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HOW TO BUY LEMMY
RICARDO ALPENDRE
1/9/2005
É um jogo: selecionar, em dez LPs ou CDs um guia de "como comprar Lemmy". Em princípio, seria fácil e viável indicar coletâneas, especialmente do Motorhead, banda que o celebrizou. Há uma variedade delas, sendo a mais interessante Stone Deaf Forever (Sanctuary, 2003, *****), uma caixa com cinco CDs para encerrar o assunto. Mas nossa meta é mais abrangente: em apenas dez álbuns de carreira, ver quais se classificam na feroz disputa por um lugar na elite da carreira desse ícone, quase um mito, do rock pesado.

Ian Fraser Kilmister, nascido na véspera do Natal de 1945, e Stoke-On-Trent, Inglaterra, filho de um vigário. Por uma coincidência engraçada, após um curto período em uma banda chamada Rainmakers, em 1965 tornou-se o guitarrista dos Rockin' Vickers (antes chamados The Reverend Black & The Rocking Vicars). Lemmy, então Ian Willis, gravou três dos quatro singles do grupo, que debandou em 1967. A melhor edição do trabalho dos Vickers é The Complete: It's Alright!, (RPM, 2000, ***1/2), que traz todas as masters em apenas 14 faixas! Curioso, mas não essencial.

Já em 1969, mas ainda como o guitarrista Ian Willis, nosso herói literalmente escalou alguns degraus com sua arte, e está no álbum Escalator (Stable,1969, ***1/2) da banda Sam Gopal. Costuma-se referir a esse nome como de uma banda, mesmo. Sam Gopal, um tocador de tabla até cultuado, não exercia exatamente um papel de band leader, e o trabalho se tornou lendário pela presença de Lemmy. Quase-essencial. Boa tentativa.

Após uma temporada como roadie de Jimi Hendrix, e um curto período na guitarra do no-hit-wonder Opal Butterfly... "Lemmy goes to space"...

Em 1971 ele entra para o Hawkwind, uma das bandas que definiam o conceito Space Rock, a partir daí tocando seu baixo Rickenbacker, pesado, tosco, mas sem fronteiras. Em início de 1972, grava com a banda o single "Silver Machine", um mega-sucesso cantado por Lemmy, e que viria a ser o maior compacto da história dos Hawks. A faixa e seu lado B "Seven By Seven" aparecem como bônus do CD remaster de In Search of Space (United Artists, 1971, *****) e na coletânea Stasis (EMI, 1990, ****). In Search... é essencial, mas não consta em nossa seleção por não ser um álbum com Lemmy.

HAWKWIND - DOREMI FASOL LATIDO (United Artists, 1972, ****)
Este é o terceiro álbum do Hawkwind, e o primeiro a contar com Lemmy. Traz o épico "Brainstorm", uma das eternas favoritas dos fãs, "Time We Left", "Lord of Light", "Space is Deep" belíssima com violão, sintetizadores analógicos e a voz de Dave Brock, o mentor da banda. Disco simples e incrível. A edição original do vinil é um show também na parte gráfica. O CD remaster tem ótimas faixas bônus: "Ejection", aqui em versão alternativa, entraria no álbum Captain Lockheed and the Starfighters (UA, 1974, ****1/2) de Robert Calvert, também com Lemmy; "Urban Guerilla", single recolhido das lojas em 1973 após atentados terroristas em Londres, e seu ótimo lado B, "Braibox Pollution" completam a festa demente do caprichado relançamento.

HAWKWIND - SPACE RITUAL (UA, 1973, ****1/2)
LP duplo ao vivo gravado em dezembro de 1972 em Liverpool e Londres. A capa original do vinil abre em seis partes. Nessa época a arte gráfica de Barney Bubbles e o som Hawkwind formavam uma parceria sólida e cultuada. Na música, mais e mais demência. Ouvintes ortodoxos vão torcer o nariz... Tecnicamente, é tosco. Não há como defender um disco desses do ponto de vista teórico. Sorte que música não é ciência exata. A edição remasterizada do CD tem faixas extra interessantes, e a parte gráfica, mais uma vez, está quase à altura do LP original.

