Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

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Viver... É Apenas Contar História
Luiz Carlos Barata Cichetto
Ano: 2012
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Edição: 1ª
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Formato: 14 X 21
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Origem: Brasil
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Gênero: Cronicas
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Páginas: 168
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Preço: R$ 30,00 + Frete
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Editora: Editor'A Barata Artesanal
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"Viver É Apenas Contar Histórias" é um apanhado das 45 melhores crônicas escritas por Luiz Carlos Barata Cichetto nos últimos 10 anos. Nesse período foram escritas cerca de 2000 e a maior parte publicada no site A Barata, criação do autor em 1997, que durante muito tempo foi um expoente no Rock e da Cultura, lançando bandas e publicando autores independentes.

São crônicas escritas numa linguagem franca, por horas escatológica, e que como uma metralhadora giratória cospem fogo para todos os lados, mas que tem por alvo a hipocrisia e retratam a angústia e a solidão dos seres humanos pensantes num mundo a cada dia mais vazio, sombrio e cheio de egoísmo e desamor.
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Trecho
Viver... É Apenas Contar História...
A Jon Lord e Meu Amigo ARL, que hoje deixaram de contar e fazer parte de algumas histórias


Quando morre uma pessoa com quem partilhamos um pedaço de nossa história nos sentimentos tristes. Tristes, porque com ela desaparece um pouco de nós mesmos. E não ficamos tristes apenas por saudades, por falta da presença, por gostar ou deixar de gostar. Nem é porque amamos ou até mesmo odiamos, mas porque com ela morre sempre um pouco de nós, justamente aqueles pedaços, bons ou ruins que compartilhamos com o morto. Aqueles pedaços se foram para sempre e então sentimos a nossa própria morte ali... E nos sentimos fracos porque aquele ser defunto carregou com ele um pedaço, maior ou menor de nós. Sabemos que no fundo somos todos apenas mortos demorando um pouco mais ou um pouco menos. Somos apenas história, e a de cada um é formada por pedaços das histórias dos outros. Um pedaço de cada um que interagiu conosco, forma a nossa história, e cada pedaço nosso, a história de todos aqueles com quem a partilhamos. Então, quando morre alguém com que interagimos por anos, apenas por dia, apenas por uma hora, ou mesmo apenas por intermédio de um olhar, morre um pouco de nós. Mesmo quando morre alguém que sequer soube de nossa existência, um artista, por exemplo, que fez parte da nossa história contando a dele, nos entristecemos profundamente. E não há nada errado nisso, pois ao morrer um cantor, por exemplo, cujas musicas embalaram certos trechos de nossa história, sentimos que aquele pedaço se foi com ele... E ele fez, mesmo sem saber, parte da nossa. Até que não sobre nenhum pedaço de nossa história, a não ser... Histórias. Façamos então com que com cada pessoa com quem partilhamos um pequeno pedaço de nossa história, que seja ela apenas por uma palavra, apenas por um olhar, apenas por um gesto, o melhor pedaço da nossa história e do outro. Apenas assim estaremos perpetuados... Na história. Assim seremos eternos.... Porque enquanto nossa histórias perdurar estaremos vivos. Cabe-nos, portanto escreve-la da melhor forma possível e contribuir para que todas as outras histórias que ajudamos a construir, também se tornem... Eternas. Porque viver... É apenas contar histórias...
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O Rock Não Errou
Luiz Carlos Barata Cichetto
Ano: 2012
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Edição: 1ª
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Formato: 14 X 21
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Origem: Brasil
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Gênero: Cronicas
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Páginas: 112
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Preço: R$ 30,00 + Frete
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Editora: Editor'A Barata Artesanal
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25 crônicas escolhidas escritas nos últimos 15 anos, que versam sobre Rock. Ensaios, críticas de discos, biografias de artistas.
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Trecho
The Atomic Bitchwax, As Putas Atômicas de Cera

