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MANIFESTO SOTURNO
SR. ARCANO
13/10/2006
Os poetas fazem poesia para expressar seus sentimentos, para mostrar ao mundo sua visão sobre a realidade, ou sua ideologia fantástica que não deixa de ser inspiração de uma realidade qualquer. E há também os poetas que mantém seus escritos no anonimato, fazendo dessa forma uma terapia ou passatempo, às vezes um martírio guardado em segredo, às vezes uma dor.

A idéia que estou tentando passar aos leitores é que atualmente é difícil fazer poesia perante uma realidade tão conturbada como a nossa. Digo "poesia" considerando o termo como algo belo, fruto de uma alegria interior e colorido como um jardim de sonhos. Sendo assim, percebemos a dificuldade que é fazer esse tipo de poesia, pois a realidade não é bem essa.

Se somos influenciados pelos fatos que ocorrem ao nosso redor, se sofremos de males que marcaram nossas vidas, então levaremos essas experiências conosco para o que quer que façamos. Principalmente se o que iremos fazer for algo relacionado à reflexão do que formou nossa personalidade ou caráter. Por isso muitas vezes chamamos de hipócritas aquelas pessoas famosas e ricas, que vivem sorrindo para as revistas e programas de TV, como se o sorriso fosse uma máscara para esconder suas tristezas. Pois é difícil acreditar que uma pessoa possa ser assim tão feliz e bela como aparenta.

Tudo bem que existem coisas belas no mundo, mas sejamos realistas: estamos muito próximos do fundo do poço. O que acontece com o próximo ou o que este provoca de ruim é refletido naquele que tem bom coração. Isso não é justo, assim como é injusto a criança que apanha dos pais quase que diariamente; a fome que vemos estampada nos olhos de quem mora nas ruas; a falta de união nas famílias; a tristeza de quem confiava em alguém que o enganou amargamente; o abandono; a corrupção; as tentativas vãs de se perder em vícios para superar o ódio e a depressão; a devastação da paz; a falta de auto-estima, simplicidade, saúde, etc. Todas essas realidades são constantes e cada vez mais abundantes atualmente, num mundo em que já não há como citar crimes contra a alma como acabei de fazer, pois a relação cresce com o passar dos dias e nos vemos até mesmo surpresos quando não conseguimos rotular ou identificar uma série de novos crimes descobertos.

Quem pode fazer algo para combater nossa negra realidade faz. Mesmo sem perspectivas de vitória. Mas a idéia não é exatamente essa. Mas sim devolver o sofrimento que nos foi imposto, mostrar o que sentimos em forma de arte. Como um desabafo, uma vingança, uma forma de punição psicológica ao agressor.

Classifico o Soturnismo como um espelho, pois ele reflete a realidade em que vivemos. A beleza virou produto capitalista, estamos presos numa espécie de fascismo moderno. O espelho do Soturnismo é o inverso disso, pois mostra que essa beleza é falsa, muito artificial e cheia de modismos. Não precisamos obedecer a essas regras, pois foram essas mesmas regras que nos enviaram para o fundo do poço em que estamos vivendo agora.

Estamos dando início ao Soturnismo, uma proposta de movimento literário que está se expandindo com o passar do tempo. O Soturnismo não está nos pseudônimos, personagens e ficções que inventamos. O Soturnismo está no meio em que vivemos. Digo que as obras de escritores e poetas que estão aderindo ao estilo não são frutos apenas da imaginação, mas principalmente da realidade que nos rodeia. Nosso interior é como a tortura de um purgatório, pois o que escrevemos vem de dentro, onde estão guardados os fragmentos que formam o todo da realidade atual: tristeza, pessimismo, dor, loucura, degradação, pavor, etc. Imaginem o desespero do poeta, tentando gritar o mais alto que pode, na esperança de que alguém ouça seus gritos e o ajude. Imaginem o quanto esse poeta sente-se sufocado, rimando dores e sofrimentos que hoje são sinônimos de "é a vida..." em nossa realidade.

Sejam bem-vindos ao pesadelo da realidade. Aqui você sonha realizar seu sonho porque o acha lindo, e depois quer jogar seu sonho fora porque vê como é feio o seu sonho e como perde-se tempo ao sonhar. É triste quando você se engana ao pensar que tudo é colorido e que as rosas perfumam seu caminho, porque mais tarde você vê que tudo é negro, sujo como lixo e fede como os restos que você joga no esgoto.

O Soturnismo de nossas personalidades está guardado no interior de nossos seres; o meio em que vivemos - o exterior - é esse Soturnismo.

