Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e registrados na Fundação Biblioteca Nacional. Não é permitida a publicação em nenhum meio de comunicação sem a prévia autorização do autor. Bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade".

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1958

1958
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Luiz Carlos "Barata" Cichetto
barata.cichetto@gmail.com
1958
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Quando eu fui abortado, em junho de cinqüenta e oito
O mundo conheceu apenas o fruto de um outro coito
Esperma não pode gerar filhos, apenas gerar crianças
Paixão gera filhos e mais gera mais que isso, esperanças.

Uma criança abordou a este planeta, apenas porque não foi abortada
Indesejada criança feita entre gemidos eróticos de dor, mal comportada
Criança da dor, criança incolor, criança doente, das desgraças amigas
Abortada em desejo, existente em pedaços doentes das carnes antigas.

O Brasil campeão e uma alegre festa toma conta das suas ruas doloridas
Uma criança doente, hepatite, prostrada no leito sem bandeiras coloridas
A criança chora, mas sua mãe também, porque quer participar da alegria
Mas a criança maldita a impede. E sua doença a sua mãe não contagia.

Um crime acaba de ser cometido, menos de um ano e sou um adulto
Mas o crime é perdoado, ao criminoso é oferecida liberdade e indulto
A cabeça esfacelada e meu bolo apodrecendo na geladeira da tia
E o primeiro ano acaba do jeito que começou: sem festa ou alegria.

Uma criança de doces prantos, choros inertes de dor, mal nascida
Aquele padre de colarinho limpo, jamais teria a cabeleira crescida
Acaso seu choro infame não despertasse a ira da multidão incolor
A espera de seus milagres, perfilada em ordem decrescente de dor.

Um instrumento de tortura, costas lanhadas e o meu carrasco ainda insiste
O deus que tem um par de olhares, um ao passado outro ao futuro, resiste
Quanta dor imposta por aquele que tem que proteger de qualquer mal
Mas um ser medíocre não é um ser humano, é apenas um ser anormal.

Outra criança rouba o lugar que nunca a mim pertenceu, o de ser amado
Mas a outra é bela, quase alemã e agora ninguém escuta o meu chamado
Primogênito da dor, herdeiro do desamor, ganhador do prêmio maior do ódio
E nem sei mais nem ainda quem sou, pois roubaram o meu lugar no pódio.

Em 64 um duro golpe armado até os dentes, solas de botas esmagando a liberdade
Bandeiras americanas em todas as sedes de torturas, solapando a nossa dignidade
Há mentiras no jornal, no rádio e em qualquer lugar, a verdade escondida no porão
Nos próximos 20 anos a terra conheceria apenas a dor e sujeitos sumidos do portão.

A madeira dói em minhas costas e não existe jeito sequer de eu o impedir
A não ser abaixar a cabeça e chorar, a Deus eu ainda não aprendi pedir
Porcos Deuses de Porcas Madonas é o que escuto diariamente, oração dita
Mas ainda não compreendo a sujeira que inunda a igreja sua saga maldita.

Desperta libido, mas algumas estocadas de dor chegariam junto com ela
Mas o maldito cão transformou minha descoberta de paixão em porca cadela
A dor não dói, o prazer não é prazer e sou apenas um garoto cujo brinquedo
Foi esmagado pelas patas nojentas de um irmão e tem a existência em degredo.

Jesus Cristo é a realidade e minha catequista era bem gostosa, a danada
Esperto como um cachorro à masturbação era á ela, uma grande safada
Meu nome foi trocado e nunca recebi o diploma de santo do pau oco da igreja
Que importa diploma quando a professora tinha as pernas que o diabo deseja.

Woodstock é o um sonho que descobriu minha personalidade, Janis cantando
Hendrix beijando o céu, Santana elegia um sacrifício ao sol, Grace S dançando
Como era gostosa a Grace Slick! E os mamilos de Janis, então? Joan Baez é linda
Cocker cantando igual a um cão raivoso, não sabe ser um cachorro louco ainda.

Hendrix enfim encontra o eco dos beijos, Janis transformada em uma pérola do mar
Uma guitarra agora soa triste, acompanhada da voz rouca e a tristeza rodando no ar
Pedaços de meu coração espalhados e descubro tarde demais a minha eterna paixão
Mas Janis agora é morta, suas cinzas espalhadas, tristezas cósmicas em meu caixão.

O que sinto é maior que tristeza, muito mais forte que alegria, por sorte
Sinto algo bem mais potente que o desejo, mais interessante do que a morte
E tenho apenas treze anos. A latência do desejo ainda é falha e não respeito
Espíritos imundos assolam minha alma e nem entendo a dor em meu peito.