HAWKWIND - HALL OF THE MOUNTAIN GRILL (UA, 1974, *****)
Nessa época os Hawks e seus roadies vestiam camisetas com a inscrição "Lemmy a quid till Friday" (me empresta uma libra até sexta), frase sempre usada por Lemmy e que lhe rendeu esse apelido. Músicas que se tornariam fundamentais. "Psychedelic Warlords" é uma bandeira do Hawkwind. "You'd Better Believe It" prende a atenção dos fãs de Lemmy, a começar pelo riff, e depois pelo refrão com sua voz esganiçada, ainda sem o timbre rouco que seria a cara do Motorhead. "Lost Johnny", que encerra o LP, seria regravada pelo MH. O CD remaster mais uma vez traz faixas bônus, mas são versões reduzidas para o single, com exceção de "It's So Easy", um bom lado B, mas abaixo da média do álbum. O conteúdo gráfico dessa reedição é mais atraente que o do LP. Em 2001 a EMI lançou em CD um bom show da tour desse álbum, The "1999" Party (****).

HAWKWIND - WARRIOR ON THE EDGE OF TIME (UA, 1975, *****)
Com Michael Moorcock, o escritor de ficção científica, assumindo as letras, a banda gravou este álbum conceitual, que também não economizou em inspiração. Warrior deixou composições duradouras no repertório da banda ao vivo, como a suite "Assault and Battery / The Golden Void" e "Magnu". Fecha com um grande momento do acidismo, "Kings of Speed". Esta, é bom lembrar, foi lado B de um single de pouca repercussão na época do lançamento, mas que seria de um grande valor artístico e histórico: "Motorhead". A versão original do lado A, temperada pelo violino de Simon House, está presente apenas na edição em CD lançada pela Dojo, na Europa, e pela Griffin, no Canadá. Todas estão fora de catálogo, mas valem o garimpo. Como também é sensacional o vinil original inglês, em que a capa de desdobra em quatro no formato de um escudo.

A importante fase de Lemmy como tripulante da espaçonave Hawkwind se encerra no momento em que ele foi detido pela polícia na fronteira dos Estados Unidos com o Canadá. Segundo Lemmy, os policiais canadenses haviam confundido a anfetamina que ele levava com drogas mais pesadas e proibidas. O que ficou dessa historia é que Dave Brock, capitão da nave, encontrou um pretexto para recrutar um novo baixista. Esse era Paul Rudolph, ex-guitarrista dos Deviants e dos Pink Fairies.

MOTORHEAD - ON PAROLE (Liberty, 1980, *****)
A data acima é a do lançamento. On Parole foi gravado em 1976 no pequeno estúdio Rockfield, de Dave Edmunds, quase uma instituição britânica. Deveria ser o primeiro LP de uma das melhores bandas do mundo: Motorhead. Quis a história (ou quis a Liberty Records) que essa gema do hard rock fosse engavetada e o contrato rescindido. Aqui está a regravação da música que dá nome ao power-trio, dessa vez mais pesada, desafiando o termo "visceral". Ainda não é o peso que seria associado ao Motorhead. A voz de Lemmy lembra a de sua fase no Hawkwind. E mais: Larry Wallis, outro ex-Pink Fairies, era o guitar-hero desse início de trabalho, e contribuiu com ótimos vocais, especialmente em suas composições brilhantes. On Parole traz uma composição de Wallis reaproveitada dos Pink Fairies, que se tornaria um clássico absoluto do Motor. "City Kids" já aparecera na abertura de Kings of Oblivion (Polydor, 1973, ****1/2), o último trabalho de estúdio dos Fairies antes da reunião em 1987. Em Larry o Motorhead tinha, também, outro grande letrista. É claro que Mr. Kilmister sempre foi inspiradíssimo nesse setor. As baterias vinham sendo gravadas por Lucas Fox, que foi substituído por Philthy "Animal" Taylor, que as regravou para quase todo o álbum. Aqui está também a regravação de "Lost Johnny" mencionada acima. Várias dessas faixas incríveis de On Parole seriam gravadas mais uma vez, com Fast Eddie Clarke nas guitarras, para o álbum Motorhead (Chiswick, 1977, ****), que seria o primeiro álbum lançado pela banda.