“O mundo parece uma enorme oficina de deteriorar o que as pessoas deveriam ser.
(Gustavo Corção)


Caros leitores, dêem uma olhada ao redor de vocês. Se possível, subam num prédio bem alto e contemplem a cidade com seus inúmeros prédios, seu trânsito que nunca pára, pessoas andando apressadas, camelôs, bancos e muito movimento. À noite o movimento não pára, em alguns lugares é até maior que durante o dia, dependendo das casas noturnas e badalações.

Olhem leitores, quantas pessoas andam, correm, falam, gritam. É um caos. E de cidades o mundo está cheio, o planeta é enorme.

Fugir é a solução? Ir para um sítio, um campo, um lugar onde só há o verde das árvores, cachoeiras, pássaros cantando e paz. Mas dessa forma estaremos sós e longes da civilização, num verdadeiro tédio. Pode parecer um alívio para certas pessoas, mas pensem como será o futuro de seus filhos, pois as cidades crescem muito rápido todos os dias, e avançam... Além disso, estou falando de cidades que representam habitações de multidões, e não de lugares onde o número de pessoas é insuficiente para uma representação humana.

Continuem olhando. Vejam como o planeta está cheio de pessoas ridículas. Às vezes dá nojo ver alguém assim. Existem também pessoas cruéis que não se importam com os outros, pessoas mesquinhas e invejosas. Estão vendo? Tudo isso está diante dos olhos de vocês. Todas essas pessoas que vivem desesperadas, mas permanecem caladas diante dos fatos. Pessoas que vivem sob leis e regras que as limitam, reduzindo-as a meros escravos.

Seria Deus o responsável por criar pessoas assim tão fracas? A ciência fica maravilhada com o homem, a mente humana é ainda um mistério, somos capazes de realizar grandes feitos, mas se um outro ser viesse à Terra e visse tanto sofrimento se perguntaria por que somos tão imperfeitos.

Agora fechem os olhos, caros leitores. Depois de ver uma realidade assim tão soturna é preciso fechar os olhos e sentir...

Sintam a dor de todas essas pessoas. Vejam que todos estão doentes, e isso dentro de você vira um câncer. Aos poucos vai te devorando e finalmente te corrói o estômago e dilacera seu coração. Muita gente materialista demais não sabe como é isso, mas vocês não precisam ser tão insensíveis, ou cegos, ou ignorantes. Vejam que todos esses doentes de uma só vez entram em suas cabeças, e parece que teu cérebro vai explodir. O que não daríamos por um minuto de paz? Apenas um minuto em que pudéssemos nos livrar de tudo isso, um minuto em que teríamos a valiosa liberdade para pensar. Pois nos impedem de termos um simples pensamento a respeito do que nos rodeia, justamente porque sendo ignorantes somos mais facilmente dominados.

Algumas pessoas caridosas tentam ajudar os necessitados. Outras mais radicais tentam punir os culpados através da violência. E como em toda parte encontramos pessoas que querem se aproveitar de uma situação, as ações praticadas por aqueles que querem fazer algo, na maioria das vezes dão errado e nem sempre os meios para este fim são feitos com sanidade. O que resta é tentar consolar os inocentes, mas vocês acreditam mesmo que ainda é possível curar a ferida que a dor provoca em seus corações? Vocês acreditam mesmo que é possível aliviar a dor deles para aliviar a dor de vocês?

Eles são muitos. Continuam crescendo e estão por toda parte. É uma multidão muito grande, dominam o mundo, são o mundo, e já não acham espaço suficiente para sua proliferação. Somos nós.


A Utopia do Soturnismo

Considero uma utopia aceitável a idéia do Soturnismo.

Vamos considerar um simples exemplo para mostrar essa idéia: imaginem uma criança violentada por bandidos. O Soturnismo não está nesse acontecimento, mas sim na criança. É a criança que sofre, que sente a dor. E esse sofrimento, essa dor, é o Soturnismo que nós, artistas soturnos, devolvemos aos bandidos como forma de punição.

O exagero faz parte dessa nossa arte, pois, envolvendo todo um mundo de dor, construímos um purgatório artístico para os transgressores. Usamos a arte para fazer justiça.

Acredito que a dor pode trazer experiências muito fortes. E através da dor aquele que fez o próximo sofrer, sentindo a dor que causou no próximo, acabará percebendo que o que fez lhe trará graves conseqüências. E vendo que esse caminho não leva a lugar nenhum, o agressor, por mais que insista (e quanto mais insistir mais sofrimento e dor irá colher), acabará escolhendo outro caminho onde sua vida será melhor. Pois tudo de ruim que irá plantar lhe trará uma amarga colheita.

Isso não quer dizer que o Soturnismo prega a idéia de um Inferno para os criminosos. Estamos bem além dessa crendice. O que queremos mostrar é uma arte que vai levar até o transgressor a dor que ele causou no próximo. Torturamos através das almas torturadas.


