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ROCK AND ROLL HATES ME
FERNANDO BARRETO
25/4/2008
É uma pena realmente que eu tenha nascido vagabundo e indisciplinado. Se eu fosse diferente poderia escrever um livro do cacete. Ou talvez se eu fosse diferente,não tivesse assunto para relatar dignamente o caminho da minha porta até a vala.As pessoas dão de presente as histórias prontas. Basta relatá-las. Disciplina é coisa para o Hemingway.Ele tinha muita classe, mas desertou da vida por algum motivo.

Para quem não desertou, ficam as histórias para serem vividas, contadas e relatadas para a posterioridade. O desfecho de tudo isso, vocês já sabem,é a descrição de um estado terminal da condição humana, por parte das personagens envolvidas. Sempre haverá bebida, drogas falta de dinheiro, falta de esperança, falta de humor, falta de vontade de lutar. E a culpa é sempre das mulheres. Culpa por me abandonarem, ou por não me abandonarem. E se outros homens forem os protagonistas e forem abandonados, ou abandonarem alguém, a culpa é também das mulheres. Elas jamais estarão isentas de culpa. Temos que ser sucesso conosco mesmo, e dentro do meu universo confuso, penso que se conseguisse uma garota brilhante que banque meu projeto, serei o melhor e o pior dos homens. Quem sabe aí passo a ser disciplinado. Quero um computador, bebida, charutos e uma secretária que corra atrás da parte burocrática, como fazer inscrições para esses concursos literários que dão prêmios em dinheiro. É o conceito de patrocínio em sua essência. A credibilidade desses concursos é nula, mas isso pouco importa. É preciso tentar pelo dinheiro. O fracasso nesse tipo de empreitada é quase uma certeza, e o sucesso, ainda q eu improvável, por inúmeras razões, seria sem dúvida motivo para um tipo enlouquecido de comemoração.

Buscar uma mulher incrível para resolver todos os nossos problemas é um sinal de fraqueza. Mas não é tão ruim como buscar em Deus a solução para as angústias da vida. E ser brasileiro é nascer pagando por inúmeros equívocos históricos de gente que não levou nenhuma moeda de ouro para o túmulo, mas que deixou para a posterioridade uma situação torta.Então reclamar do pequeno número de mulheres realmente compreensivas no mundo é uma penalidade leve.

Eu achei que estava curado de uma depressão terrível por conseguir ficar sem levá-las tão a sério por algum tempo, e assim a coisa toda perdeu a graça. Todo o leque de situações causadas pelas mulheres tem que ser vivido sem maiores cálculos.As ações por parte delas já são calculadas o suficiente para que tenhamos que nos preocupar com isso.Claro, são calculadas para que tudo as favoreça, mas são coisas da vida.Além do mais,elas muitas vezes planejam tudo errado.

As linhas e páginas seguintes contêm aqueles personagens asquerosos também. Advogando em causa própria, posso afirmar que é preciso encaixá-los num contexto. Isso consome algumas linhas.

O fato é que há muito tempo não escrevo uma linha sobre essa gente suja, ou sobre o que quer que seja,e não é por falta de assunto,entendam.É a porra da falta de disciplina.Tenho um caderno em casa cheio de anotações.Frases prontas para serem encaixadas dentro do tal contexto a ser definido, idéias soltas e desconexas que podem ou não ser aproveitadas.E olho para esse caderno e penso: ’Porra!Isso tudo ainda está aí!’Preciso de concentração para ficar na frente do computador por um tempo. Me falta também aquele ímpeto burro de universitários que pensam que vão ser poetas, ou que já são. Só que eles reclamam da vida de forma totalmente errada. Confundem acidez com chatice.

E existem aqueles filmes sobre escritores... Eles são sempre ricos e tem uma ótima estrutura para trabalhar. Geralmente tem uma casa só para isso.Uma grande e bela casa onde o cara vai encontrar inspiração.E esses caras sempre tem desencontros com suas mulheres.É impossível que sujeitos assim escrevam algo que preste.É preciso que haja o equilíbrio entre ter uma boa estrutura para trabalhar e uma certa dureza na vida para que haja assunto.
Adoraria abastecer pessoas jovens e que estão vivas com algum tipo vago de diversão literária, algo que não tenha nada a ver com as formas caquéticas e chatas que imperam nos textos de gente que estuda ou estudou letras ou jornalismo, e que vão passar o resto de suas vidas afogadas em fórmulas decoradas de como estruturar um texto.Essa gente passa muito tempo escrevendo um monte de porcarias. Sobra disciplina, falta assunto e qualidade. É óbvio que essa minha pretensão descrita no começo do parágrafo é quase descabida. Seria como tentar ser na literatura o que os Ramones conseguiram ser no Rock.

