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ENTREVISTA REJEITADA DE CELSO BARBIERI
ANTÔNIO CELSO BARBIERI
18/10/2008
A entrevista a seguir foi dada por Antônio Celso Barbieri a uma revista que a solicitou e a recusou. Enviada e autorizada a publicação por Celso Barbieri.

Pergunta: Como foi o seu primeiro contato com o Rock?
Barbieri - Tinha a Jovem Guarda na TV e já tinha ouvido Beatles mas meu contato com o rock propriamente dito foi quando meu pai emprestou um dinheiro para uma pessoa que não pode pagar e lhe deu uma vitrola usada enorme como pagamento. Ela veio com um gabinete já cheio de compactos. Entre estes compactos havia um compacto duplo da banda Creedence Clearwater Revival que continha a música Susy Q (que mais tarde seria muito bem utilizada na trilha sonora do filme Apocalipse Now). Eu e meu irmão Jorge, que tem 1 ano menos que eu, ouvimos este compacto até furar e ai fomos até a loja Museu do Disco e compramos o álbum Bayou Country desta banda.

Pergunta: Qual o tamanho da sua coleção?
Barbieri - Eu tenho uns 1000 CDs. Uns 300 são só de demos e CDs independentes de bandas de rock brasileiras que me foram enviados aqui em Londres onde vivo. Tenho uns 200 LPs mas a maior parte já foram substituídos por CDs, mas no final das contas, só guardarei mesmo os nacionais principalmente os autografados onde inclui o “Loky” autografado pelo Arnaldo Baptista, o “Tudo Foi Feito Pelo Sol” autografado pelo Sergio Dias Batista, o álbum “Patrulha” lançado pela Baratos Afins autografado pelo Junior e “Minha Vida é o Rock’n’Roll” autografado pelo Oswaldo Vechione. Tenho também dois álbuns que considero raríssimos cuja primeira cópia lançada é minha pois são álbuns que produzi junto com o Chicão da Devil Discos. Um é o “São Power” que contem 8 bandas em gravações ao vivo feitas em 1985 de shows produzidos por mim e o outro é o legendário primeiro álbum do Korzus, o “Korzus ao Vivo”. Há! Tem um LP que nunca passarei para frente por razões sentimentais: É o álbum “The Slider”, banda T.Rex do Marc Bolan. A capa deste LP foi o logo das camisetas de rock que produzi no começo dos anos 80 chamada Rocker. A Rocker foi provavelmente a primeira camiseta de rock brasileira feita em grande escala. Mais tarde, abri a loja de discos Rocker no Itaim Bibi em SP e usei o mesmo logo. Se tivesse começado na Grandes Galerias (hoje Galeria do Rock), talvez esta loja estivesse ainda estivesse aberta e possivelmente minha história hoje seria outra... Até me assusta a idéia de eu, um velho roqueiro atrás de um balcãozinho numa lojinha onde o tempo parou....

Pergunta: Em que momento você percebeu que havia se transformado em um colecionador?
Barbieri - Bom, para ser sincero não me sinto exatamente um colecionador, me sinto mais como um caramujo que carrega a casa por onde vai. Esta casa é um universo de coisas, pequenos “momentos” e memórias nem sempre positivas. Pensando assim, todos nós somos colecionadores, “Bladerunners” grudados às suas fotos e pedaços de história. Voltando à Terra, no Brasil eu tive mais de 1000 discos e estava colecionando a história do rock brasileiro. Quando pedi divórcio para minha primeira mulher ela por vingança roubou minha coleção e vendeu tudo nas Grandes Galerias. Eu fiquei só com uns poucos LPs que eram autografados e estavam guardados em outro lugar. Ela depois, explicou que como eu não tinha amor por ela, tinha que perder algo que eu amava para entender a dor dela. É eu entendi
Depois disso tive que começar tudo do zero literalmente e, em muitos aspectos, pois mudei para Londres. De qualquer forma, já recuperei tudo que perdi no Brasil.
Hoje, quase toda a minha coleção de CDs foi ganha direto das gravadoras aqui no período que escrevi para a Revista Dinamite como Correspondente Internacional.
Agora a minha coleção de mp3 é brutal. Mais que 200GBs! Posso ouvir música até morrer sem repetir nenhuma.
Gostaria de deixar claro que sou bem eclético em termos de estilo... só que tenho meus limites e, não escuto samba, axé, salsa, bossa-nova, calipso e nem mambo jambo (“mambo jambo” é uma expressão inglesa que eu uso para “porcaria”)