Uma das coisas que mais fascinam minha pessoa é a descoberta de coisas diferentes e principalmente criativas em termos de Rock'n'Roll. Com a Internet isso acabou sendo facilitado, não sendo incomum descobrir bandas que eu, apesar do longo tempo de estrada, não conhecia. Geralmente por acaso, um link carregando a outro e de repente está lá: uma nova preciosidade. E ontem, dia de meu aniversário, essa descoberta teve o gosto de presente. Alguém colocou um "link" do Youtube de uma música.. E dai, clica daqui, de acolá e alhures.... E cheguei a uma das melhores coisas que escutei nos últimos tempos: "The Atomic Bitchwax", que numa tradução livre significa algo como “Puta Atômica de Cera”, um trio americano com aquela formação básica de Guitarra/Baixo/Bateria.

“The Bitchwax Atomic” surgiu em 1992 no estado de New Jersey, Estados Unidos, como um projeto paralelo do guitarrista Ed Mundell, do Monster Magnet, do baixista e vocalista ex-Godspeed Chris Kosnik, e do baterista Keith Ackerman. Apenas depois de quase sete anos o trio grava e lança seu álbum de estréia auto-intitulado álbum de estréia.

Bebendo na fonte caudalosa da música dos anos 70, especialmente da Psicodelia, do Space Rock e do Hard Rock, o The Bitchwax Atomic passa então a produzir um Rock de alta octanagem, ou seja, incendiário e explosivo. O primeiro disco da banda sai em 1999 pelo selo independente MIA, que faliu apenas um ano mais tarde. Felizmente, o grupo foi imediatamente abocanhado por Tee Pee Records, por onde lançam o segundo disco, em 2000, "Atomic Bitchwax II", que firma o explosivo Mundell como estrela da banda. No início de 2002 lançam seu terceiro disco para um terceiro selo, o Meteor City, "Spit Blood", um EP. Após o lançamento, Mundell retorna ao Monster Magnet e Kosnik começa uma nova banda chamada Black NASA prenunciando o fim da banda. Em 2005, Kosnik e Ackerman, desta vez com Finn Ryan (ex-Core) na guitarra remontam a banda e lançam "3", o terceiro álbum, em Junho de 2005 através da Meteor City. Em 2009 lançam "4" e em 2006 sai uma coletânea "Boxriff" que inclui um DVD ao vivo filmado na Tavern Seattle Sunset, como bônus. Em 2009, Ackerman deixa o grupo e em seu lugar entra Bob Pantella e eles lançam "TAB 4" que inclui uma sensacional versão de "Astronomy Domine", do Pink Floyd. Em 2011 o The Bitchwax Atomic lança "The Fuzz Local", ostentando uma faixa única de 42 minutos. E com um detalhe: totalmente instrumental, bem ao estilo das grandes bandas de Rock Progressivo dos anos 70. E Junho de 2012, a banda inicia a turnê de divulgação de “The Local Fuzz” por toda a Europa. A agenda da banda exibe 20 datas de show, apenas no mês de Junho de 2012, incluindo Itália, Alemanha e Áustria.

O interessante na biografia da banda é que o site oficial parece ignorar as formações anteriores, pois em "Bio", falam da história da banda apenas com base na formação atual. "Chris Kosnik, Finn Ryan, e Bob Pantella começaram a planejar suas carreiras musicais de volta em meados dos anos 90 influenciado pelo Rock e anos 70 grupos progressistas que vão de Black Sabbath a Parliament Funkadelic...."

Enfim, o "The Atomic Bitchwax" é uma banda que demonstra que, ao contrário do que muita gente alardeia por ai, o Rock não está dormindo, muito menos morto, basta que as pessoas parem de escutar as mesmas coisas do passado, apenas porque são velhas e ou que parem de atirar pedra em todas nas bandas novas, apenas porque são novas. Existe o novo e existe o velho. E existe o atemporal. E o Rock, por principio e na essência é atemporal. E os tempos estão mudando, já disse no passado Bob Dylan, o velho.

Site Oficial: http://theatomicbitchwax.com
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