A Face do Mal no Bem

Não existe perdão para os soturnos. Não levamos flores, mas sim os espinhos da amargura. Muitas vezes o que uma pessoa considera ser uma ação benéfica, na verdade é um grande mal. Por exemplo, o mendigo que aceita esmola está fazendo um mal para o doador, pois quem doa algumas moedas acha que está fazendo uma boa ação. Mas não está porque a boa ação seria realmente ajudar o mendigo, e não prolongar o seu sofrimento.

O soturno leva a dor do mendigo para aquele que pode ajudar, e que talvez, mesmo involuntariamente, pode ter um pouco de culpa na situação miserável dele.

O alvo dos soturnos é a classe hipócrita que engana em vez de ajudar.

“Não queremos esmolas, queremos que nos tirem das ruas”.

Não acredito na felicidade. Não posso acreditar em algo que não existe. Acredito na experiência da vida, porque só assim aprendemos, e aprendendo evoluímos. Ninguém evolui com sorrisos. Portanto, o meu objetivo é educar, e não agradar.


A Face do Bem no Mal

A dor que causamos é o mal que transformamos em bem. Extraímos esse mal da alma que foi torturada e devolvemos ao seu agressor. O agressor sofre e aprende com o seu erro nos escritos de tortura do nosso purgatório. Essa é a forma mais honesta de se fazer o bem. “Reconheçam minha importância! Sou o símbolo do mal; se sou um símbolo verdadeiro, então faço o bem”.


A Questão do Estilo

O Soturnismo, pela sua proposta, invoca os lamentos das almas torturadas. “Que venham os novos ventos trazendo os tormentos desses nossos tempos. Que a escrita seja uma arma contra a hipocrisia desses nossos dias”.

Nossa influência é a fantástica realidade. A arte flui e corre solta em nosso mundo, que é um mundo perfeito, cheio de pessoas torturadas.

O termo vem dessas pessoas, tristes e lúgubres seres, vítimas de quem lhes faz sofrer. E morrer...

Nosso diálogo é assim, cheio de rancores. Antes de fazer qualquer crítica, saiba que tudo o que disser será usado contra você. Aos fracos impomos medo, os fortes desafiamos. Somos a causa de suas vítimas, a sua imagem no espelho, o seu pior pesadelo, a sua falta de sorte.

Haverá limites para os soturnos? Existe um fim para a dor?


O Nosso Realismo Fantástico

Literatura social? Arte marginal?

Não. Não somos sociais nem marginais. Nossa arte está além da periferia e dos problemas relacionados às classes menos favorecidas. Nós abordamos algo bem pior: a totalidade; a dor.

Além disso, nossa dor ultrapassa de longe a magia e o romantismo tanto do mundo antigo quanto do mundo moderno. Somos uma revolução sem limites.

Fazemos o bem usando o mal porque somos o mal. Mas o nosso mal jamais será um mal no sentido de reforçarmos a lei do mais forte. Ninguém é mais forte que ninguém, e ninguém é fraco porque todos somos um, ligados pela lei da natureza. Por essa razão, o sofrimento do próximo será o nosso sofrimento; a dor do próximo será a nossa dor.

Mas se essa é a lei da natureza, então por quê devemos desempenhar um papel que já é dela?

Ora, isso é simples. Quanto mais evoluirmos, maior será a nossa experiência, e conseqüentemente maior será a nossa perfeição na escala evolutiva dos seres. Daí a nossa concepção de que não somos pessimistas.

Três exemplos: o quadro, o diário e o coral.

Como precursor desse movimento, acabei de lançar uma semente na terra fértil do Soturnismo. Os três exemplos a seguir são uma parte ínfima da floresta que está para surgir...


O Quadro

O nome dela não importa, já que ela representa várias outras de situação similar a sua.

O culpado observa o quadro da menina. Que pintor cruel poderia representar com tanta perfeição o crime que toca sua alma? O culpado julga até que não se trata de uma pintura, mas sim de uma foto. Uma foto sombria daquilo que poderia estar esperando por ele no purgatório. Mas como é soturno esse quadro! O artista desse quadro certamente vive no mundo das trevas e do macabro, e essa menina certamente deve ser o objeto de tortura que o artista usou para punir o culpado.

A menina... a adolescente... a criança...

Ela foi vendida ainda bebê; ela foi usada como produto de consumo pelas empresas pornográficas; ela foi estuprada; ela foi violentada pelo pai; ela passou fome na África; ela chorou na guerra; ela foi usada por algum bandido ganancioso; ela não teve o direito à educação; e o pior: ela queria viver, como as outras meninas que tiveram mais sorte, mas o seu desejo inocente foi abafado pela cegueira da ganância humana.

