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MOMENTOS EXTREMOS DE MEU ENCONTRO COM RAUL SEIXAS, O ETERNO AMIGO.
DUDA
16/10/2009
O festival de Iacanga estava lotado esperava ver Raul no palco, estava chovendo e não ia conseguir ver direito, na época já andava com uma caderneta de anotações e iria tentar pegar tudo que sentira nas entrelinhas para conversar com ele novamente.

Não consegui passar e então subi naqueles postes imensos. Raul entrara totalmente alcoolizado. Mas em maluco beleza falou: estou fazendo um grande vestibular para isso ao mesmo tempo em que como todos, vibravam em vê-lo ali, mas a frase “eu estou fazendo um grande vestibular” para isso me fez pensar muito.

O que você quer que eu largue isso aqui é só me pedir largo de ser coruja, para ser sua cotovia, pra você ser feliz. Puxa estava claro. Era mesmo um romântico inveterado.

Sua adoração pela mulher acho que era a busca mais verdadeira, sei que tinha casado com Edith, Gloria Vaquer, Lena Coutinho. Raul buscava o amor.

Mas sabendo de seus diagnósticos tinha que pensar, como? Fez uma poesia aos insones maníacos. Raul definitivamente não dormia. Mesmo com Valium, Diempax e Trypitanol.

E escrevia pelas paredes. Quantas vezes não aconteceram desentendimentos por causa disso, bebendo ou não. Já possuía o enorme chavão. Raul tomou todas. Levemos isso em consideração.

Raul tomou todas com mais três remédios psiquiátricos. Não que é era de fato doente, mas com tamanha insônia passou varias vezes por psiquiatras que segundo o mesmo só queria adaptá-lo.

Era portador de uma hiperatividade e de uma genialidade fora do comum e de vez em quando me falava uma coisa que pra mim hoje é de fácil entendimento a cabeça pensa, não para de pensar e o corpo não acompanha.

E quanto que aquele corpo ainda ia ter de acompanhar uma cabeça que tinha que dizer vá e grite ao mundo que você esta certo.


Raul queria falar ao ser humano e nada o impediria. Lembro um dia meio sentado, meio deitado naquela cadeira do bar da tiete quando Raul falou de uma de suas paixões, astronomia e quão lindo era o eclipse Raul por coincidência veio a falecer no dia 21/08/1989.

Um dia que teve um eclipse total da lua eu me pergunto sempre, será que ele estava avisando? Bem vou deixar essa questão pra mais tarde. Eu estava fazendo teatro e não tinha muito mais tempo.

Estava cheia de livros de filosofia e devorava um por um, os quais me foram indicados por ele, como principalmente Bhagavad-Gita.

O moleque maravilhoso, que quando consegui ir ao bar me dava um sorrisinho simples, Sincero, e falávamos agora sobre fenômenos sobre naturais.

Não tenho duvida que Raul procurou seitas e etc. para entender tantas manifestações em sua vida, as quais segundo ele eram naturais.

Um homem, diabético, remédios, o alcoolismo cada vez mais forte e suas perguntas, e segundo ele, dizia sua missão de acordar o mundo.

Tem vez que me dava vontade de sacudir Raul, mas, ele bem sabia do estereotipo que viria ser para agradar tanta gente.

Todos esses dias estavam muito calor e Raul sempre de jaqueta de couro e bota de camurça. Parecia naquela época que isso queria dizer ser maluco, ele tinha se tornado um ídolo o porta voz de uma juventude solitária.

A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama crente que é uma trapezista. Pois é Raul tinha uma enfermeira que o acompanhava. Seu nome era Dalva.

Bem, ele tinha que entender porque estava vivo, mas como aos onze anos de idade já desconfiava da verdade absoluta, já compunha musica alem da sua idade.

Tenho um filho de treze anos e sei como é. Com que faixa etária são normais as coisas se desenvolverem.

Ele estava muito alem da sua idade. Paranóia? Hoje é dia que passara uma musica no fantástico, a qual, dizem que é inédita a musica diz uma frase que é a seguinte: “por que tudo que é bonito está trancado num museu?” é irreverente, mas por quê? Por isso da pra entender de varias formas, só foi uma maneira dele se expressar.

Sempre dotado de sua genialidade. Tudo que é bonito principalmente naquela época era proibido, trancafiado.

