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As "Micrônic'As Baratas" são pequenos textos, raciocínios, besteiras e bobagens. Frases soltas, desconexas e desconectadas, fragmentos de ideias, flashes, pensamentos pouco rebuscados e profundos, recordações, sínteses, algumas bobagens... Anoto-os em meu caderno com a intenção de talvez futuramente usá-los em algo mais elaborado. Mas enquanto isso não acontece, se é que um dia irá acontecer...

Os  "Textículos" foram escritos em 2000, entre Fevereiro e Abril.  "Twittianas" foram fragmentos soltos escritos no Twitter, em Setembro de 2009.


Difícil mesmo é é desligar o computador e correr para os braços das pessoas que nos amam sem uma conexão discada.

Doces saudades de anjos e sonhos e estrelas e eu nem sei quanto tempo desde o começo até o fim. O fim e o começo, de que jeito queres a mim?

E então, meu vento da madrugada, sopra e tragas de novo uma joaninha em meio a um temporal... Vento, meu vento, sopra em meu quintal. Sopra!

E então... ventamos... Sou vento sem brisa, coração sem sangue, alma... Ao vento e sem rumo. Procuro o vento que traga de volta quem se foi.

E eu nem sabia a direção do vento que soprava em 2007... Achei que era em direção ao Sol e às estrelas... Entre tuas coxas... Alma! Afinal!

E eu que sou louco e fico mostrando o que passa por minha alma, labirintos de dor e paixão, dores que não cessam e jamais cessarão. Mãe, bye!

E o vento carregou sua alma para longe de mim e minha alma para longe da sua e agora éramos duas almas perdidas ao vento, o deserto, areias.

E o vento gelado carregou-nos de volta a more, de volta aos Campos de concentração. De volta ao martírio e a uma dor que não queríamos. Dor!

E o vento levou minha joaninha da sorte longe de mim e agora ela é apenas uma escultura numa parede laranja gelada, Campos de terror. Calma!

E o vento nos levou distante de nossas almas e nossas almas distantes de nós e nós distantes... O vento não perdoa e a paixão, acaba igual

E o vento parecia o hálito do demônio e minha boca tinha gosto de merda e minha merda... Ah, que vento que sopra sem cessar em minha alma !!!

E o vento que lhe trouxe lhe carregou, ventos de dor. E os ventos que me carregaram... Me cegaram. E os ventos que passam, passaram em mim.

E os ventos de Santorini nunca nos sopraram os cabelos, nem Prado nem Penha. Pedras que criam limbo não rolam. E Rock and Roll in The Wind!

E que morte é essa em minha vida? E que vida é essa em minha morte? Ventos não trazem a morte, apenas temporais. O que o vento traz, amada?

E que vento é esse que traz a morte até mim? Que vento é esse que insiste em soprarem minha nuca? E que vento é esse, minha Senhora da Vida?

Ela guardou meus segredos dentro de seu sutiã. Depois, quando o amante a desnudou, esqueceu onde os deixou.

Ela não tem força e eu não tenho dinheiro. Ela não tem o que preciso e eu não preciso daquilo que ela tem. O que ela tem, mãe minha? O quê?

Ela tem minha alma e eu quero! Não quero minha alma de volta, mas quero o que lhe dei! Dei paixão e agora não tenho nenhuma. Vida de merda!!

Ele está presente em todos os lugares; com traficantes e com os padres, igrejas e bordéis, nos hospitais e nos bares, pobres e ricos o buscam. Onipotente ele é o maior dos senhores: o Dinheiro.

És a minha doença e eu não conheço a cura a uma doença tão intensa.. Seria mortal? Não lembre de mim a não ser quando precisar, não escreva.

Estes pensamentos ficam à posteridade, meu tormento é meu mestre e minha boca fala o que pensa meu coração. Acorda, Razão! Não, acorda Tesão!

Estou louco?! Ah, sim... Acreditar ainda num sonho esmagado por ..." Olá, eu sou Barata, criador do site A#Barata...! É só mandar um e-mail.

Estou procurando uma corda, uma arma e não sei onde encontrar.... Comprar não posso... Bela, tem um ai? Uma corda em forma de coração? Hein?

Eu encho páginas de pensamentos.Quem estaria interessado? Uma mulher de óculos escuros atrás de olhos penetrantes. Onde penetram seus olhos?

Eu era um bêbado e falei. Falei que não a queria, mas bebi esqueci de mim e lembrei de você. Não precisa me lembrar disso, mãe! Amo! Posso.


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Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, e foram registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor, bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade". Lei de Direitos Autorais: 9610/98.

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