Júnior nas músicas Footstopim Music e Festa do Rock (Música aliás, que já havia sido escolhida como hino oficial da festa) da Patrulha do Espaço que fechou com chave de ouro a primeira parte da apresentação da Homen com Asas. No intervalo uma cena inusitada que me levou por instantes mágicos ao Monsters of Rock de 98... Pois algum gênio colocou nos altos falantes da Led o hino máximo de uma de minhas banda preferidas, e que, havia tocado no tal festival. Manowar é a banda, e a música Batle Hymns, canção cujo refrão é a razão de um de meus alter egos, 'Kill' 'Kill' Kill'! Nem preciso dizer que 90% da Led ergueu os punhos durante a música reverenciando os 'Kings of Metal' e agitando como se a mesma estivesse tocando ali. Fantástico! O clima estava perfeito para a Homen com Asas aproveitar o gancho e entrar em cena.

Há pouco eu disse que a banda esbanja certas qualidades, mas depois descobri mais uma, 'resistência'. Afinal, acabavam de fazer a apresentação com músicas do Grand Funk e logo em seguida já retornavam para mais uma apresentação! Desta vez com uma banda mais conhecida da galera, Led Zepellin! O fato de logo de cara o público se render, não me surpreendeu, pois a banda já havia me mostrado suas qualidades e agora ainda tinha a regalia de tocar músicas mais conhecidas. Mas, peraí! Músicas conhecidas? Bem, é obvio que se estamos falando de Led, não faltaram as músicas Rock and Roll, Communication Breakdown, D'yer Maker, Black Dog, Whole Lotta Love e Stairway to Heaven, não é? Ledo engano! A banda acertou em cheio e escolheu um repertório que surpreendeu a todos. Nada de músicas clichês (Por melhores e mais clássicas que sejam), e por isso, mais uma vez me rendi à banda. Tocaram Good Times Bad Times, The Rover, The Ocean, Achilles Last Stand, Heartbreaker, The Song Remains the Same... Mais uma vez me vi boquiaberto, não só pela competência ímpar da banda, mas pela coragem de fugir do óbvio e o fazer da melhor forma possível sem cair no marasmo. Grande show!

Depois do Led Zepellin, aliás, quase me enganaram, não era o Led; depois da Homem com Asas, entrou em cena a Black Rainbow, e do mesmo modo, mais um ótimo vocalista. Não, não era o Dio, era o Odair Cassani. Mas, que nos engana se fecharmos os olhos, engana. Pois o cara simplesmente canta muuuuito! Faria o 'mestre dos magos e vocalistas', o baixinho conhecido como Dio, ficar orgulhoso. E desta forma, foi fácil empolgar a casa inteira, principalmente com clássicos tais quais Holy Diver, Neon Knights, The Man of the Silver Mountain e Rainbow in the Dark cantados por um vocalista de tão elevado potencial. A Rock Dogs veio logo na sequência completar o estrago (no ótimo sentido) feito até aqui. E esta, parecia mesmo a noite dos vocalistas, pois mais uma vez, demos de cara com um estupendo artista. Fazendo primeiro Deep Purple, a banda se mostrou muito coesa e com músicos muito competentes. Tocaram clássicos como Burn (Que mais uma fez me fez voltar ao Monsters of Rock de 98) e Black Night que fizeram a galera pular de contentamento, e eu, pulava duplamente, pois me sinto muito feliz ao ver bandas como Led, Sabbath, Ramones e Deep Purple, os pais de tudo que ouvimos hoje sendo bem recebidos pelas gerações mais novas.

Assim que vi os músicos da Savatage Cover subindo ao palco, uma pequena tristeza se abateu em mim, pois era para minha grande amiga e companheira de trabalho no Choose Your Side, Priscila, ter ido também, mas como teve compromissos relacionados à ganha pão, não pode. E ela, é a maior fã de Savatage que conheço. Uma pena, pois ela perdeu a chance de agitar com músicas como The Hall of The Mountain King, que acredito eu, seja o maior clássico da banda junto à , Edge of Thorns que também foi tocada e mais uma vez me levou de volta à um certo festival lá pelos idos de 1998....