MOTORHEAD - OVERKILL (Bronze, 1979, *****)
Após relativo sucesso de Motorhead em 77, a famosa Lemmy/Eddie/Philthy do power-trio assinou com a Bronze Records, casa do Uriah Heep, e produziu uma série de álbuns arrasa-quarteirão a começar por este, talvez o melhor disco de estúdio da história da banda. A produção de Jimmy Miller é um primor. Ele é importantíssimo, e mais famoso por seu trabalho com os Stones e Traffic. Nas letras, quase-genialidade e muita safadeza. As perfórmances instrumentais e vocais mostram marcas registradas que seriam desses músicos para sempre. Não há muito o que citar aqui: cada faixa é indispensável.

MOTORHEAD - BOMBER (Bronze, 1979, ****1/2)
Aqui também é difícil destacar uma música. Todas lhe pegam de uma forma ou outra, em um dia ou outro. Este é o segundo, e último, a contar com a produção de Miller. Fica a sugestão de leitura: o livro Bomber do autor inglês Len Deighton, que serviu de inspiração para a faixa título deste álbum colossal.

MOTORHEAD - ACE OF SPADES (Bronze, 1980, *****)
Como eles dizem lá, "this is it". Se o termo "clássico" já é tão desgastado a ponto de poder hoje ser usado até de forma pejorativa (imagine então depois dessa onda "classic rock"), o que dizer de Ace of Spades? "Clássico" não serve! É pouco! É quase xingar.

MOTORHEAD - NO SLEEP 'TIL HAMMERSMITH (Bronze, 1981, *****)
É para não dormir até que a tour chegue ao Hammersmith Odeon, de Londres, vulgo Hammy, considerado um lar para bandas de rock de alto calibre na época. Mas este, o primeiro álbum ao vivo lançado pelo Motorhead foi gravado em Leeds e Newcastle, mais ao norte. Como no anterior, produção de Vic Maile. No palco, eles sempre foram mais rápidos e violentos que em estúdio. Mas há momentos de não-pancadaria no álbum. Para o inferno subir à terra novamente, logo depois. Existe a edição dupla em CD, com outras versões das mesmas músicas no disco 2, o que nos dá uma idéia da pós-produção que deve ter sido investida no álbum original. Quase todos os álbuns ao vivo são assim. Quem se importa? O disco nunca é como estar lá, mesmo! Cada segundo é mágico em No Sleep, o LP de uma vida inteira.

Após o ótimo Iron Fist (Bronze, 1982, ****), que fica de fora de nossos Dez Grandes só porque a produção de Lemmy é vasta, Eddie Clarke, que havia assinado a produção, deixa a banda. Um forte motivo foi o single lançado por Lemmy em dueto com a "musa" punk Wendy O. Williams, ou, mais precisamente, o lado A "Stand By Your Man", a controversa regravação do super-sucesso de 14 anos antes na voz da cantora country-mainstream Tammy Wynette. Vale dizer que o lado B, "Masterplan", é uma jóia.

MOTORHEAD - ANOTHER PERFECT DAY (Bronze, 1983, ****1/2)
Agora o Motorhead, além de power-trio, ganhou ares de "supergrupo", denominação dada àquelas bandas formadas pela reunião de figuras já ilustres em outros trabalhos. Com a entrada de Brian "Robbo" Robertson, o conhecido e muito criativo ex-guitarrista do Thin Lizzy, a cara e, mais importante, o som da banda tiveram mudanças. Robbo havia formado com Scott Gorham, no Thin Lizzy, uma das mais geniais e afiadas duplas de guitarristas de que se tem notícia. E em plenos anos 70, em que a concorrência era de tirar o fôlego. As composições transbordam inspiração e originalidade; Lemmy mostra, além de uma bela desenvoltura como intérprete nas idéias menos brutas, trejeitos vocais à moda de Elvis e Eddie Cochran (em trechos de "Shine" e "Tales of Glory") que, veremos adiante, não repetiria com o mesmo sucesso em um desses momentos de pôr a cereja no bolo. Mas Another não foi compreendido por boa parte dos fãs. Talvez até tenha faltado jogo de cintura a Lemmy. Não, um guitarrista desses não se dispensa. Mesmo que ele use uns shortinhos ridículos no palco, como Robbo andou se apresentando, causando a ira dos fãs e risos dos detratores. Mas, que riffs! Que solos! Cabe uma ressalva: King Biscuit Flower Hour (King Biscuit, 1997, **), é um decepcionante registro de um show de 1983 com Robertson na guitarra. E mesmo a perfórmance dele é abaixo do esperado. Há registros de melhores concertos dessa formação, mas esse, o único semi-oficial (não-pirata), chama a atenção pela fraca apresentação da banda. Lamentações à parte, Another Perfect Day seria o único disco do Motor com Brian Robertson, e um que não pode faltar em qualquer boa coleção de rock pesado.