Pergunta: Que disco mudou a sua vida?
Barbieri - Teria que dizer que foi o compacto do Credence mas, em termos de rock foi os filmes (e principalmente suas trilhas sonoras) Sem Destino (Easy Ryder) e Woodostock.

Pergunta: De quais grupos você possui mais material?
Barbieri - Led Zeppelin, The Who, Judaz Priest, Ministry e Rammstein. Do Brasil estou conseguindo absolutamente tudo. Rock brasileiro não coleciono por fanatismo mas por necessidade de conhecer o que foi feito e principalmente porque acho uma obrigação de todo roqueiro brasileiro verdadeiro.

Pergunta: Qual foi o primeiro álbum que você comprou, e porque?
Barbieri - Quem pagou o Bayou Country do Credence foi meu irmão portanto não conta :-)
Eu, depois fui e comprei um álbum do Led Zeppelin acho que foi o III. Lembro que comprei o Machine Head do Deep Purple no dia que foi lançado no Brasil. Muitos anos depois tive a honra de conversar com o tecladista do Deep Purple dentro do Abbey Road Studios e agradecê-lo por ele ter feito parte da trilha sonora da minha vida. Foi emocionante!

Pergunta: Qual o item mais raro da sua coleção?
Barbieri - Difícil dizer! O que é raro para uma pessoa não é para a outra! Tem a raridade emocional e a de valor financeiro. Acho que não tenho nada de valor financeiro. Deixo para os especialistas julgarem. O álbum Arnaldo ”Loky” Batista foi autografado no tempo que o Arnaldo ainda era jovem e no pique da carreira e tem muita importância para mim. Tem o primeiro compacto da banda Olho Seco, Mammoth, Vulcano, etc, etc.
Em termos de gravações ao vivo, eu produzi os primeiros shows das banda Viper (ainda com Andre Matos), e Platina com os Irmãos Busic (Dr Sin). Tenho dezenas e dezenas de tapes únicos. Acho que este material é inestimável e estou viabilizando tudo no meu site.
Estive como convidado do Max no Hammersmith Odeon e gravei 45 minutos do show do Sepultura em digital...

Pergunta: Qual foi o número máximo de itens que você adquiriu de uma única vez?
Barbieri - Comprei 1.000 CDs do meu projeto The Living Clocks chamado The Flower of Evil. Um projeto de poesia e música baseado nos poemas de Baudelaire. Tem gente que diz que a coisa é meia gótica.
Eu sei, na verdade não estou respondendo corretamente a sua pergunta :-)
Cheguei gastar muito dinheiro aí no Brasil à ponto de comprar até 20 álbuns por mês mas hoje não gasto nada. Baixo tudo! Já dei muito lucro para as multinacionais que nunca fizeram nada pelo rock nacional.

Pergunta: Qual é o item mais bonito da sua coleção?
Barbieri - Beleza? Nada me chama a atenção.
Emocional? O V.I.P. passe do show que produzi da Banda Korzus no legendário The Marquee Club em Londres em 1992.