Um safado aquele garoto magrelo e um contumaz e punheteiro garoto
Escondido debaixo das saias das professoras, olhando todas com olhar maroto
Mas uma delas tinha uma tábua que também esculpia minhas costas nuas
E eu a desejei morta, debaixo de rodas de algum carro pelas molhadas ruas.

Cartas e cartórios, peças pesadas de metal e o meu coração pedia por muito pouco
O trabalho era o dia e a noite começou a ser das putas do centro, que igual cão louco
Comecei a caçar. Ângela foi uma e entre muitas aconteceu Rosangela de buceta quente
Muitas e muitas, das japonesas louras as mulatas doces até mesmo uma loira sem dente.

Eliana era uma putinha que estraçalhou meu coração, a hipócrita criatura maquiada
Secos e molhados, assim eram meus dias e assim eram minhas noites de calça arriada
"Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados". Sim assumo os pecados que cometi
Até mesmo quando em uma bunda com gonorréia a minha pistola sem jeito eu meti.

A poesia é o único caminho aos tolos e solitários e eu jamais não seguiria outro diferente
Minha poesia mantinha minha sanidade e por ela e com ela desejei mudar muita mente
Defuntos em seus túmulos foram testemunhas de crimes que cometi contra a humanidade
Crimes hediondos cometidos em nome de manter intacta minha dor e minha insanidade.

Grita, criança desgraçada, grita com dor, chora até estourar o seu pulmão
Mas a criança desgraçada tem seu grito abafado pelas costas de uma mão
As costas nem ardem, nem doem, apenas esperam a próxima pancada dura
Enquanto a criança apenas caminha descalça a caminho da sua sepultura.

Led Slay, Made In Brazil, Led Zeppelin e um Deep Purple, Putas bonitas nas ruas escuras
Um militar arranca meus cabelos e putas machucam meu coração com verdades duras
Mundo escuro, duro mundo e minha realidade escapa de minha mão. Drogas nem morto
Preciso voar, preciso alucinação e dor, mas agora sou apenas um pequeno anjo torto.

Sueli era uma doce criatura, ainda uma criança, ainda ninguém e eu tinha gonorréia
E meu pau queimando quando queria mijar e eu sequer poderia pensar naquela idéia
Joguei pelos esgotos a minha paixão, fingi desinteresse e ela pensou mal a meu respeito
Mas até agora tenho a dor estampada no rosto e aquela paixão machucando meu peito.

Conhaque e cerveja. Sexo e Rock an Roll, Drogas? Drogas, nem vivo nem morro por elas
"A minha alucinação é suportar o dia a dia e meu delírio é a experiência com coisas..." belas
Primeira maconha, goles de conhaque ácido. Uma dor de cabeça desgraçada, ai, dói demais
Agora as Flores do Mal florescem em minha mente e o Corvo diz ao Poeta Louco: nunca mais!

Punk is not dead, patrulhas do espaço do som, Huxley, Thoreau e Nietzsche na cabeça
Eu não quero morrer, quero som, quero o espaço das ancas de Ângela antes que desapareça
Porque não consegui manter a paixão por Ângela eternamente, meu peito arde em chamas
Outras Angelas ainda procuro, outras putas chamadas esposa, putas chamadas de damas.

Mil deuses da chuva e da morte, Itamar em assunção, Jorge, Walter, Franco e o Barbosa
Angela ainda angélica em meu coração, ainda ela, conhaque, eterna solidão horrorosa
Rolando tem o braço fudido por pólio, mas é um batera do caralho, outro Walter e Joelho
Uma madrugada de bebida, um ombro quebrado, hospital, e eu assustado feito coelho.

A cabeça de John Lennon espalhada em pedaços e o louco ainda aperta o gatilho até o fim
"O sonho acabou", Realmente John. Chega de discos, chega de poesia, chega de dor de mim
Uma puta velha no ônibus pode ser a saída honrosa, uma puta com cara de boneca de papel
Ou uma mochila nas costas, esquecendo todas as putas dos ônibus, da esquina ou do bordel.

Uma escrituraria de cabelos ensebados e um coração partido entre a dor e carência
Então o destino traçou seus planos com dedos sujos e um par de asas de falsa inocência
Perdido no espaço, uma balsa sem pudor, falsa e hipócrita criatura, mentirosa e infame
Puta de graça, mas preço alto. Tão alto quanto manada de tigres, de putas um enxame.

Frente a frente com um juiz que decretou minha prisão perpétua, acorrentado a duas alianças
Dai em diante seria jogar as coisas pela janela, comprar pão e sustentar minhas doces crianças
A falsa virgem, falsos pudores, hipócritas igrejas, pastores idiotas e nenhum sangue no lençol
Uma quitinete com vista para a fumaça do centro da cidade e meu olhar ficou cego com o sol.