Teve gente que conseguiu esse feito, ou chegou perto. E isso foi conseguido com as regras jornalísticas sendo mandadas às favas. E o tem brasileiros que copiam. Se julgam pessoas com gosto musical requintado e escrevem sobre música ou sobre o que quer que seja usando palavrões e se autodenominam jornalistas ‘Gonzo’. Roubam até a nomenclatura. Não se convencem de que isso já foi feito por quem sabia fazer. E que o valor nisso está não só em mandar as regras jornalísticas para o ralo, mas em fazer isso antes dos outros. Há uma total falta de mérito em simplesmente roubar algo que está consolidado por nomes que realmente foram decisivos. Essa gente da PUC volta de táxi para casa quando fica bêbada.Vai buscar drogas de táxi.Andam de táxi pra cima e pra baixo.Gente sem mérito, que paga pela sujeira que está enfeitando a máscara e o disfarce.Gente que não liga a mínima para o fato de suas caipirinhas de vodka serem superfaturadas nos bares da Vila Madalena e de Pinheiros.

Greil Marcus escreveu sobre o fato dele achar que Lester Bangs era o melhor escritor americano, e sobre Lester escrever apenas textos sobre Rock e resenhas de discos.Há quem prefira o próprio Greil Marcus a Lester Bangs.Claro que informalmente podemos fazer comparações, mas penso que quando alguém atinge um nível de qualidade em seu trabalho, deveria ser poupado disso. Assim como quem não atinge um patamar mínimo de qualidade, também tem que ficar de fora de eventuais comparações. E nesses casos o agravante é o fato de que essa mesma pessoa que não atinge nível nenhum de qualidade, é quem faz a comparação de si mesmo com gente talentosa e já estabelecida.

Escrever é algo espinhoso, que nos obriga a ter um compromisso com a verdade e outro com a mentira. Falamos a verdade e a contamos a mentira nos escondendo atrás de palavras.

Eu conhecia duas irmãs que dividiam um apartamento no bairro da Saúde. Com uma delas, Alessandra, eu tinha um tipo de relacionamento baseado na companhia mútua para ouvir músicas tristes sem ficar tão perturbado. Sua irmã, Cibele, era mais nova e namorava um sujeito de personalidade fraca, Ulisses.

Ulisses morava em Pinheiros e não raro me dava carona até o Bixiga quando saíamos da casa das garotas em noites de meio de semana. Era um cara rico e por alguma razão passou a ter vergonha disso. O engraçado era que ele tinha cara de playboy mesmo fazendo força para se livrar desse rótulo. Parou de usar camisas caras e passou a usar camisetas de propaganda até furarem.Numa ocasião ficou surpreso quando contei a ele que tinha um arquivo de matérias de jornal relacionadas com música, cinema e literatura e as recortava de cadernos de cultura de jornais do dia anterior que eu pegava na escada do prédio, depois que as pessoas os jogavam fora.

Ele tinha aprendido a dirigir helicóptero, mas nunca precisou trabalhar em nada. Quando eu o conheci, ele falava das motos que tinha dirigido.Ficou fascinado com o ‘Little Creatures’, do Talking Heads. Ouvíamos muito esse cd nos roles noturnos.Claro que é um disco legal, ótimas músicas,mas às vezes soa como um mero exercício de continuidade contratual por parte da banda.Feito para de primeira agradar pessoas como Ulisses Ele e Cibele tinham ideais românticos totalmente falidos.

Ela era estudante de Comércio Exterior e desejava se formar e ir embora do Brasil com ele.Ulisses não era do tipo que aproveitava seu dinheiro para enfiar o pé na jaca de verdade, apenas queria uma mulher que lhe ajudasse a ter uma vida sem sustos.

Havia o irmão delas, Plínio, que se alternava entre a casa de sua namorada mais velha e a casa de suas irmãs. Esse era um cara divertido. Muito provavelmente ele era a causa do fato de Ulisses ter passado a ter vergonha de sua condição de playboy. Plínio precisava de muito pouco dinheiro para levar um tipo de vida que Ulisses jamais conseguiria com todo o dinheiro do mundo. Gostava de bebedeiras homéricas, de apostar os presentes que ganhava de sua namorada e de não ter residência fixa. Tinha verdadeiro horror a telefone, tanto o fixo como o celular. Dava-se muito bem com Alessandra e muito mal com Cibele,que o considerava uma ameaça ao estilo comportado e submisso de Ulisses, que estava mudando desde que foram apresentados.O playboy enfim começava a timidamente rebelar-se.

Numa daquelas ocasiões em que voltávamos pra casa, cruzando de carro a Avenida Jabaquara, a Domingos de Morais, a Vergueiro e a Paulista, ele me falou que tinha um filho.Isso aconteceu quando Plínio nos contou dias antes que estava enrolado com uma ex-namorada por causa de um filho que ele não tinha como ajudar financeiramente.