Pergunta: Qual você considera o item mais estranho e curioso do seu acervo?
Barbieri - Trabalhei aqui num hotel 5 estrelas onde ficava hospedado a banda Metallica quando vinha tocar em Londres. As arrumadeiras dos quartos eram minhas amigas e eu pedi para elas separarem todo o lixo da banda para eu inspecionar. Bom, os músicos preencheram os formulários para pegarem visa na embaixada da Itália e no final não foi necessário. Fizeram então uma bola com o formulário e jogaram no lixo. Eu tenho todos estes documentos assinados, endereço das casas, datas de nascimento, etc., etc. As faxes que a banda recebia da gravadora e contatos importantes com produtores, tudo acabou na minha mão. Eu acho isto uma raridade sem limites!

Pergunta: Tem algum disco que passou pela sua mão e você se arrepende até hoje de não ter ficado com ele?
Barbieri - Não mas, uma empresa fornecedora de instrumentos musicais deixou comigo para testar uma guitarra L&G. O “L” é de Leo Fender o criador das guitarras Fender. Além de uma sonoridade espetacular a bichinha era uma escultura, fiquei apaixonado. Era uma Stratocaster. Não é para menos que o B. B. King deu nome de mulher para a guitarra dele. Acreditem que tem guitarra que marca a gente... A fábrica me dava um desconto de 50 % mas mesmo assim era um dinheirão.... me arrependo muito por não ter comprado...

Pergunta: Qual foi a sua última aquisição interessante, que você indicaria para os leitores?
Barbieri - O DVD do Rammstein chamado Volkerball. O estojo é muito legal e abre-se como uma cruz. Vem com 2 DVD mais 1 áudio CD com um show ao vivo. Nos DVDs podemos assistir 4 shows ao vivo: Inglaterra, França, Japão e Rússia. Se não fosse o suficiente, ainda tem um documentário muito legal mostrando os músicos gravando. Digam o que digam os caras sabem como fazer um show de rock e são muito profissionais.

Pergunta: Em que ordem você guarda os seus discos?
Barbieri - No momento, estão separados primeiro em duas categorias: Brasil e Internacional. Brasil está em ordem alfabética e Internacional é dividido por estilo tipo Rock, Pop, Reggae, Eletrônico, Clássico, etc. Rock engloba tudo que é pesado e “verdadeiro”.
Dentro deste critério, eu considero Punk e Heavy Metal na mesma categoria que é Rock. Por exemplo eu acho Bob Dylan, Neil Young, Mark Bolan e blues em geral “verdadeiros” portanto é Rock.

Pergunta: Onde você costuma comprar discos?
Barbieri - Tenho comprado muito pouco recentemente mas, quando compro geralmente compro na HMV ou Virgin Megastore. No passado visitava muito uma lojinha no bairro Soho que chama-se Sister Ray onde acha-se muita raridade. Lá comprei álbuns de bandas tão diferentes quanto Die Krupps (metal/industrial) e In the Nurcery (eletrônico/progressivo/poesia). No momento, as raridades e coisas difíceis eu recebo informação e compro online através do “music non stop” (www.musicnonstop.co.uk) que lida com Electro, Industrial, EBM, Gothic, Darkwave e Electronica.

Pergunta: Qual o selo que mais te impressiona?
Barbieri - Faz tempo que não olho para selo, só escuto o som. Não sou daqueles que ficam horas olhando a capa e gravando os nomes dos músicos, produtores, etc. Só quero ouvir e se gostar repito, se não, vai para o “buraco negro” do esquecimento. Quando cheguei aqui em Londres tinha o maior respeito e adoração pela Music for Nations. Alimentava o sonho de colocar umas bandas brasileiras no neste selo mas os caras sempre desconfiaram do nosso profissionalismo. Nem levando o pessoal do P.U.S. com a Syoung toda gata e vestida para arrebentar, ajudou.

Pergunta: E a melhor prensagem de disco de vinil, qual é?
Barbieri - Eu tenho o LP “Do You Be” da Meredith Monk gravado em 1987 pelo selo alemão ECM e, a qualidade é fantástica. Sempre ouvi falar bem do selo ECM.