Olha os livros na estante que nada diz de importante. Pois é seu pai Raul Varela Seixas era um leitor nato e Raulzito devorava um por um.

Sempre me falava de livros e livros tinham mesmo muita afeição no que se diz respeito à família. Lembro Pedro aqueles velhos dias. É hoje eu te chamo de careta e você me chama vagabundo, era para o irmão mais novo: Plínio o qual admirava de uma forma intrigante às vezes parecia que gostaria muito de levar a vida como Plininho.

Mas os 40 ladrões estavam ali e Raul não podia se conformar. Abre-Te Sésamo foi um pedido e critica ao mesmo tempo a ditadura que vetavam suas letras como o satiro “rock das aranhas” e eu compreenda.

Meu Deus e se quisesse publicar tudo que escrevo e viesse a policia atrás de mim por causa de uma musica? Cada vez mais inconformado.

Estava claro, não ia parar por ali se hoje a democracia e liberdade de expressão não são tão verdadeiras assim imaginem, naquela época cabeça num turbilhão.

Eu calço é 37 meu pai me dá 36, todo mundo explica. Em cada musica de Raul ha uma referência a essa questão bem ele encostado-se àquela cadeira, aquele dia resolveu me falar da família, e pelo sufoco que passara no rio.

Da onde e como saiu o polemico grã ordem kavernista? Ele era assim, se lembrava de muitas coisas ao mesmo tempo ia muito ao prédio só para ver a vivi e comentava com ele vi no seu olhar uma mistura de tristeza e orgulho.

Dorme enquanto seu pai faz musica, que é a forma dele rezar, é verdade. Lembro que me contava que as vezes que fora internado, Vivi escrevia bilhetinhos para ele, me contava com lagrima nos olhos.

Sou paulista e acho engraçado lembrar sua gíria preferida, como ele chamava todo mundo, Bicho, ele não falava em nomes , então também nem perguntava, queria falar dele como se estivesse em um divã mesmo.

Quantas vezes eu vi meu trono desabar cedendo às tentações de Ângela. E estava clara a paixão de Raul Seixas por Kika e principalmente a esperança dessa vez de viver uma família.

Eu tenho uma viola que canta assim, minha dor ela consola, dilim-dilim, essa musica retratava bem o orgulho que sentia por seu Varela, seu pai.

E minha mãe pertence ao exercito da salvação, mamãe eu não queria servir o exercito.

Para aquela época podia até ser uma irreverência, mas meu filho não vai bater continência para sargento nenhum.

Percebem? Hoje ainda temos que ver nossos filhos servir o exercito se para fazer sucesso todo mundo tem que aclamar, essa parecia a chave mesmo, vamos ver gora quem é que vai agüentar.

Reclamar, reclamar e reclamar o que está tão claro. O respeito pelo cidadão é realmente só um resumo, pois se fossem citar tudo, essa matéria nem sairia.

Com os dedos trêmulos, sempre um cigarro entre os dedos, um olhar absorto ia me contando as coisas que cito aqui.

Sempre me chamando de minha aquarianinha isso pra ele era tão importante a musica do trem, O novo EON (AEON), pra ele era missão do signo da nova era.

Sei que estudei astrologia, metafísica, tudo que ele se referia, eu ia buscar informações. Mas queria mesmo fazer artes cênicas e ia buscando oficinas em todos os lugares.

Quando assisti o baú do Raul fiquei apaixonada pela performance de baia na musica ouro de tolo, mas as passagens da minha vida me faziam escrever mais e, mas.

Como queria que estivesse vivo para lhe mostrar tudo que tenho escrito. Eu, Corujinha, Rafael, Gisele e Miguel estavam ansiosos quanto ao show de Raul no SESC Pompéia.

Íamos muito á shows no SESC, era um programa da TV cultura, era incrível, pois o palco era baixinho e você ficava muito perto do artista.

Queríamos chegar bem antes para ver se pegávamos um lugar bem próximo, fizemos isso, nossa, todos meus amigos estavam ali, gritávamos sem parar ao vivo ao vivo, pois iria passar ao vivo na TV.

Estava namorando o Rafael. É emocionante lembrar agora desse show, quando Raul entrou no palco, me lembro que aquele dia entrou com uma energia tão boa, parecia que queria todo mundo no palco com ele.