"Luar é meu nome aos avessos, não tem fim nem começo". Assim disse o amigo Raul, o Seixas
Eu também sou canceriano sem lar e tinha sacado antes de escutar, escute as minhas queixas
O primogênito chegou e chega de brigas, pensei, quero apenas deitar a cabeça em suas pernas
Mas minhas desgraças nem tinham começado, aliás seriam lutas enormes, minhas lutas eternas.

O turco ganhou a luta e eu perdi a dignidade, George Orwell não pensou nisso naquele agora
O que perdi foi mais que a dignidade, perdi o controle sobre mim e o coração daquela senhora
Ou não. Porque não podemos perder algo que nunca possuímos. E nunca foi meu aquele amor
Nunca foi meu porque o que ela ama é qualquer demônio de calção ou santo negro de andor.

Minha cabeça dói muito. A maioria silenciosa caminha sem perceber aquela dor em meu peito
Estou morto da cabeça para baixo, morto dos pés para cima e não existe o que possa ser feito
O ditador comprou um lápis e imagina que possa escrever todas as leis que mudam o planeta
E eu aqui, rabiscando folhas escondido no banheiro, porque a censura secou a minha caneta.

Estou surdo. Emudeci nem tem um mês e minhas mãos têm apenas grossos enormes calos
Agora eu não sou eu. Nem sei quem sou e não conheço Luiz sequer um Cichetto ou Carlos
Acredite, as coisas não são tão simples assim porque uma ladra roubou minha identidade
E agora não sou mais nem proprietário, nem do meu sonho e sequer da minha realidade.

A ladra dormiu em minha cama, roubou meus sonhos na calada da noite por traição
Depois jogou minha realidade no lixo do banheiro com o absorvente sujo de menstruação
Alguém encontrou o meu coração em alguma latrina nojenta de algum bar de esquina?
Caso tenha encontrado entregue na portaria do prédio onde mora aquela criatura cretina.

Minha Cinderela agora é morta e o sapato de cristal escapa de seus pés defuntos
Ainda há Cida, ácida Cida em meu coração, que pena, Cida, não estarmos juntos
O Príncipe Encantado é uma abóbora e a princesa é apenas um porco cafetão
E ontem tomei um enorme susto, que poderia parar o meu cérebro de sopetão.

Em uma Sexta-Feira de Carnaval a minha fantasia foi rasgada em cem mil pedaços
A cretina enlouquecida foi caçada pelas matas, igual animal entregue a doces abraços
Um negro fantasiado de mulher, um mecânico e muitos outros com jeitos de machos
A puxaram pela cintura e arrancaram seus negros cabelos, segurando pelos cachos.

Chore criança da dor, chore adulto do medo, berre por sua liberdade
Erga a sua espada, conquiste o seu planeta e liberte da sua sorte
Liberte seu corpo, quebre sua maldição, esperneie por sua realidade
Ame seu desejo, abra sua mente e deixe na sepultura a sua morte!
25/6/2004
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Registro no E.D.A. da F.B.N. : 505.851 - Livro 958 - Folha 97
1 - "Leve Um Homem Ao Matadouro..." 11/2/2002 Impessoal e Transferível
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1958 25/6/2004 1958
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2 - "...O Que Berrar na Hora da Faca é o Homem..." 11/2/2002 Impessoal e Transferível
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3 - "...Mesmo Que Seja o Boi!" 11/2/2002 Impessoal e Transferível
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A Aranha (Trecho) 1/1/1980 Arquíloco
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A Artesã e O Poeta 11/9/2008 O Olhar Gótico da Morte Dentro da Cibernética Taverna
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A Barca da Esperança 19/9/2006 1958
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À Beira da Morte 11/11/2006 1958
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A Bunda da Minha Amada 1/3/1998 Sangue de Barata
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A Carta e a Chuva 28/6/2008 O Olhar Gótico da Morte Dentro da Cibernética Taverna
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A Carteira e o Poeta 4/1/2006 1958
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A César o Que é de César e a Augusto o Que é dos Anjos 17/11/2009 O Cu de Vênus
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A Ciência da Poesia 5/12/2009 O Cu de Vênus
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A Felicidade da Dor 17/12/2009 O Cu de Vênus
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A Herança dos Sonhos 26/9/2008 Emoções Baratas
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A Humanidade é a Merda da Terra 8/11/2006 1958
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A Ira e a Lira dos Demônios e dos Deuses Sem Gozo 25/8/2009 O Câncer, O Leão e o Escorpião
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A Maldição da Barata Branca 24/10/2008 Emoções Baratas
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A Mendiga 8/2/2007 Emoções Baratas
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A Morte da Morte 1/8/2001 Sangue de Barata
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A Morte da Saudade 20/9/2009 O Câncer, O Leão e o Escorpião
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A Música da Letra 15/10/2006 1958
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A Noite da Última Sorte 3/12/2002 Sangue de Barata
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