Agora o culpado observa o quadro. E como lhe atormenta a imagem daquela menina! Como uma maldição, ela parece habitar um mundo soturno criado para atormentar o culpado.

Sua pele pálida revela que ela está morta, mesmo estando viva; seus cabelos lisos e negros com finas franjas estão acinzentados, a dor traz uma cor sem vida. Somente sua pequenina boca de lábios bem desenhados permanece vermelha pelo batom da luxúria; seus olhos grandes e arregalados ficaram assim pelo medo, mas mesmo que continuem assim abertos não expressam mais medo, e sim tristeza. Tanta tristeza que a cor deles ganhou um tom levemente pálido e deles caem lágrimas abundantes de sangue; a flor presa no cabelo dela é uma rosa, o que restou de amor no seu leito de morte.

O culpado observa. Jura que o quadro é amaldiçoado. Tenta ridicularizar a arte dizendo que “quem pintou isso deve ser maluco”, para ele a arte deve permanecer normal do jeito que sempre foi; deve obedecer às regras do que a crítica julga ser arte. E o que é normal e crítico do ponto de vista do culpado?

É tudo aquilo que é aceito pela sociedade (e pelo culpado) como algo belo, que é belo porque agrada a sociedade (e o culpado), e agrada porque é aceito pela opinião pública (e pela opinião do culpado), e é aceito porque ganha fama através do prestígio não só da sociedade, mas também dos meios de comunicação (e do culpado).

Mas não se iludam. O quadro permanece à mostra, é real e está diante de quem quiser vê-lo. E quem vira o rosto, recusando-se a vê-lo, está esquecendo que “agarram-nos pelos cabelos as conseqüências de nossas ações, sem se importarem em absoluto com o fato de nos termos ‘corrigido’.”.


O Diário

Admitam. Para não cair em prantos pelos seus filhos suicidas é melhor esconder os diários que eles escreveram no túmulo deles.

Cada página do diário de um soturno tem uma história triste ou um sonho que tristemente não se realiza. Como os sonhos de um garoto que costumava escrever em seu diário, regularmente, os planos e projetos que tinha para sua vida. Mas nada acontecia do jeito que ele planejava. Seus cálculos, mapas e gráficos pareciam inúteis. Ele foi roubado, criticado e desacreditado. Exatamente nessa ordem.

Resultado: cresceu rancoroso e amargurado.

E cada página de seu diário tinha a amargura e o rancor da moça que cortou os pulsos com uma gilete, caindo morta sobre os azulejos frios do banheiro;

Ou do rapaz que tomou uma dose grande de veneno, caindo morto no quarto e espumando pela boca.

Todos escreveram um bilhete de adeus com amargura e rancor. E o diário do garoto sonhador, como os bilhetes, trazia em comum a escrita que os matava por dentro.

Nesse ritual suicida o papel é o confessionário que os castiga pelo vazio de suas vidas, e a caneta é uma navalha que os fere em cada frase.

Admitam. O abandono ou a tirania dos responsáveis nunca é necessário, mas o desejo de agir desse modo é, em alguns casos, inevitável, já que a ignorância é como um câncer incurável em grande parte da humanidade.

E o sonhador prossegue escrevendo em seu diário a sua vida. Com o tempo percebe-se que seus sonhos vão se transformando em pesadelos para os culpados. E é o garoto em que ontem muitos desacreditavam que hoje é temido!

De tempos em tempos nasce um novo gênio...


O Coral

Um conjunto de sopranos perfura a alma do ouvinte. A dor da canção é lancinante. E eu sou o ouvinte sorumbático, atento às dores e prantos dessas almas torturadas.

Os gritos de dor, os gemidos e os cantos soturnos condensam a amargura do coral.

Várias almas torturadas cantando lamentos e dores. Gritando dentro da minha alma.

Não é uma canção porque o coral não canta, o coral é mais profundo, o coral chora. E seu canto funesto e desesperado é o choro. Choram muito nessa melodia soturna. Ás vezes até gritam, tamanha é a dor.

Várias almas torturadas dentro da minha.

A apresentação do coral termina, mas continuo sofrendo. A dor não tem fim...

Procuro um lugar numa das cadeiras do teatro. A apresentação do coral em breve irá começar.

Apagaram as luzes. Aguardo angustiado e apreensivo. Então o coral entra no palco.

Silêncio. O silêncio precede o fim.

Mas na minha alma continua a gritar a dor das almas torturadas, com ânsia de se elevar aos céus!


Sombrias escrituras - todos os direitos reservados. nº registro: 243.962; livro: 433; folha: 122
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