Antes de ele entrar um pessoal cantou maluco beleza no palco, Raul aquele dia estava a flor da pele, na verdade o show fora em playback e ele fingia que cantava, começou cantando prelúdio e quando vi um pessoal se aglomerando para cantar prelúdio junto, peguei na mão do Rafael e entramos bem no meio, abracei meu amigo Raul, segurei no microfone e cantamos prelúdio todos juntos.

Tive varias imagens nesse show com Raul, eu, Gisele, Corujinha, Miguel. Rafael entramos no camarim, ficamos ali, Raul estava brincalhão e já tendo me reconhecido desde o começo, pois consegui o lugar que ficava mais perto do artista, estava bem solto também, nada de cair no palco, estava bem.

E no camarim nos despedimos ia passar o show inteiro na TV no dia seguinte. Ah eu toda orgulhosa chamei minha mãe para ver comigo, a qual botava a culpa do meu tão natural crescimento em Raul seixas.

Foi quando, todos sentados na sala aguardando o começo vimos na abertura do show um beijo lindo. Eu e Rafael foi a imagem que escolheram para abrir o show do Raul, eu levei um tapa da minha mãe que não esqueço jamais, sua linda filhinha de dezessete anos apareceu na TV aos beijos com o namorado, Pois é.

Dois homens fumando juntos pode ser muito arriscado. Uma filha aos beijos na TV então ele passou o show inteiro. Prelúdio como já contei imagens de varias musicas que apareço abraçada com Raul e para o meu susto terminaram o show com a mesma imagem, o beijo.

Algum tempo atrás fui à busca desse vídeo, quero guardar as imagens que tenho com Raul seixas, consegui o vídeo o qual para minha surpresa a única imagem minha que existe é cantando prelúdio no começo.


Onde estaria o resto do show? O qual durara por volta de uma hora e me foi vendido meia hora de vídeo? Sem minhas imagens, ai escrevi para kika Seixas, a qual me mandou um cartão muito simpático dizendo que eu a lembrava da fase mais bonita que tivera com Raul.

Emocionou-me saber desse fato, Saber que para ela era uma imagem viva que a fazia recordar a fase mais bonita que passara com Raul.

Puxa mas onde foi parar as imagens daquele show? Foi me dito que teria que reivindicar as imagens com Edith, Gloria, Simone e Scarlet, as mulheres e filhas americanas.

Não, definitivamente não acreditei nisso, e como sempre prometi aos meus filhos que iria conseguir e deixar para eles essa lembrança viva de sua mãe com Raul Seixas, afinal ouvem muito á Raul.

Preciso saber exatamente aonde ir para conseguir copia destes vídeos, Sei que existem, será que a solução ainda é alugar o Brasil? Todo ser humano tem direitos as suas imagens, sou vacinado, e, eu sou cowboy.

Durango Kid só existe no gibi, entrar pra historia é com vocês. É mas ou menos isso, Raul me ensinou, não pense que a cabeça agüenta se você parar.

Não vou parar de buscar minhas imagens com meu amigo e psicólogo, hoje entendo bem nossos papos, um com o outro, Há uma voz que canta ha uma voz que dança,ha uma voz que gira, pairando no ar.

Basta ser sincero e desejar profundo. Essa musica alem de muitas coisas hoje me da à maior força pra conseguir minhas imagens com meu amigo Raul Seixas.

Ah mais mistérios entre o céu e a terra do que nossa ignorância possa imaginar. Logo depois desse show, meu príncipe voltara no seu cavalo branco.

Decidimos acampar, já estávamos no começo de 1984, nossa como tinha coisas para contar a ele.

Fomos para Puba, mas antes tinha que ir ver Raul. Foi fácil encontra-lo a esquina, o bar da tiete, o mesmo dono, a mente irrequieta, o cigarro nas mãos tremidas, e me pareceu um ar de espera, será que Raul previa me sentar ali como de costume? E quem falou fui eu, não parava de falar na volta de Ronaldo, o príncipe da adolescência.

Engraçado que Raul naquele dia quase não falou. Eu falava em amor sem parar, como nos conhecemos. Porque nos separamos, aonde nos conhecemos e que sempre falávamos em nos casar.