Pergunta: Como a sua esposa lida com essa sua paixão pelos discos? É solidária ou vive dando bronca?
Barbieri - Depois da minha primeira experiência onde com raras exceções, perdi quase tudo, hoje, meus pertences são meu território inegociável. Não poderia viver com nenhuma mulher que não aceitasse os meus “bagulhos”. De vez em quando levo um dura quando pilhas de CDs e LPs começam amontoar por todos os lados e, por respeito à ela e para o bem da nossa relação procuro por as coisas em ordem, muito embora tenha que deixar claro que, como já foi dito, o que para a mulher é caos para o homem é “caos organizado”.

Pergunta: Você percebeu algum aumento no número de lançamentos em vinil no mercado inglês?
Barbieri - Não em termos de LPs e sim em termos de Singles. Produtos voltados mais para DJs. De qualquer forma o avanço em CD players especiais e software para computadores onde o DJ pode tratar um MP3 como se fosse um LP apontam para um futuro sem vinil. Com a revolução da Internet onde tudo é grátis, o Vinil será o último bastião dos colecionadores e certamente será a salvação dos lojistas da Galeria do Rock.

Pergunta: A sua coleção tem fim? Vai chegar um dia em que você vai parar de comprar discos?
Barbieri - Em termos de vinil, estou fora. Estou com dois Hard Drives dentro do meu computador, cada um tem 1 Terabyte (1.000 GB) de espaço. Vou passar todos os meus CDs para mp3. Vou ter acesso imediato à tudo.

Pergunta: Quem será o herdeiro da sua coleção no futuro?
Barbieri - A palavra “herdeiro” implica “morte” e não cogito “pendurar as chuteiras” tão cedo. Na verdade acho meus interesses tão subjetivos e variados que não acho que ninguém iria realmente gostar do que eu gosto. Se deixasse para alguém, certamente a maior parte iria para a lata do lixo. Aliás, depois que eu for para o outro lado não me interessa mais nada aqui. Pensando nisso, seria legal se eu pudesse levar para o outro lado pelo menos um iPod :-)

Pergunta: Já que você mora em Londres, gostaria que você nos listasse quais as principais diferenças entre comprar discos no Brasil e no exterior?
Barbieri - Quando falo Brasil me refiro à São Paulo porque foi onde vivi. Portanto em São Paulo minha experiência era a de andar de uma lojinha à outra, entrando em pequenos cubículos onde cada dono parecia que era dono do planeta Terra. Aqui as lojas que visito são tão grandes que quase dá para se perder dentro. Não são lojas são mercados onde sempre tem muitas ofertas do tipo “compre qualquer 5 pelo preço de 2” ou coisa parecida. Um dia, saindo do metro, vi um rolinho de dinheiro no chão, bati o pé em cima e garanti a posse :-). Naquele rolinho tinha 50 libras (mais ou menos 150 reais) Imediatamente entrei Virgin Megastore que era do lado e torrei tudo. Que prazer! Entrou fácil, saiu fácil!
Mas voltando às diferenças, comprar pela Internet, esta crescendo muito mesmo. Dá para escutar o matérial antes de comprar, entregam e na porta e é bem conveniente.
De qualquer forma, com cabo ótico na minha porta, e 30MB de velocidade onde posso baixar um filme de 700MB em menos de 30 minutos, falar em diferença entre Brasil e Londres fica até meio chato e presunçoso. Em termos de música e vídeo a palavra “comprar” está ficando obsoleta.

Pergunta: Pra fechar, dê uma dica de colecionador para colecionador.
Barbieri - Colecionador, mantenha o seu senso crítico. É legal colecionar, “trocar figurinhas com as outras pessoas”, mas tenha em mente que nem todo mundo é igual à você. Lembre-se que no final são apenas bens materiais e o que levamos para o outro lado são apenas as emoções.
Há! Estava esquecendo! Não deixe de visitar meu website Barbieri – Memórias do Rock Brasileiro (www.celsobarbieri.co.uk).

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