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Titãs, Uma Fábrica de Som
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Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
Últimos anos da década de 70 era a época. O local, o SESC Fábrica Pompéia, em São Paulo; uma antiga fábrica transformada em Centro Cultural bem no centro de um dos bairros mais roqueiros do planeta. Um bairro que viu crescer em suas ruas uma das maiores bandas de Rock do Brasil, o Made In Brazil.

O Punk tinha tomado de assalto as estruturas do Rock mundial, rasgando a fantasia "progressiva" que a maioria das milionárias bandas tocavam, meio entediados, mas muito cheios de grana. Apesar desse movimento ter sido deflagrado por puro interesse comercial também, a rapaziada aderiu, achando que aquilo era a derradeira revolução. Uma revolução que o Rock tradicional tinha prometido e jamais cumprido.

Dentro desse cenário a TV Cultura, uma emissora estatal e não comercial, decidiu investir em um programa que pudesse dar oportunidades aos talentos escondidos. A "Fábrica do Som", que já na abertura do programa tinha uma vinheta extremamente revolucionária para a época.

Apresentado por Tadeu Jungle, um artista multimidia e que hoje apresenta comerciais de carros, o programa durou cerca de dois anos e lançou inúmeras bandas que até hoje estão ativas. Ultraje a Rigor, que por acaso na época era uma banda Punk, Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé e aquela que é o objeto desse artigo: Titãs. Aliás na época eram conhecidos como Titãs do Iê-Iê-Iê e tinham, adivinhem? Um visual punk.

Uma porrada de gente tocando e pulando em cima do palco. Mas muita gente prestou a atenção naqueles caras e muito cedo eles se transformaram em uma das maiores bandas do planeta.

Conta a lenda que, para ganhar nome e dinheiro, passaram a fazer umas baladas pop ("Sonífera Ilha"), para apenas com isso passarem a fazer o que realmente queriam. E fizeram! Fizeram coisas como "Cabeça Dinossauro", "Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas", "Tudo Ao Mesmo Tempo Agora", o fantástico "Titanomaquia" e outras pedras brutas preciosas.

Mas o tempo e o dinheiro parece que acaba com muitas coisas. Entre elas, a amizade e a criatividade; e, coincidência ou não, após a saída de Arnaldo Antunes, que parece que era - e é - a grande Cabeça-Dinoussauro-Titã, o grupo caiu num besteirol total, fazendo coisinhas bobinhas, regravações de Roberto Carlos... Mas essa fase não interessa, nem irei perder meu tempo falando o quanto é babaca Roberto Carlos e o quanto tem de mercenarismo isso.
Registro no E.D.A. da F.B.N. : 513.861 - Livro 974 - Folha 209

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