Ele ouvia e de vez em quando balbuciava alguma coisa, estava incomodada de ver ele quieto sem dar palpite e comecei a falar que a gente cantou junto no SESC, e que foi muito legal em dar um autografo na bolsa do Rafael, mas ia partir.

Na verdade hoje sei que era nosso ultimo encontro. Eu e Ronaldo fomos acampar em Puba queríamos e precisávamos sumir de tudo e de todos.

Passamos uns tempos por la, parecia conto de fadas mesmo, até que comecei a sentir muita fome. Engravidara tínhamos que voltar.

Baby? Deus não é tão mal assim. Minha vida segui outro rumo meu príncipe encantado perdera todo encanto e Raul se mudara sabe deus pra onde.

Mudei de cidade e mesmo assim continuara fazendo teatro e lendo muito. Até que certo dia o ouvindo Jornal Nacional veio a noticia “morre o cantor Raul Seixas, vitima de uma parada cardíaca em conseqüência da pancreatite”.

Sei que Raul mandou Dalva (enfermeira dele) para outro quarto e não tomara insulina já avisada de uma possível parada cardíaca. Não sei bem o que quero dizer com isso,
sei que ouvi panela do diabo sem parar, e saquei que Raul se despedia.

Em todas as musicas muitas mulheres eu amei e com tantas me casei. Mas agora é Raul seixas que Raul vai encarar estou sempre tentando aparar cabelo de alguém, não sei por que nasci para querer ajudar o que não pode ser.

Acompanhava tudo e sei que Raul já não agüentava mais, mesmo de longe agora era como soubesse de cada uma das suas palavras, plunct, plact, zum não vai ha lugar nenhum.

Mas foi se foi numa noite de eclipse. Calei-me. Precisava de muito tempo em reflexão lembrando-se da forma como ele falava acho sinceramente que Raul queria partir.

Estava doente demais. O palco não era mais lugar de Raul seixas. E tudo que ele sentia mais profundamente guardara dentro de um baú, e eu ao mesmo tempo dentro de mim mesma.

Acompanhando de longe as passeatas, shows, eventos, idolatrias, Raul virou Deus,
definitivamente não era o que queria, “só pregava pregos e por sinais muito mal pregados” vou te encontrar vestida de cetim, pois em qualquer lugar espera só por mim.

Morte, morte, morte. Que talvez seja o segredo dessa vida. Hoje ouço que Raul era anticristo que todo mundo que se droga diz que é para ficar “maluco beleza”, que ele foi excomungado.

Dói no fundo do peito, Ele não agüentava a realidade? Nem eu. Caminho fazendo o que ele mais queria que fizesse, sou escritora e só agora, sem meu amigo há 20 anos queria deixar claro para tantos seguidores de um ser humano tão sofrido e fenomenal uma única frase “não julgueis, pois tudo acaba onde começou”.


20 Anos Sem Raul

Ferve incessantemente em minha mente.

Réquiem para uma flor
e mesmo tentando tantas vezes

Sou guerreira e não parei na pista.
20 anos a provar o vinagre e o vinho.
Num labirinto de ausência.
Do grito alternativo.
Faz tempo esse eclipse.
Onde a lua escureceu.
E só pra variar fiz poesia desse tempo.
É Raul precisa-se de fiador,

Não deram solução no Brasil.
E a minha paranóia só relaxo,
em doses de capim guiné.
Lembro seu olhar inquieto naquele bar,
sinto o dia da saudade.
Hoje não deveria ter aula pra garotada.
Mas caminho com o grito de krig-há.
Ainda procuro minha cidade e minhas estrelas.
Mais o negocio é.
o ouro do tolo ainda insiste em me comprar.
Me leve à fonte... Mesmo que seja de noite,

Para que meu organismo se inunde da consciência
que sou aquilo que faço.
O diabo continua dando s toques.
Já que todo mundo explica, mas não tem explicação.

Sou a falta do que precisa
para compreender o vazio.
Dou o recado pelos astros
por homens deve ser muito arriscado.
A falta de visão é maior,
a mosca é terrorista.
O papa não se tocou.
E eu sinto que esta acabando.

Ando de passo leve
a cabeça não agüenta.

possuo a chave da abertura para os dois lados
a cabeça pensa,
o corpo não acompanha
o grito alternativo,
sempre preso na garganta
e a chuva ainda promete não deixar vestígios.

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