Sinceramente, foram tantos shows, que se parasse por aqui já seria sucesso, principalmente por todas as bandas terem cumprido até aqui não só sua obrigação, mas também surpreendendo e sendo melhor que o esperado. Mas ainda tinha muito mais! E na sequência da já comentada ode à bons vocalistas, era a vez da Iron Maiden Cover mostrar seu talento. Devo dizer que na minha opinião foi a melhor banda cover de Iron que já vi por dois motivos: Primeiro pelos excelentes músicos, em especial o vocalis... É... Isso mesmo... Mas também por a banda não tentar realmente ser a banda original, sinceramente, não gosto de bandas que se vestem igual, penteiam o cabelo igual e até fazem biquinhos iguais e gestos literalmente iguais à banda original, e até hoje, todas as bandas cover de Iron que vi sem excessão haviam sido ótimas, mas a meu ver, pecavam por tentar imitar o que não precisa. Fico pensando, o que uma banda cover do Marilin Manson faria? E uma cover do GG.Allin? Será que tentariam fazer os mesmos gestos e atitudes? Pois bem, voltando ao foco da questão, este Iron Cover em especíifico foi a excessão à regra, e se mostraram mais interessados em tocar e cantar com perfeição e competência que ficar fazendo pose de Steve Harris e Bruce Dicksinson. Aí só era preciso alguns clássicos; será que músicas como The Number of The Beast, Hallowed Be Thy Name ou Sanctuary servem?

Quebrando a tradição dos bons vocalistas melódicos veio a próxima atração da noite, Motörhead Cover. Não que o vocalista fosse ruim ou que o Lemmy o seja, mas apenas que o estilo é muito diferente, e é claro que Lemmy é Lemmy oras! Durante esta apresentação pude sentir mais uma vez o que é ser fã de verdade de uma banda, pois durante todo o show a galera do Motörheadbangers Fan Club que estava na festa e não pararam um minuto. Aproveito para parabenizar ao Francisco, presidente deste Fan Club da banda no Brasil e que realiza um ótimo trabalho de garimpagem para elaborar os fanzines do Fan Club. A banda obviamente não teve problemas para escolher seu repertório, pois da mesma forma, Motörhead é Motörhead oras! Então, que tal, Ace of Spades, Orgasmatron, Rock n' Roll e Iron Horse?

Depois da Motörhead Cover, era a vez da Ataque Relâmpago (Ramones Cover), seguir uma linha similar. Similar? Sim, ambas são bandas que se tornaram ícones em seus estilos, são respeitadas por praticamente todas as tribos, mesmo aquelas que não gostam do estilo, são bandas que fazem uma música simples, mas repleta de energia e honestidade, nunca mudaram sua música apenas para seguir as modas mantendo-se sempre fiel à suas raízes. Características estas, que somadas, tornaram tanto Ramones quanto Motörhead as grandes bandas que são. Creio que a Ataque Relâmpago tenha saído em vantagem por tocar Ramones, pois com tantas apresentações, o tempo de cada uma era curto, e como as músicas do Ramones são rápidas como uma 'Blitzkrieg', tiveram a sorte de tocar muito mais clássicos que as outras, óbvio. Por isso não poderia ter faltado Psycho Therapy, Rock n Roll Radio, Sheena Is A Punk Rocker, I Wanna Be Sedated, Spider Man, Pet Sematary, etc.Para encerrar a jornada, veio fechar a festa a banda Violent Noise fazendo um Nirvana Cover. Aqui, é necessário algumas pequenas considerações, pois Nirvana bem ou mal, é uma banda que se tornou tabu entre a comunidade roqueira. De um lado os fãs idolatram o neurótico maníaco depressivo que num surto de total egoísmo se matou, fãs aliás, como algumas garotas (e um garoto, acho, pois o cara gritava pra todo mundo ouvir que Kurt era lindo!?) que estavam no bar da Led antes da festa começar.

Alguém inventou de colocar uma fita da banda na tv, aí as meninas deram um show, pulavam, esperneavam, choravam, juravam amar o cara, o diabo a quatro. No início estava divertido ver esta falta do que fazer e do que pensar, mas depois deu no saco, e é aí que analisando as coisas que elas diziam e as 'atitudes' tomadas, me questiono sobre dezenas de coisas que não se aplicam aqui, mas que é bom apenas dizer que existem... Bem, e do outro, as pessoas que abominam Nirvana pelo 'estrago' que a banda causou no rock. Também não vou entrar em detalhes aqui, pois não é o lugar, mas achar que uma única banda destruiu com todo um movimento me parece o mesmo que afirmar que tal movimento era uma pilha de cartas em forma de pirâmides. Temos os dois lados da moeda, particularmente não sou fã de Nirvana, mas não a vejo como nada mais que uma banda que conquistou seu espaço, cresceu, e devido à esta idolatria idiota e sem utilidade anteriormente citada, acabou se tornando o 'bode expiatório' para todas as mudanças naturais que cedo ou tarde ocorrem. Nem preciso dizer quais músicas foram tocadas, pois qualquer banda Cover de Nirvana saberia que se tocasse músicas diferentes das 'famosas', provavelmente seria destruída pelos 'Teen fãs Spirit'.

2ª. Fest'A Barata

2ª. Fest'A Barata

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Fotografias:  Vicky Machado

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