Ulisses demorou um tempo para revelar esse tipo de coisa em sua vida certamente por razões morais. Seu filho era sustentado por sua família. Era uma espécie de prolongamento da mesada. Algo que pela condição financeira de sua família, nunca foi um problema verdadeiro. Talvez fosse o contrário. Talvez fosse para a família uma prova de macheza do playboyzinho. O pai dele deve até ter ficado orgulhoso.Ulisses não era má pessoa.Era apenas apagado.Não chegava a ser o tipo de pessoa que realmente acrescentasse algo significativo na vida de alguém.

Durante um período ele chegou realmente e tomar Plínio como um novo exemplo de conduta. Claro que sem se desfazer de imediato de alguns velhos hábitos. O tipo de vaidade que cada um deles tinha era completamente diferente. Para Plínio, o que realmente importava era que as mulheres o ficassem perseguindo desesperadamente. Ulisses gostava de motos importadas e de falar sobre elas. Isso tornava-o bastante impopular na maioria dos lugares que freqüentava. Isso fez com que buscasse uma nova imagem.

Plínio havia parado com a cocaína, e parou com a bebida também, para evitar recaídas. Mas sempre tinha maconha da boa e fumava bastante. Eu passava muito bem sempre, pois bebia e fumava maconha até não agüentar mais. Basicamente, quando estávamos todos os cinco (ou seis,no caso de Plínio estar acompanhado)no apartamento, matávamos o tempo discotecando um para o outro e se entorpecendo, cada um à sua maneira.

Muitas vezes eu fazia a pé aquele caminho de volta pra casa, quando não voltava de carro com Ulisses, como foi descrito num dos parágrafos acima. Eram bons rolês, de aproximadamente uma hora.Com um bom baseado antes de sair do prédio e uma ponta para o caminho, a coisa ficava agradável.Bons momentos de reflexão e introspecção.Era um trajeto longo e plano, passando por cima de parte da linha azul do metrô. Muitas escolas ao longo do caminho, garotas jovens que parecem muito mais adultas do que no meu tempo de escola. Mas o que interessa é o que acontece hoje, e eu fico pensando no quanto elas devem acabar com a vida dos moleques de suas classes. A perturbação que as garotas adolescentes peitudas deve estar causando deve ser maior a cada ano. E como sempre os carinhas da classe as perdem para caras mais velhos que vão buscá-las na saída da escola. Isso é a morte para eles. Vão passar o resto da adolescência na punheta e pegando garotinhas de 13 anos que são verdadeiras idiotas. E estudando matérias idiotas. Uma vida verdadeiramente miserável. E eles vão tramar suas vinganças via Internet. E vão crescer e no futuro verão essas mesmas garotas do colegial levando uma vida desgraçada, mães solteiras e amargas, envelhecidas prematuramente.

Aliás, Ulisses trocou Cibele por uma dessas garotas. Era bonita e jovem, mas tinha uma vida limitada pela correria da busca de dinheiro para as contas implacáveis. Minha situação naquela casa ficou difícil depois que aquilo aconteceu, porque eu era interrogado de forma pesada por Cibele, querendo saber do paradeiro do cara. Eu já sabia exatamente o que estava acontecendo. Ele simplesmente a deixou sem olhar pra trás. Alguns caras são assim. Precisam fazer isso uma vez ou outra. Ele havia aproveitado que estava de mudança de residência, e trocou de mulher também.

Quando ele me ligou pra contar o que eu já sabia (o fato de ele tê-la simplesmente abandonado; no telefonema ele me falou da nova namorada), perguntou como Cibele estava, e quais eram as proporções do escândalo. Evidentemente, ele sabia o que estava acontecendo, e com que intensidade. Era só pra ter certeza, e isso deve ser algo que tem algum tipo de ligação com sua vaidade. Num determinado momento ele deve ter colocado em dúvida a falta que fazia para Cibele, e isso certamente o incomodou. É inacreditável até onde a vaidade pode fazer uma pessoa descer.

Duas coisas aconteceram depois disso: A trilha sonora da casa passou a ser constituída das mais tristes músicas do cancionário indie, escolhidas por Cibele. A outra foi que eu fiquei com o saco cheio daquele baixo astral terrível.

E tive que ir embora também, quando conheci o pai delas. Ele era aposentado, morava em Minas Gerais e na ocasião estava passando uns dias em São Paulo. Ele bebia de verdade, o que proporcionou diversão em alguns momentos, mas não o bastante para consertar a situação. Foram dias penosos, por que eu parecia ser o maior dos criminosos por comer uma das filhas dele, e supostamente saber onde estava o desertor que comia a outra e foi embora de repente.

Precisei ir embora também. Fui atrás da mulher que ia me bancar como escritor. Eu não olhei pra trás. Não havia ninguém mais ali para quem eu pudesse perguntar como estavam as coisas. E também minha vaidade me levava para outros tipos de atitudes ruins. O que fica é a trilha sonora da história:’Days’,do TELEVISION...’About you’,do JESUS AND MARY CHAIN,’Most of theTime’,de BOB DYLAN,’Broken English’,da MARIANNE FAITHFULL e ‘Teenage Lust’,do MC5.

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