Encerramos aqui nossa lista dos indispensáveis, sem incluir coletâneas nem a fase pós-Robbo do trabalho de Lemmy, quase todo ele dedicado ao Motorhead, em alguns casos porque são trabalhos mais dedicados ao heavy metal (embora essencialmente rock'n'roll), em outros por serem dispensáveis, e ainda em alguns casos simplesmente pela regra do jogo (são apenas 10, lembram-se?). Mas ainda há o que comentar.

O catálogo do Motorhead na Bronze Records, que já havia ganhado reedições caprichadas em CDs e LPs, acaba de receber novo tratamento, com edições "deluxe", CDs bônus e tratamento gráfico digno dos grandes álbuns que são. Mas o investimento talvez não seja necessário, porque o melhor das faixas-extra já está nas edições dos anos 90.

Em 1984, com dois guitarristas no lugar que fora ocupado por Larry Wallis, depois Fast Eddie, e depois Robbo, o Motorhead grava quatro novas composições que entrariam na super-coleção No Remorse (Bronze, 1984, *****). A atual formação é: Lemmy, Phil Campbell (guit), Wurzel (guit), que deixaria a banda em 1995, e Pete Gill, ex-Saxon (bateria). Este LP duplo é um grande injustiçado de nossa lista, tanto quanto Iron Fist, pois embora seja uma (ótima) coletânea, as quatro inéditas mostram uma banda com novas idéias, com muito peso e a mesma identidade. Uma delas, "Killed By Death", um single de sucesso. O último sucesso pela Bronze, que pouco depois fecharia as portas.

A partir da segunda metade dos 80, seguiram-se ótimos álbuns. Orgasmatron (GWR, 1986, ****) foi realmente voltado para o heavy metal. Rock 'n' Roll (GWR, 1987, ****), trouxe de volta mais rocks & rolls e o batera Philthy "Animal" Taylor. No Sleep At All (GWR, 1988, ****) é o segundo ao vivo oficial, o registro de um show na gelada Finlândia. 1916 (WTG/Sony, ***1/2) chega a ser brilhante em alguns momentos, mas é irregular, e culmina com a deprimente faixa-título que conta a história, em primeira pessoa, de um soldado de 16 anos que burla a lei para lutar por sua pátria na I Guerra Mundial. É o último com Philthy, que seria substituído Mikkey Dee, baterista do Motorhead até hoje.

Os álbuns de 1992 até o presente são todos dignos. Vale a pena tê-los. Três deles são fenomenais, casos de Sacrifice (CMC, 1995, ****1/2), Overnight Sensation (CMC, 1996, ****) e Snake Bite Love (CMC, 1998, ****).
Houve muitas participações em discos de outros artistas, e alguns projetos paralelos. Um que tinha tudo para ser maravilhoso pela conjunção de fatores, mas converteu-se num álbum apenas médio, é o CD Lemmy / Slim Jim / Danny B (Cleopatra, 2000, **1/2), também conhecido como Rock and Roll Forever. Nele, Kilmister une forças com Slim Jim Phantom, então ex-batera dos Stray Cats (que se reuniram recentemente), e o bom guitarrista rocker Danny B Harvey, para regravações de músicas de Johnny Cash, Buddy Holly, Elvis, Eddie Cochran, Carl Perkins... o rock & roll original, que Lemmy havia sempre cultuado e citado como grande influência. Mas ao invés de ouvi-lo cantando com o ímpeto, o imediatismo e o fogo característicos aos intérpretes do estilo, ouve-se um álbum burocrático desde a execução instrumental até, para nossa decepção, os vocais. A capa é outro achado (adaptação de 50,000,000 Elvis Fans Can't Be Wrong, uma das melhores e mais cafonas capas da histórias do rock), e que também sofre com uma execução pouco inspirada, as figuras colocadas de forma simétrica... terrível!
Apesar do tom das lamentações acima, terminamos nossa missão com um saldo pra lá de positivo e com o sorriso largo: já ouvimos os principais discos da vida musical incrível de Lemmy Kilmister, no ano de seu 60º. aniversário, e estamos prontos para sair por aí dizendo barbaridades para as garotas, arrumando briga com o vizinho...

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